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  • Começa hoje a vacinação de pessoas com 57 anos e profissionais do ensino médio

    Nesta terça-feira (8) serão disponibilizadas vacinas para a Covid-19 aos homens e mulheres com 57 anos sem comorbidades ou professores e profissionais do ensino médio estadual.

    Continuará ocorrendo a vacinação de professores das redes de escolas privadas e municipais de ensino fundamental e básico, professores de ensino infantil, portadores de comorbidades de 18 anos ou mais, e pessoas com deficiência permanente de 18 anos ou mais.

    Serão aplicadas doses 1 e 2 de Astrazeneca e Pfizer, não ocorrerá vacinação da dose 2 da Pfizer em farmácias.

    Confira os locais de vacinação para esta terça-feira.

    34 unidades de saúde (confira a lista)

    Horário: das 8h às 17h

    Onde: três drive-thrus nos hipermercados Big Sertório e Barra Shopping e na PUCRS

    Horário: das 9h às 17h

    Endereços: Drive-thru Big Sertório – Acesso pela rua Dona Alzira, no estacionamento coberto do Sam’s Club – Sarandi

    Drive-thru BarraShoppingSul: Avenida Cristal 300 – Cristal

    Drive-thru da PUCRS – Acesso pela av. Ipiranga, 6681 – entrada ao lado do Museu da PUCRS – Partenon

    O quê: primeira dose com Comirnaty/Pfizer

    Onde: 12 unidades de saúde

    Horário: das 8h às 17h

    Público: gestantes e puérperas

    Endereços: Álvaro Difini – Rua Álvaro Difini, 520 – Bairro Restinga

    Belém Novo – Rua Florêncio Farias,195 – Bairro Belém Novo

    Camaquã – Rua Professor Dr. Pitta Pinheiro Filho, 176 – Bairro Camaquã

    Glória – Av. Professor Oscar Pereira, 3229 – Bairro Glória

    IAPI – Rua Três de Abril, 90 – Bairro Passo das Pedras

    Moab Caldas – Av. Moab Caldas, 400 – Bairro Santa Tereza

    Modelo – Rua Jerônimo de Ornelas, 55 – Bairro Santana

    Morro Santana – Rua Marieta Menna Barreto, 210 – Bairro Protásio Alves

    Rubem Berta – Rua Wolfram Metzler, 675 – Bairro Rubem Berta

    Santa Cecília – Rua São Manoel, 543 – Bairro Santa Cecília

    Santa Marta – Rua Capitão Montanha, 27 – Centro

    São Carlos – Av. Bento Gonçalves, 6670 – Bairro Partenon

    O quê: segunda dose da vacina da Astrazeneca/Oxford

    Onde: 12 unidades de saúde

    Horário: das 8h às 17h

    Público: quem tomou a primeira dose há mais de 12 semanas

    Endereços: Álvaro Difini – Rua Álvaro Difini, 520 – Bairro Restinga

    Belém Novo – Rua Florêncio Farias,195 – Bairro Belém Novo

    Camaquã – Rua Professor Dr. Pitta Pinheiro Filho, 176 – Bairro Camaquã

    Glória – Av. Professor Oscar Pereira, 3229 – Bairro Glória

    IAPI – Rua Três de Abril, 90 – Bairro Passo das Pedras

    Moab Caldas – Av. Moab Caldas, 400 – Bairro Santa Tereza

    Modelo – Rua Jerônimo de Ornelas, 55 – Bairro Santana

    Morro Santana – Rua Marieta Menna Barreto, 210 – Bairro Protásio Alves

    Rubem Berta – Rua Wolfram Metzler, 675 – Bairro Rubem Berta

    Santa Cecília – Rua São Manoel, 543 – Bairro Santa Cecília

    Santa Marta – Rua Capitão Montanha, 27 – Centro

    São Carlos – Av. Bento Gonçalves, 6670 – Bairro Partenon

    O quê: segunda dose vacina Comirnaty/Pfizer

    Onde: três unidades de saúde – Panorama, Rubem Berta e Belém Novo

    Horário: das 8h às 17h

    Público: Pessoas que receberam a dose 1 até 18 de maio

    Endereços: US Panorama – Rua, Rômulo da Silva Pinheiro, s/nº – Lomba do Pinheiro

    US Rubem Berta – Rua Wolfram Metzler, 675

    US Belém Novo – Rua Florêncio Faria, 195

    Documentos obrigatórios:

    Para todos os grupos: documento de identidade oficial, com CPF e foto, comprovante de residência ou de trabalho em Porto Alegre. Para segunda dose, documento de identidade e carteira de vacinação com registro da dose 1.

    Comorbidades: Atestado médico, laudo médico, prescrição de medicamentos de uso contínuo, de acordo com o agravo. (Saiba mais)

    Pessoas com deficiência (PCD): Documento que comprove a deficiência.  Além de laudo médico, pode ser cartão de transporte público especial, cartão de estacionamento para PCD.

    Gestantes e puérperas com comorbidades: Carteira da Gestante

    Gestantes e puérperas sem comorbidades: Atestado médico

    Gripe: Pessoas que receberam a dose da vacina contra gripe devem aguardar 14 dias para fazer a primeira ou segunda dose da vacina Covid-19. O primeiro dia a ser contado é o seguinte ao da aplicação.

     

    Fonte: Prefeitura de Porto Alegre, Vanessa Conte, Andrea Brasil. 

  • Sine tem 165 novas vagas disponíveis nesta semana

    A unidade do Sine Municipal localizada no Centro Histórico de Porto Alegre começa a semana com 165 novas vagas de emprego, sendo uma para PCD e uma para estagiário.

    Dentre as vagas gerais, serão 12 para vendedor, dez para auxiliar de construção, dez vagas para auxiliar de lavanderia e cinco para profissionais em fisioterapia.

    Você pode consultar outras vagas de emprego aqui.

    A recomendação do Sine Municipal é de efetuar o agendamento de forma eletrônica para evitar filas e aglomeração, é possível fazer a retirada da carta pelo aplicativo Sine Fácil, disponibilizado para Download no Google Play e App Store, a retirada das cartas deve ser feita de maneira responsável, é preciso compromisso para o comparecimento a entrevista para evitar prejuízos a ambas as partes.

    Confira as vagas

    • Para Pessoas Com Deficiência
      Auxiliar administrativo – 1
      Auxiliar de limpeza – 1
      Porteiro – 1
      Técnico em manutenção de equipamentos de informática – 1
    • Vaga de Estágio
      Auxiliar de cobrança – 1
    • Vagas Gerais
      Acabador de mármore e granito – 2
      Ajudante de carga e descarga de mercadoria -1
      Ajudante de eletricista -3
      Ajustador de válvula s-1
      Armador de ferros -2
      Atendente de lojas -3
      Auxiliar de almoxarifado – 1
      Auxiliar de lavanderia -10
      Auxiliar de linha de produção -5
      Auxiliar técnico de montagem -4
      Azulejista -10
      Balconista de crediário -1
      Carreteiro (motorista de caminhão-carreta) – 3
      Chapeador de veículos -2
      Chefe de departamento de pessoal -1
      Churrasqueiro -1
      Costureira de máquinas industriais -1
      Costureira em geral -2
      Cuidador de idosos -4
      Desenhista técnico em eletricidade -1
      Empregado doméstico nos serviços gerais -1
      Encanador – 6
      Encarregado de padaria -1
      Ferreiro armador na construção civil -2
      Fiscal de loja -1
      Fisioterapeuta geral -5
      Gesseiro -7
      Instalador hidráulico -1
      Jardineiro -4
      Marceneiro -1
      Mecânico de manutenção de máquina industrial -7
      Moldador de fundição (metais) -1
      Motorista de caminhão -1
      Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações -1
      Operador de máquinas de usinar madeira (cnc) -2
      Operador de máquinas fixas, em geral – 2
      Operador de retro-escavadeira -1
      Operador de torno com comando numérico – 8
      Operador de vendas (lojas) -1
      Pedreiro de acabamento -3
      Pintor industrial -1
      Pizzaiolo -1
      Projetista de móveis -10
      Serralheiro -1
      Soldador -8
      Supervisor de transportes -1
      Técnico de enfermagem -1
      Técnico em eletromecânica -1
      Técnico em segurança do trabalho -2
      Torneiro mecânico -1
      Vendedor – no comércio de mercadorias -12
      Vendedor de serviços -1
      Vendedor porta a porta -6

    Fonte: Prefeitura de Porto Alegre, Maria Emilia Portella, Andrea Brasil.

  • Conselho Federal de Medicina acusa CPI da Pandemia de promover humilhação e constrangimento de médicos

    O Conselho Federal de Medicina e todas suas afiliadas regionais assinam moção de repúdio ao que consideram ser situações de humilhação e constrangimento aos quais seus pares estão sendo submetidos nas oitivas da CPI da Pandemia no Senado.

    O conselho alega ter recebido queixas de médicos que trabalham na linha de frente de combate ao Covid sobre o tratamento vexatório dado aos especialistas convidados a depor.

    O moção alega que houve ataques à honra e a dignidade dos depoentes, criando uma “situação inaceitável e incoerente”.

    A nota da entidade não cita o nome dos envolvidos e também não faz referência ao kit covid.

  • Sinal dos tempos: jornais vendem suas impressoras para o ferro-velho

    Sinal dos tempos: jornais vendem suas impressoras para o ferro-velho

    Há quinze anos, o empresário Antonio Badra investiu R$ 2 milhões para comprar uma impressora rotativa de oito unidades, capaz de imprimir 20 mil exemplares por hora de um jornal de 36 páginas, coloridas.

    Tinha planos de fazer de seu jornal A Platéia, de Santana do Livramento, um diário regional e montar um polo gráfico para imprimir jornais e periódicos de toda a região, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.

    Na semana passada,  Badra vendeu sua monumental rotativa Goss Communit, de 30 toneladas, pelo peso, a preço de sucata para a Siderúrgica Gerdau.

    Ela estava há três anos parada, coberta com uma lona, no centro de um enorme galpão vazio, o que restou do parque gráfico sonhado pelo empresário. “É dolorido mas é a realidade”, disse ele ao JÁ.

    Badra teve mais sorte: pelo menos cinco outras impressoras rotativas que imprimiam jornais no interior do Rio Grande do Sul – alguns deles centenários, como o Diário Popular, de Pelotas – já foram vendidas para o ferro-velho, que paga menos que a sucata.

    Vendidas como sucata ou ferro velho, as enormes rotativas, que há 20 anos eram símbolo de uma revolução na produção de jornais, hoje são apenas a face mais visível e, talvez, mais chocante de uma outra revolução –  a maior já experimentada pela imprensa desde que os primeiros informativos impressos começaram a circular na Alemanha, no século 18.

    Com a difusão da tecnologia digital,  o jornal impresso em papel, que reinou 200 anos no centro do universo da comunicação, rapidamente, tornou-se obsoleto como veículo para atingir grandes massas.

    Uma notícia que no papel leva pelo menos oito horas para chegar aos primeiros consumidores, chega imediatamente a todos pelo meio digital on line.

    Antonio Badra lembra que há dez anos não quis vender a impressora para o Correio do Povo, que pretendia criar um parque gráfico regional, para atender os seus assinantes e outros jornais da região. Um projeto parecido com o dele, que ainda parecia promissor, e por isso recusou o negócio.

    Foi nos últimos cinco anos, segundo Badra, que se tornou claro o impasse do impresso: perda de circulação e aumento de custos. Há três anos ele parou as máquinas:  suspendeu a edição diária e passou a imprimir uma edição semanal aos fins de semana na gráfica da Zero Hora. Levou o noticiário do dia a dia para o digital.

    Foi o mesmo caminho feito pelo Diário Popular, de Pelotas, que tem 131 anos. Levou o noticiário para o digital, vendeu a impressora para o ferro-velho e imprime suas edições na gráfica da Zero Hora, em Porto Alegre.

    A cena que se pode imaginar de uma grande impressora fundida como sucata é simbólica, mas está longe de ser um epitáfio dos jornais ou das empresas jornalísticas no interior do Estado. Sequer dos impressos.

    Antonio Badra, por exemplo, acha que o impresso vai se reabilitar, se descobrir o conteúdo adequado : “Nossos cadernos de variedades, com assuntos exclusivos, têm anunciantes e têm leitores”, diz . Ele já pensa inclusive em fazer uma edição impressa na quarta, além do domingo. “Demanda tem, mas tem que ter o conteúdo diferenciado.”

    “Na verdade, estamos tirando um peso dos nossos ombros”, diz Adair Weiss, presidente da Associação dos Diários do Interior, sobre as impressoras a caminho do ferro-velho.

    Segundo ele, trata-se de uma transição em que novos meios oferecem novas e amplas oportunidades no mercado da comunicação. Dispensar atividades secundárias e se preocupar com o conteúdo, é essencial, segundo Weiss.

    Ele dá como exemplo sua própria empresa,  o Grupo A Hora, de Lajeado: “Temos um jornal diário há 19 anos e um semanário, nunca tivemos gráfica, não precisa, a gente manda os arquivos de noite recebe o jornal de manhã”.  O digital, segundo ele, pode ser complementar ao impresso,  com a vantagem de ter alcance ilimitado. “Os jornais que têm bons portais nunca foram tão influentes”, avalia Weiss.

    A questão, não resolvida plenamente em nenhum lugar do mundo, é que o jornalismo digital ainda não encontrou sustentação financeira: o anunciante  tem alternativas melhores e mais baratas na web e o leitor não quer pagar pela informação.

    A receita que os portais jornalísticos estão conseguindo, na maioria dos casos, não cobre o que foi perdido pelo encolhimento do impresso. “Nem de perto”, diz Eládio Vieira da Cunha, diretor do Jornal do Povo, de Cachoeira, diário que vai completar 92 anos e é o carro chefe do grupo, um dos mais fortes do interior do Estado.

    Segundo o diretor, a circulação através de assinaturas, principalmente,  se mantém estável, mas a retração na publicidade é preocupante. A versão on line do jornal já tem um alcance muito maior do que o impresso, mas ainda não compensa as perdas com a migração dos anunciantes.

    “Que eu saiba, diz Eládio, até agora apenas o New York Times, que é um dos maiores jornais do mundo, está conseguindo superar o desafio, ao menos é o que eles dizem: perderam 600 mil exemplares de circulação no impresso, mas obtiveram cinco milhões de assinantes no digital, que estaria compensando. Aqui no Brasil, mesmo os grandes ainda estão apanhando, embora venham dando sinais de recuperação”.

    Ao mesmo tempo que alguns jornais se desfazem de suas impressoras ociosas, um outro movimento ocorre no mercado de jornais, cuja crise é mais aguda nas regiões com a economia deprimida, como a fronteira e a zona Sul.

    Nas regiões mais dinâmicas estão se criando polos impressores como em Santa Cruz, Cachoeira, Novo Hamburgo e a Zero Hora, que hoje imprime cerca de 80 jornais, inclusive diários do interior do Estado, na sua gráfica em Porto Alegre. Nesses polos, os jornais impressos, embora com perdas em circulação, se mantém influentes e lucrativos.

    A nova realidade fez com que a Associação dos Diários do Interior do RS mantivesse entre seus sócios mesmo aqueles que deixaram de circular diariamente, como é o caso de A Platéia.

    Hoje são 24 jornais diários em cidades-polo do Estado. São aproximadamente 132.000 exemplares diários publicados, segundo o site da Associação.

    Além destes jornais ligados à ADI, cerca de uma centena de  jornais impressos, com periodicidade semanal ou bissemanal, filiados à Associação dos Jornais do Interior (Adjori) circulam no interior do Rio Grande do Sul enfrentando as mesmas incertezas de uma transição sem precedentes.

    NOTA DO EDITOR: Na primeira versão desta matéria constava que a edição impressa do Diário Popular de Pelotas passara a circular semanalmente. Errado. Ele terceirizou sua impressão mas segue diário. O DP completou 130 anos em 2020, é o mais antigo em circulação do RS.

  • Brique da Redenção vai funcionar neste feriado

    Estarão abertos ao público neste feriado de Corpus Christi, quinta-feira(3), o Brique da Redenção e Brique de sábado, o horário de funcionamento será das 9h às 17h, localizado na avenida José Bonifácio.

    A feira é uma realização dos artesãos e feirantes em conjunto com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Turismo (SMDET), de acordo com a SMDET o principal motivação para a realização da feira é o fomento econômico, pois devido a pandemia os empreendedores tiveram de interromper temporariamente suas atividades.

    Segundo a Coordenação de Fomento da Smdet, a decisão de realizar a feira no feriado tem como principal motivação auxiliar os empreendedores, que foram prejudicados com a crise causada pelo Corona vírus. “Sabemos que os expositores foram prejudicados pela pandemia e enfrentam dificuldades financeiras. O feriado é uma ótima oportunidade, pois muitas pessoas não estarão trabalhando e poderão visitar a feira com mais tempo. Além disso, reforçamos a importância dos cuidados sanitários para que tudo ocorra bem”, destaca o coordenador Oscar Peliciolli em entrevista à Prefeitura de Porto Alegre.

    Fonte: Thaísa Rossa e Andrea Brasil

  • Centro Histórico de Porto Alegre registra forte panelaço

    Foi grande o barulho causado pelo panelaço realizado na noite desta quarta-feira (2/jun) durante o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro em cadeia nacional de rádio e TV.

    Durante todo o pronunciamento, onde o presidente destacou números da economia, defendeu a vacina e criticou o isolamento, foram ouvidos gritos de “fora Bolsonaro” e “Bolsonaro genocida”.

    Outras capitais também registraram protestos contra o presidente.

    Ouça como foi a manifestação no Centro Histórico de Porto Alegre, no registro de Ramiro Furquim, clicando aqui.

  • Consumidores pagam por energia que as térmicas não estão produzindo

    Os brasileiros podem estar pagando R$ 8,7 bilhões por ano pela energia de usinas térmicas que não estão entregando os volumes contratados.
    A estimativa é do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que identificou 33 usinas que não estariam cumprindo as condições de desempenho estipuladas nos contratos de fornecimento fechados com as distribuidoras.
    “Nossa análise identificou usinas com contratos que somam 6,5 GW médios cujos índices de indisponibilidade estão superiores aos limites contratuais”, alerta o coordenador do Programa de Energia e Sustentabilidade do Idec, Clauber Leite.
    O Instituto encaminhou correspondência à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) alertando sobre o problema e pedindo providências.
    Os contratos das usinas térmicas com as distribuidoras preveem a possibilidade de rescisão caso ocorram três anos consecutivos de indisponibilidade em valor superior ao usado no cálculo das garantias físicas das plantas.
    A indisponibilidade das usinas pode acontecer por falhas no funcionamento ou paradas de manutenção.
    Os cálculos levaram em conta a receita fixa das usinas, ou seja, quanto recebem apenas por estarem disponíveis.
    “Se acionadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), essas térmicas também recebem o CVU (custo variável unitário), relativo principalmente ao custo do combustível”, explica Leite. 
    O conjunto de usinas inclui térmicas a carvão mineral, óleo diesel e combustível, e gás natural. Os casos mais graves são os da Termorio, UTE Mauá 3 e Candiota 3, cujas receitas fixas anuais são de, respectivamente, R$ 1,24 bilhão, R$ 1,06 bi e R$ 734,5 milhões.
    Os valores estão sendo repassados aos consumidores via tarifas de energia. O especialista do Idec lembra que o impacto pode ser ainda maior porque, sem a energia dessas usinas, o ONS é obrigado a buscar outras térmicas – ainda mais caras – para atender o mercado.
    A análise do Idec foi feita em parceria com o Instituto Clima e Sociedade e com o apoio da consultoria Volt Robotics, com base em informações públicas disponibilizadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). 
  • Sábado, 29 de maio: crise empurra a população para a rua

    Sábado, 29 de maio: crise empurra a população para a rua

    As manchetes do domingo e da segunda-feira mostram que as grandes redações e suas afiliadas pelo Brasil afora não entenderam ou não quiseram entender o que aconteceu neste sábado, 29 de maio.

    Primeiro, minimizaram a convocação para uma manifestação em todo o país em plena pandemia: nada publicaram sobre a preparação  e os organizadores, muitos sequer noticiaram o evento programado.

    Como decorrência, fizeram uma cobertura pífia, que levou a uma avaliação incorreta dos acontecimentos.

    Nesta segunda feira, os protestos eram assunto vencido e o destaque era a declaração de Bolsonaro de que as manifestação foi pequena porque faltou maconha.

    O press release da Commebol, informando a realização da Copa América no Brasil mesmo com pandemia, tomou as manchetes e o fato político mais importante depois da CPI da Covid, talvez o mais importante desde as passeatas de 2016, passou batido.

    As notícias, felizmente, não são os fatos e os fatos neste sábado mostraram que a população está perdendo o medo de ir pra rua por causa do vírus.

    Ou, o que é mais provável, está sendo empurrada para a rua, apesar do vírus.

    Frentes populares como a Povo sem Medo, Brasil Popular e a Coalizão Negra por Direitos, que congregam centenas de movimentos sociais, chamaram o protesto que teve respaldo de sindicatos e partidos de esquerda, em “graus variados de envolvimento, diante do dilema de se manifestar em plena pandemia”.

    O argumento que convenceu foi : Bolsonaro é mais perigoso que o vírus.

    A falta de respostas do governo, não só à crise sanitária, mas à crise social que se agrava rapidamente, é o que dá musculatura aos protestos e eles tendem a continuar e crescer.

    O coordenador da Central dos Movimentos Populares (CMP), Raimundo Bonfim, estimou que os atos mobilizaram 420 mil pessoas em 213 cidades no Brasil e outras 14 cidades em diversos países do exterior.

    A menos que se tenha uma terceira onda da Covid, ainda este ano teremos um milhão de pessoas nas ruas pedindo “fora Bolsonaro”.

    Nota da Redação: O Jornal Nacional, na noite desta segunda-feira, deu o devido destaque às manifestações.

    Imagens das manifestações em Porto Alegre:

    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
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    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
    Foto: Ramiro Furquim/@outroangulofoto
  • Em livro-manifesto, Aldo Rebelo defende “projeto nacional” para tirar o Brasil da crise

    Em livro-manifesto, Aldo Rebelo defende “projeto nacional” para tirar o Brasil da crise

    Precedido de importantes registros na mídia e nas redes sociais, já esta circulando, em versões impressa e digitais,  o livro “O Quinto Movimento”, de Aldo Rebelo, lançado pela Jornal JÁ Editora.

    “Propostas  para uma construção inacabada” é o subtítulo que esclarece a intenção do autor: levantar um debate, que já tarda, sobre a necessidade de um projeto nacional para tirar o Brasil desta crise sem precedentes.

    Político de longa carreira (foi vereador em 1989), ex-presidente da Câmara dos Deputados, com passagem por quatro ministérios, inclusive o da Defesa, Aldo Rebelo pensa o Brasil na linha dos grandes formuladores do desenvolvimento nacional, de Alberto Torres a Darcy Ribeiro.

    “Neste livro, imprimi minhas opiniões, ideias e experiências. Não é um

    Aldo Rebelo / Foto
    Wilson Dias/Agência Brasil

    trabalho acadêmico, mas sim uma coletânea de ensaios; um roteiro de debates sobre o Brasil: a história, sua formação e discussões sobre isso que chamo o Quinto Movimento, o próximo passo”, afirma o autor.

    O eixo da discussão, conforme o autor,  é a “Questão Nacional”,  para definir uma agenda de retomada do desenvolvimento econômico, científico, tecnológico, social, combinados com a projeção de poder diplomático e militar em harmonia com as legítimas aspirações nacionais.

    Segundo Rebelo, o país vive um período de desorientação e imobilismo, em que se faz necessária a união dos brasileiros em torno de três grandes causas: a do desenvolvimento do Brasil, da redução das desigualdades e a manutenção do país em certos padrões de democracia.

    “É preciso rever o Brasil como ativo, como patrimônio natural, humano, protagonista da política, da economia e da vida, no cenário das nações. Desta forma, podendo se apresentar ao mundo com um novo posicionamento ambiental, humanista, transformador, seguro, acolhedor, equilibrado social e economicamente, por meio da união de forças heterogêneas. Um país efetivamente independente e acima de tudo inovador”, reforça.

    Com 252 páginas, O Quinto Movimento já está disponível para venda física no site da editora e na Amazon. Também existe a opção para baixar o e-book em PDF gratuitamente (basta preencher um breve cadastro). Haverá ainda o audiolivro, em fase de gravação.

    A obra

    ▪ Primeiro Movimento – a construção da base física, do território, do marco zero de 1500 até o Tratado de Madrid em 1750;

    ▪ Segundo Movimento – da epopeia da Independência até a data magna do 7 de Setembro de 1822, destacando as figuras de Tiradentes, D. Pedro I e José Bonifácio;

    ▪ Terceiro Movimento – do período compreendido entre 1822 até a Abolição da escravidão, em 1888, da consolidação da Independência e da unidade e integridade territorial do Brasil.

    ▪ Quarto Movimento – situa-se entre a Proclamação da República, com Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, até os dias atuais; tendo como epicentro os dois períodos de Getúlio Vargas, suas ideias e o seu projeto de Brasil.

    O Quinto Movimento

    Neste capítulo estão reunidas reflexões sobre as iniciativas necessárias para a retomada da construção inacabada do Brasil. “Ideias temperadas pela vida, pelas leituras e pela experiência acumulada em décadas de atividade pública ininterrupta”, comenta o autor.

    São elas: a centralidade da questão nacional, que compreende que o Estado e a Nação são as instituições capazes de proteger os direitos fundamentais e a dignidade dos brasileiros; a retomada do desenvolvimento como o único meio possível para derrotar a crise econômica e social atual; a redução das desigualdades como caminho para se alcançar a coesão social e nacional, fundamental para o Brasil superar os obstáculos ao seu futuro promissor; e o compromisso com a democracia, como acordo possível para a solução das contradições resultantes dos desequilíbrios sociais e regionais.

    Sobre Aldo Rebelo

    Atuou como ministro de Estado nas pastas da Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais (2004-2005), do Esporte (2011-2014), da Ciência, Tecnologia e Inovação (2015) e da Defesa (2015-2016). Foi secretário da Casa Civil do governo de São Paulo (2018). Presidiu a Câmara dos Deputados (2005 a 2007), relatou o Novo Código Florestal e foi deputado federal por seis mandatos pelo estado de São Paulo.

    Alguns dos projetos sob sua relatoria: valorização do ensino e da aprendizagem da língua portuguesa; Lei de Biossegurança, que autorizou as pesquisas com células troncos no Brasil e também de plantas geneticamente modificadas; e novo Código Florestal Brasileiro. Foi autor ainda da lei que declarou o dia 20 de novembro como Data Nacional de Zumbi do Palmares.

    Livros

    ▪ CBF-Nike, em coautoria com o deputado Sílvio Torres (2001); ▪ Política de Defesa para o Século XXI (2003); ▪ Política Externa para o Século XXI (2003); ▪ Forças Armadas e Soberania Nacional, uma reedição da coletânea com novos artigos de sua autoria sobre o papel das Forças Armadas (2003); ▪ Reforma Tributária – Temas e Dilemas, em coautoria com o professor Luís Antônio Paulino (Unesp-2008); ▪ Palmeiras X Corinthians 1945 – O Jogo Vermelho (2009); ▪ Raposa Serra do Sol: o índio e a questão nacional, coletânea de artigos (2010).

      

    O Quinto Movimento está disponível para venda no site da editora e na Amazon.

    Existe a opção para baixar o e-book em PDF gratuitamente (basta preencher um breve cadastro). A versão audiolivro está  em fase de gravação.

     

  • Protestos deste sábado: algo de novo nas ruas de Porto Alegre

    Protestos deste sábado: algo de novo nas ruas de Porto Alegre

    A manifestação contra o governo Bolsonaro, na tarde deste sábado, 29, foi a maior já registrada em Porto Alegre, desde o início da  pandemia.

    Foi maior, talvez, que as mobilizações de 2016 e comparável até às históricas jornadas de 2013.

    Tanto em número ( na casa das dez mil pessoas ), quanto em organização (com alas, alegorias e grupos de percussão), o protesto sinaliza para uma “volta do povo às ruas”,  depois de um longo período de recesso e timidez nas mobilizações por conta da pandemia.

    Pelo país inteiro protestos de rua pediram vacina e gritaram fora Bolsonaro, neste sábado. Mobilizações expressivas, além de Porto Alegre,  registraram-se em São Paulo, onde uma multidão tomou a avenida Paulista, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife.

    Em Porto Alegre, chamou atenção a reduzida presença de bandeiras e simbolos partidários e a participação de jovens e quase nenhuma referência a eleições ou candidaturas presidenciais.

    Esses sinais, lembram as chamadas “jornadas de 2013”, quando os protestos em Porto Alegre, contra o aumento das tarifas de ônibus, anteciparam um grande movimento nacional, que depois foi manipulado e se voltou contra a então presidente Dilma Rousseff.

    O uso de máscara e o distanciamento entre os manifestantes também marcaram os protestos deste sábado.

    As manifestações foram convocadas por centrais sindicais, sindicatos e entidades de sociedade civil e os partidos PSOL e PCdoB.