"Leitura às Cegas", com Deborah Finocchiaro e Andréa Cavalheiro se debruça sobre a mentira

A atriz Deborah Finocchiaro e a cantora Andréa Cavalheiro aterrissam no Von Teese Bar, na próxima quinta-feira (20), para mais um encontro do Leitura às Cegas. Nesta edição, elas partem do livro O Círculo dos Mentirosos, de Jean-Claude Carrière, e de músicas que falam sobre o mundo da mentira para criar essa jam lítero-musical. O evento ocorre às 20h30 e os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 25,00.

Em O Círculo dos Mentirosos – Contos Filosóficos do Mundo Inteiro, Jean-Claude Carrière, no papel de narrador anônimo, chega em uma praça de um vilarejo, reúne a população e começa a contar suas histórias. O livro traz 21 capítulos temáticos, reunindo contos de diversas tradições, do zen-budismo ao mundo islâmico, em que narradores de terras distantes tratam de vários assuntos – mas sempre se interrogando sobre a origem do mundo, da morte e do mundo do além.

O projeto “Leitura às Cegas” tem como principal objetivo o estímulo à leitura. A partir da escolha de um determinado livro, se elege o tema e as músicas que serão executadas ao vivo. A leitura dos trechos se dá também por parte dos espectadores, que são, de forma horizontal, convidados a participar desse processo criativo. “Queremos com este projeto provar que através dos livros se pode desbravar universos diferentes, que se pode voar. Junto com os espectadores experimentamos o prazer da leitura em voz alta – transformamos a palavra escrita em sons, em diferentes significados. Exercitamos o pensamento crítico, o compartilhamento e a generosidade por meio da fusão da literatura e da música”, explica Deborah.

SERVIÇO
Leitura às Cegas com Andrea Cavalheiro e Deborah Finocchiaro

Quando: 20 de dezembro | Quinta-feira
Hora: 20h30.
Local: Von Teese Bar (Rua Bento Figueiredo, 32 – Bairro Rio Branco)
Ingresso: R$ 20,00 em dinheiro e R$ 25,00 no cartão

Gustavo Estrella é o novo presidente da CPFL Energia  

O Conselho de Administração da CPFL Energia, elegeu nesta terça, 18,  Gustavo Estrella, atual vice-presidente financeiro, para o cargo de Presidente da empresa.

Desde 2001 no Grupo CPFL, Gustavo Estrella é formado em Administração na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e possui um MBA em Finanças pelo IBMEC-RJ.

Atual presidente da CPFL Energia, André Dorf decidiu se dedicar a outros projetos profissionais e comunicou seu desejo de deixar a presidência da empresa.

Ele permanecerá na presidência da CPFL Energia até o final do mês de janeiro de 2019, conduzindo o processo de transição em conjunto com Gustavo Estrella, que assumirá em 01 de fevereiro.

Para a posição de Diretor Vice-Presidente e de Relações com Investidores da CPFL Energia, o Conselho de Administração elegeu o Sr. Yuehui Pan, atual Diretor Vice-Presidente Financeiro Adjunto da CPFL Energia, que assumirá em 1° de fevereiro de 2019.

A CPFL Energia atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, foi absorvida pela State Grid, estatal chinesa que é a segunda maior organização empresarial do mundo e a maior companhia de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

Com 14% de participação, a CPFL Energia é vice-líder no mercado de distribuição, totalizando cerca de 9,4 milhões de clientes em 679 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar.

Ao final do segundo trimestre de 2018, a capacidade instalada do Grupo CPFL alcançou 3.283 MW.

(Com informações da Assessoria de Imprensa)

Governo desiste de ação e aldeia Mbya Guarani fica em Maquiné

ANA MARIA BARROS PINTO
Quase dois anos após a retomada Mbya Guarani da área da extinta Fepagro Litoral
Norte, em Maquiné, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) pediu ao juiz o fim da ação
de reintegração de posse ajuizada em fevereiro de 2017, garantindo, assim, a
permanência dos indígenas no local.
No pedido, aceito pelo juiz de Capão da Canoa, fica definido que haverá a destinação de parte da área para fins de assentamento da aldeia Mbya Guarani (208 dos 367 hectares).
O restante da área fica com pesquisa que vinha sendo desenvolvida pela então Fepagro, agora um departamento da Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR),
A decisão da PGE é resultado de uma ampla mobilização, especialmente dos indígenas,´para reaver terras ancestrais do Litoral Norte e assim poder
retomar sua cultura, avalia o procurador do Estado, Silvio Jardim, representante da PGE no CEPI (Conselho Estadual de Povos Indígenas).
O movimento envolveu também dezenas de pessoas e de organizações da sociedade civil, que se deslocavam a Maquiné para reuniões com os Mbya Guarani, sempre recepcionados com cantos tradicionais do coral de crianças e jovens da aldeia batizada de Ka’aguy Porã (bela terra que tem vida).
A mobilização teve também audiência pública da Comissão de Cidadania e Direitos
Humanos da ALRS e reuniões com os secretários da Agricultura, primeiro Ernani Polo e depois Odacir Klein, entre muitas atividades de apoio ao povo Mbya Guarani na sua
reivindicação pela terra ancestral.
Por conta desse processo e da busca de uma negociação, os prazos da reintegração de posse foram suspensos várias vezes.
Jardim salienta que a retomada Mbya Guarani envolveu muitas instituições na busca de uma solução: as Secretarias Estaduais da Agricultura, Pesca e Irrigação (SEAPI), que detém a área desde a extinção da Fepagro), Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) e Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema); a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do RS, Associação dois Juízes para a Democracia (AJD), Associação dos Servidores da Pesquisa Agropecuária (Assep), Ministério Público Federal , Comissão de Direitos Humanos da PGE/RS e Conselho Estadual dos Povos Indígenas (CEPI).
“É um passo significativo, mostra um caminho quando há uma determinação,
engajamento da sociedade e das instituições para resolver um problema”, diz Jardim.
Chama a atenção para o fato de os Mbya compreenderem que era importante
respeitar a área de pesquisa, sendo possível chegar a um acordo na utilização da área.
A primeira retomada
Foi no dia 27 de janeiro de 2017 que 27 famílias Mbya Guarani retomaram uma área
em Maquiné, a 155 km de Porto Alegre, onde funcionou por muitos anos a Fundação
de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Sul (Fepagro), extinta pelo atual governo.
Eles entraram pacificamente na área de mata nativa, por baixo das cercas, guiados por seu Deus maior Nhanderu, como sempre contam.
Foi a primeira retomada no RS, onde o povo Mbya Guarani é conhecido por viver em
acampamentos precários por décadas, nas beiras de estradas, com sinalização de
trânsito de “área indígena”.
Ficam por ali aguardando que o governo lhes destine uma terra para que possam viver com dignidade.
Mas na maioria das vezes, quando a área prometida vem, é terra deteriorada, quase sem vida e que não serve mais para o plantio dos principais alimentos tradicionais, como o milho, mandioca e batata doce.
Desde o início, as lideranças Mbyá Guarani repetiam que o movimento não era
ocupação nem invasão. É uma retomada da sua dignidade enquanto povo, o que só é
possível com a vida no seu território ancestral.
Por viverem naquela região, eles circulavam por aquelas terras coletando plantas medicinais, frutas e matéria prima para o artesanato.
Enquanto aguardavam a decisão da Justiça, os Mbya foram organizando a Ka’aguy
Porã, retomando a cultura num lugar que possibilita o nhanderekó, o jeito de ser
Guarani.
As crianças ali crescem saudáveis e felizes em interação com a mata sagrada
Mbyá Guarani. Recebem visitantes de várias cidades e regiões e ampliam os apoios
em Maquiné e arredores. E já tem até uma escola, a Tekó Jeapó (cultura em ação, em
tradução livre), totalmente idealizada por eles.
Povo de resistência
Existem cerca de duas mil pessoas Mbyá Guarani vivendo em aldeias ou acampamentos no Rio Grande do Sul. No sul e sudeste do Brasil chegam a sete mil, e estão ainda na Argentina e Paraguai.
Fazem parte dos povos originários das Américas que perderam seus lugares (e suas próprias vidas) de modo extremamente violento para os colonizadores europeus, os quais, em grande medida, aqui no Rio Grande do Sul, com pouco mais de um século de chegada do além-mar.
O território dos Guarani – Guarani Retã- é anterior à organização dos estados
nacionais atuais. São caracterizados por ecossistemas de notável equilíbrio, com terras saudáveis para o cultivo dos seus alimentos básico.
É a “terra sem mal” que o povo guarani tanto busca: os “males” para o povo guarani são uma terra esgotada para o plantio, uma paisagem desértica, um campo sem árvores e pássaros ou, como atualmente, a produção de soja, cana de açúcar ou pinus e a criação de gado.
Também, e em consequência, doenças e mortes por fome e epidemias, desentendimentos, desordem e conflitos entre os membros e famílias das
comunidades.
Um dos maiores “males” que esse povo tem enfrentado é a invasão e
destruição das suas terras, e com isso a ameaça contra o seu modo de ser, sua cultura, somada à discriminação e desprezo que os “brancos” invasores lhes impõem.

Pesquisa para avaliar serviços municipais

A população de Porto Alegre pode avaliar os serviços públicos municipais e ajudar a qualificá-los respondendo a Pesquisa de Satisfação da Carta de Serviços.
Qualquer pessoa pode acessar o link alfa.portoalegre.rs.gov. br/carta-de-servicos, analisar os serviços e dar sugestões de melhorias. O processo leva em média três minutos.
Segundo a responsável pela Carta de Serviços, Patrícia Norberta de Oliveira, Porto Alegre foi a primeira Capital a disponibilizar o instrumento e esse modelo de questionário à população.
O trabalho é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Transparência e Controladoria e cumpre a lei 13.460/2017.
Como participar:
A Pesquisa de Satisfação dos serviços municipais pode ser acessada no site da Prefeitura de Porto Alegre. Veja o passo a passo:
1 – Acesse o site alfa.portoalegre.rs.gov. br/carta-de-servicos
2 – Do lado esquerdo da tela selecione Cidadão, Empresa ou Servidor e a categoria de serviço a ser avaliada
3 – Do lado direito escolha o serviço a ser analisado
4 – Na página do serviço escolhido, você encontrará todas as informações disponíveis.  À direita da tela clique no banner verde “Dê sua opinião sobre o serviço”
5 – Você será direcionado para um documento. Basta clicar, responder as perguntas e clique em enviar. Pronto, em menos de 3 minutos você terá contribuído para qualificação dos serviços municipais.
 

Novas regras para esclarecer dúvidas com o imposto municipal

A partir de 21/01/2019 os serviços prestados pelos Auditores-Fiscais, da Prefeitura de Porto Alegre, especialmente soluções de dúvidas sobre a correta aplicação da legislação municipal do ISS, serão realizados mediante agendamento e em novo endereço.

O agendamento tem por finalidade viabilizar um atendimento mais cômodo e resolutivo, segundo nota da Fiscalização.

A partir de 14/01/2019, para agendar seu atendimento basta contatar a Loja de Atendimento da Secretaria Municipal da Fazenda nos seguintes canais: e-mail [email protected] ou telefones 156 (para chamadas locais) e (51) 3289-0156 (para chamadas de outras cidades), das 9h às 17h.

A Loja de Atendimento analisará sua demanda e, quando necessário, efetuará o seu agendamento para o Plantão Fiscal do ISS.

No momento do agendamento é necessário informar nome, telefone e e-mail de contato do representante que comparecerá na data e horário agendados, bem como assunto e identificação do contribuinte/responsável tributário.

Ao final do agendamento você receberá por e-mail (inclua o e-mail [email protected] na sua lista de remetentes confiáveis) um número de protocolo com as informações sobre o seu agendamento.

Os atendimentos serão realizados em dias úteis, no horário das 13h30min às 17h, na Rua Uruguai, 277, 8º andar.

Será atendido somente um contribuinte/responsável tributário e assunto por agendamento, mediante apresentação de documentos de legitimidade.

Equipe de Fiscalização do ISS

Sindicatos vão à Justiça contra Banrisul para garantir 13° a servidores

Milhares de servidores vão acionar na Justiça o Banrisul, que vem cobrando até 25% do valor do 13º salário para autorizar o empréstimo previsto na lei 15.233, de 11 de dezembro de 2018. São servidores que tem demandas judiciais com o banco ou estão inadimplentes.
A decisão foi tomada em reunião entre representantes de 12 sindicatos/associações com o deputado Pedro Ruas, autor da emenda incluída no projeto, que autoriza a contratação de empréstimo mesmo por servidores que estejam com ações contra o banco ou inadimplentes.
Além de exigir que o banco conceda o empréstimo, respeitando o artigo segundo da lei, as entidades vão pedir indenizações por dano moral pelo fato dos seus associados terem sido constrangidos pelo banco.
Esses constrangimentos foram relatados em correspondências ou pessoalmente no gabinete de Pedro Ruas ou nas entidades de classe.
Vão desde a exigência de pagar 25% em caso de inadimplência ou 25% de valores de débitos e, ainda, desistência de ações.
A reunião foi realizada na Sala Maurício Cardoso da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira, 17 de dezembro, e reuniu dirigentes ou representantes da Ugeirm, Sindet, Afocefe, Sindsepe Sintergs, ABamf, Sindifisco, Cpers/Sindicato, Sindicaixa, Amapers, Federação dos bancários, Sindipge, Afisfec, Afisvec, Sinapers, Sindiperícias e SindiIpe, Fepagro,  Abogeris.
Servidores de outras categorias como MP, Judiciário e Defensoria Pública foram ao encontro, oferecer apoio aos colegas do Executivo, na luta para poder dispor do 13º salário.
O deputado Pedro Ruas,  lembra que neste ano, os servidores contam com a lei para garantirem o direito de receber o benefício do 13º. “Essa emenda foi aprovada por 43 votos em plenário, visa, sobretudo, fazer justiça para os servidores públicos que estão sendo maltratados, sempre recebendo com atraso e tendo que ir ao banco pedir o 13º salário através de empréstimo, o que é um absurdo “, diz.
(Com informações da Assessoria)

Justiça derruba veto à venda da Cedae no Rio. E a Corsan?

O relator, desembargador José Roberto Lagranha Távora, entendeu que a emenda aprovada pela Alerj quebrava a confiança e a segurança jurídica no processo de Recuperação Fiscal com a União, no qual a Cedae foi dada como garantia a um empréstimo de R$ 2,9 bilhões.

A decisão acolheu o pedido de liminar feito pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) em Ação Direta de Inconstitucionalidade.

A PGE, na ação, questionava a votação da Assembléia Legislativa no início de dezembro, quando os deputados derrubaram um veto do governador Pezão e restabeleceram a emenda que proibia a venda da empresa.

A venda da Cedae era uma condição para o acordo do Estado com a União no Regime de Recuperação Fiscal. Em votação tumultuada em fevereiro de 2017, projeto de lei do governo que autorizava a transação passou por 41 votos a 28.

Em setembro, por 48 votos a 0, a Alerj aprovou emenda que tirava a Cedae do acordo. Na ocasião, 20 deputados tinham mudado de lado.

Pezão vetou o texto, mas os deputados estaduais derrubaram o veto por uma votação ainda maior: 44 votos a 1.

A  Procuradoria, então, recorreu ao Tribunal de Justiça, que agora deu sua decisão, em caráter liminar.

É um precedente que pode inspirar a inclusão da Corsan no acordo que o governo gaúcho pretende assinar com a União, nos mesmos termos.

Livro denuncia danos causados por mineradora no Baixo Amazonas

“Antes a água era cristalina, pura e sadia”.
Esse é o título do livro recém-lançado pela Comissão Pró-Índio de São Paulo. A publicação destaca impactos de 40 anos da mineração em Oriximiná, cidade do oeste paraense.
O livro reúne depoimentos de moradores do Quilombo Boa Vista e das comunidades ribeirinhas Boa Nova e Saracá.
Eles denunciam poluição e redução no nível dos rios a partir da instalação de 25 barragens de rejeitos.
A empresa apontada como responsável pela maior parte dos problemas é a Mineração Rio do Norte.
Lúcia Andrade, coordenadora da Comissão Pró-Índio e autora do estudo, afirma que, devido a atividade mineradora, a população do Baixo Amazonas passou a ter dificuldade de acesso à água potável e apresenta diversas doenças associadas à contaminação dos rios, como alergias de pele e respiratórias.
Amarildo Santos de Jesus, do Quilombo Boa Vista, conta que a mineração em Oriximiná aterrou o igarapé onde a comunidade pescava.
“O igarapé foi baixando, foi baixando. A gente caía n´água no igarapé pra tomar banho. Hoje o igarapé secou tanto que a gente cobre a costa do pé. A gente percebeu que a água sumiu, baixou muito.”
Ilson Santos, da comunidade ribeirinha Saracá, também reclama do baixo nível dos rios e da polução das águas.
A pesca já não é suficiente para sustentar a comunidade e parte das famílias migraram para a área urbana, onde sobrevivem de forma precária.
“A gente está sofrendo um impacto lá com a mineradora. A nossa água que, além de suja, a gente tá percebendo que ela tá diminuindo cada vez mais. As outras coisas, como problema de doença, que a gente não tem nada definido da empresa, deixa somente a sujeira, não tem confirmação de nada, não tem uma palestra.”
O livro da Comissão Pró-Índio de São Paulo faz uma série de recomendações para órgãos públicos e para a Mineração Rio do Norte, que atua na região de Oriximiná.
Em nota, a empresa afirma que realiza investimentos socioambientais no Baixo Amazonas.
A Rio do Norte diz ainda que a água que abastece as comunidades é monitorada e está própria para consumo humano. A empresa, no entanto, considera importante aprofundar as pesquisas sobre a qualidade da água, bem como avaliar o impacto de outras atividades econômicas.
O Ibama recebeu a pesquisa da Comissão Pró-Índio e afirma que vai analisar os dados. O órgão informa que acompanha sistematicamente o empreendimento em Oriximiná e monitora os impactos sobre recursos hídricos.
(Com Agência Brasil)

Parcão tem nova pista para caminhadas

As quatro empresas que adotaram o Parque Moinhos de Vento – Melnick Even, Hospital Moinhos de Vento, Zaffari e Panvel – entregaram a principal obra de 2018, a nova pista de caminhada, uma das grandes aspirações dos frequentadores.
Foram investidos R$ 300 mil na pista de 490 metros e obras complementares, que demandaram quatro meses de trabalho.
Foram 7 novos canteiros com a colocação de 6 mil mudas e 10 placas educativas ao redor do trajeto, sinalizando para o cuidado com a nova obra.
A obra da nova pista exigiu obras de drenagem para diminuir os alagamentos do parque.
Complementando o novo visual foram feitas melhorias no canteiro central da Av. Goethe, entre a 24 de Outubro e Mostardeiro, também adotado pelas empresas..
Novas barreiras para entrada de carros no parque foram colocadas.
Seis funcionários terceirizados fazem os serviços de poda, rega, capina, corte de grama, limpeza e cuidado com o paisagismo existente.
A engenheira civil, Cláudia Lima, gerente de incorporações da Melnick Even, é a responsável pelas obras do parque.
Para 2019 estão previstas a reforma do moinho, que deverá iniciar em março, e a recuperação do lago.
(Com informações da assessoria de imprensa

Confrontos com a polícia no mês de dezembro: 20 mortos em 16 dias

Os cinco criminosos mortos em Trindade do Sul, neste domingo,16, elevam para 20 o número de mortos em confrontos com a Brigada Militar neste mês de dezembro.

O total inclui a morte de um refém, o subgerente do Banco do Brasil Rodrigo Mocelin da Silva, 37 anos, embora ainda não se saiba de que arma partiu o disparo que o vitimou.
No ano passado, segundo a Secretaria da Segurança Pública, foram 92 mortes em confrontos, uma média de 7,6 casos por mês. Este ano, pelos dados disponíveis, relativos ao primeiro semestre, a média subiu para 10,5 mortes por mês.
O número de dezembro é, portanto, o dobro da média mensal nos primeiros seis meses de 2018.