O deputado Adão Villaverde (PT) pediu que o governador José Ivo Sartori se desculpe com o jornalista Matheus Chaparini, do Jornal Já, preso na última quarta-feira, enquanto trabalhava cobrindo a desocupação da Secretaria da Fazenda pela Brigada Militar. O vídeo com a fala do deputado foi publicado em suas redes sociais.
A fala foi feita na tribuna da Assembleia Legislativa, na tarde desta quarta-feira, 22. O deputado falou em nome das bancadas do PT e do PSOL, condenando o que consideraram “uma prisão arbitrária e violenta.”
Villaverde recordou ainda o caso do jornalista Alfredo Daudt, do Jornal Comércio. Em 1987, o repórter foi detido pela Brigada Militar enquanto cobria uma manifestação do Cpers em frente ao Palácio Piratini. Na ocasião, ao saber do episódio, o então governador Pedro Simon chamou o jornalista ao Palácio para pedir desculpas oficialmente. Villaverde cobrou que Sartori tome uma atitude semelhante.
“O governador deve pedir escusas também ao Jornal Já , onde o repórter trabalha, e explicar a toda a sociedade gaúcha sua política de segurança pública e direitos humanos em relação à criminalização dos movimentos sociais, reorientando sua ação diante dos protestos, normais na democracia”, afirmou o deputado.
Categoria: Geral
Deputados cobram posição de Sartori por prisão de jornalista
Servidores Municipais decidem manter greve e terão ponto cortado
Em Assembleia Geral realizada, pelo Simpa (Sindicato dos Municipários de Porto Alegre) na manhã desta quinta-feira,no Centro de Eventos do Parque Harmonia, os servidores decidiram manter a greve após nova proposta do governo que apresentou três cenários.
Após decidirem manter a greve, os municipários marcharam até o Paço Municipal.
A tarde o prefeito José Fortunati anunciou em coletiva o fim das negociações com a categoria. Fortunati alegou dificuldades e perda na arrecadação do Município. Os funcionários que aderirem a paralisação terão seu corte no ponto.
O Sindicato aguardava uma nova proposta do Governo para reiniciar as negociações.
Uma nova reunião da diretoria deve decidir os rumos da greve.
Confira a proposta encaminhada, na tarde de ontem,22 pelo vice-prefeito Sebastião Melo ao servidores:
Cenário 1:
a) 1% retroativo a maio de 2016;
b) 8,2% em dezembro de 2016.
Cenário 2:
a) 1% retroativo a maio de 2016;
b) 2% em outubro de 2016;
c) 4% em dezembro de 2016;
d) 2% em janeiro de 2017.
Cenário 3:
a) 1,2% retroativo a maio de 2016;
b) 2% em outubro de 2016;
c) 4,2% em dezembro de 2016;
d) 1,6% em janeiro de 2017.Cpers denuncia tentativa de criminalização de professores
O Cpers/Sindicato denunciou nesta quarta-feira, dia 22, uma tentativa de criminalização dos professores que se posicionaram ao lado dos estudantes, durante a ocupação de escolas feitas por alunos da rede pública estadual. Segundo o sindicato, um vídeo postado em rede social ataca os professores, defendendo a tese que o Cpers é responsável pelas ocupações e que há professores instrumentalizando as ações estudantis.
O sindicato publicou um comunicado em seu site:
“O Cpers em suas instâncias deliberou por não medir esforços no sentido de apoiar os estudantes, fornecendo-lhes todo apoio necessários, material e imaterial, jurídico e como não poderia deixar de ser estimulando a categoria do magistério a se solidarizar nas escolas.
A educação é um bem comum e todas e todos, dos trabalhadores à comunidade escolar, tem o dever de defendê-la. Nenhum dos debates que o vídeo apresenta são assuntos proibidos à relação educador x aluno: qual seria o motivo para não debater o monopólio das comunicações e sua visão parcial? Qual seria o motivo para orientar os alunos a terem cuidado com a circulação de pessoal dentro da escola? Apenas um grupo ideologicamente alinhado com a perseguição ao direito democrático de expressão de opinião poderia ver nisso doutrinação, desconhecendo inclusive o mais básico direito estabelecida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9394/96) “Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
Princípios do ensino
I – Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II – Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber;
III – Pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas;
IV – Respeito à liberdade e apreço à tolerância;
V – Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
VI – Gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
VII – Valorização do profissional da educação escolar;
VIII – Gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;
IX – Garantia de padrão de qualidade;
X – Valorização da experiência extra-escolar;
XI – Vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
XII – Consideração com a diversidade étnico-racial”.
Por isso, o Comando Estadual de Greve do CPERS apresenta sua defesa pública dos professores envolvidos na denúncia e afirma: educar é debater, expressar opiniões, construir pensamento crítico e agir coerentemente com estes preceitos; repudiamos as tentativas de distorcer a realidade. Convocamos o conjunto da categoria a lutar contra toda forma e tentativa de criminalização das lutas”Governo responde à reivindicações de professores em greve
O governo estadual respondeu, nesta quarta feira, dia 22, a pauta de reivindicações apresentada pelos professores da rede pública estadual, que estão em greve. A principal reivindicação, aumento de salário, não foi atendida, mas outras foram contempladas. Elas serão levadas aos professores na assembleia geral da categoria, sexta-feira, às 13h30, no Gigantinho.
A Secretaria Estadual da Educação reafirmou o compromisso de revogar a criação de um grupo de trabalho que avaliaria a gratificação do difícil acesso. Também foi prometido, no documento entregue ao Comando de Greve do Cpers, a nomeação de professores sempre que necessário e a priorizar o pagamento da autonomia financeira das escolas.
O governo estadual, igualmente, prometeu encaminhar R$ 40 milhões para obras nas escolas, até o final de junho, uma das principais reivindicações dos alunos que ocuparam os estabelecimentos de ensino durante a greve dos professores.
A Secretaria da Educação se comprometeu a não descontar os dias parados da greve, desde que os professores apresentem um calendário de recuperação das aulas. Sobre o reajuste salarial, o governo alegou que não pode se comprometer com o pedido devido à situação financeira do Estado.Governo e escolas independentes fecham acordo para o fim das ocupações
O acordo firmado entre Secretaria de Educação e os estudantes do Comitê de Escolas Independentes, no Centro Judicial de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), no sexto andar do Foro Central, acertou o fim das ocupações.
No dia 16, já havia ocorrido uma reunião entre as parte e o consenso estava muito perto. Pouco mais de 2 horas foram suficientes para selar o acordo. Agora, os estudantes tem pouco menos de dois dias para desocupar as escolas.
“Acertamos com os estudantes que eles terão até o meio-dia de quinta-feira para saírem das escolas. A partir daí, as direções assumem e nós teremos o retorno às aulas normalmente”, disse o secretário de Educação, Luís Antônio Alcoba, ao deixar a audiência de conciliação.
O acordo acontece uma semana após Governo e entidades estudantis garantirem o fim das ocupações em reunião na Assembleia Legislativa. O Comitê, formado por 18 escolas, não havia participado da negociação, o que gerou novos episódios, como a ocupação da Secretaria da Fazenda no dia seguinte.Municipários ocupam Câmara de Vereadores e cobram proposta melhor da Prefeitura
Sem acordo com o executivo municipal, funcionários públicos do município ocupam o plenário da Câmara desde a tarde desta terça-feira. A sessão plenária desta quarta-feira já está cancelada e a Câmara ainda não ingressou com pedido de reintegração de posse. O presidente da Câmara, vereador Cássio Trogildo (PTB), garante a manutenção dos servidores no plenário e se comprometeu a fazer a interlocução com o governo. Os municipários estão em greve desde o dia 14.
Pela manhã, o comando de greve se reuniu com o vice-prefeito Seastião Melo e apresentou uma contraproposta. Melo se comprometeu a levar a pauta ao prefeito José Fortunati e uma nova reunião foi marcada para o início da tarde. Neste segundo encontro, a Prefeitura propôs condicionar a efetivação do aumento à arrecadação do Município.
Quadros do vice-prefeito, Sebastião Melo, e do prefeito, José Fortunati, receberam narizes de palhaço / Jornal Já
Os municipários consideraram que não houve avanço nas negociações e decidiram ocupar o plenário da Câmara até que a Prefeitura apresenta uma nova proposta.
A proposta do executivo municipal prevê um reajuste de 9,28%, que seria diluído em quatro parcelas, sendo efetivado em janeiro de 2017. A primeira parcela seria de 1%. Os grevistas pedem que a parcela seja de 3% e que o pagamento seja concluído ainda este ano, para evitar que a eleição de um novo prefeito possa prejudicar o acordo firmado com a atual gestão.Cpers define na sexta-feira fim ou continuação da Greve
HIgino Barros
Com o avanço das negociações entre professores em greve e governo estadual, o Comando de Greve do CPers/Sindicato convocou para a próxima sexta-feira, dia 24, no Gigantinho, assembleia geral da categoria, às 13h30. Nessa segunda-feira a paralisação completou 38 dias:
“Estamos abertos ao diálogo e a negociação, como sempre estivemos. Sexta-feira, as propostas enviadas pelo governo serão avaliadas em nossa assembleia geral. A categoria é quem vai decidir os próximos passos da nossa mobilização”, explicou a presidente do Cpers, Helenir Schürer.
Reunião com Alcoba
O Comando reuniu-se com o secretário da Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas, para exigir que os compromissos assumidos pelo governo, na sexta-feira, sejam incluídos no oficio encaminhado ao CPERS. Foram incluídas questões como a não criminalização ou perseguição a professores, funcionários de escola que estiveram na permanência do CAFF; bem como alunos que estiveram nas ocupações, o repasse das verbas para a merenda e a manutenção das escolas e a urgente nomeação de professores e funcionários de escola.
Além disso, os educadores solicitaram que fique mais claro no documento o compromisso assumido pelo governo de que o processo de reenquadramento do Difícil Acesso irá cessar e de que os grevistas não terão desconto dos dias parados.
Foi reafirmado também a importância do governo Sartori (PMDB) apresentar, o quanto antes, um calendário para o pagamento do Piso Salarial. “Pedimos que nos apresentem uma proposta dizendo o que, quando e de que forma podem pagar.”, disse a presidente do Cpers.
O secretário comprometeu-se em encaminhar o documento com as respostas para o Sindicato o mais breve possível.Ocupações: clima é de retirada nas escolas remanescentes
FELIPE UHR
A um dia da reunião (ocorre nesta terça as 14h30) entre Governo do Estado e o Comitê de Escolas Independentes (CEI), o clima já era de desocupação. A reportagem do Jornal Já esteve nesta segunda-feira (21) em cinco escolas estaduais, quatro que pertencem ao Comitê e registrou como anda as últimas ocupações em Porto Alegre.
| Ramiro Furquim/Jornal Já
Não há um comunicado oficial, mas as evidências apontam para o fim das ocupações uma semana depois do primeiro acordo entre Governo e entidade estudantis, quando na Assembleia assinaram um acordo, de sete pontos, prevendo as desocupações das escolas. O Comitê de Escolas Independentes (CEI), que ficou de fora das negociações, iniciou nova conversa com o governo, que agora está chegando ao fim.
| Ramiro Furquim/Jornal Já
No Paula Soares, nem todos os estudantes confirmam, mas a retirada deve ocorrer na terça ou na quarta-feira. Segundo o estudante Sérgio Campos, presidente do Grêmio estudantil, é preciso apenas a definição das datas de repasse e pontos que o Governo assumiu. “Já tem o acordo” falou. Alguns alunos da escola discordaram, afirmam que ainda querem discutir a retirada da PL/44 e outros pontos. Somente com a resolução deles, sairão do colégio.
Marcos Mano: “estamos satisfeitos” | Ramiro Furquim/Jornal Já
No Emílio Massot, primeira escola do Rio Grande do Sul ocupada, os alunos já estão recolhendo colchões e cobertas, limpando as dependências da escola. Marcos Mano, presidente do Grêmio, se disse satisfeito com as conquistas que a escola mais precisava: falta de professores e garantia no repasse para obras de reparo. “Amanhã a escola terá livre acesso a todos” garantiu.
No Julinho, limpeza geral | Ramiro Furquim/Jornal Já
O mesmo clima já se percebe na maior escola estadual do Rio Grande do Sul, o Julinho. Lá os alunos já fazem as últimas limpezas e organizam o material para irem embora, mas ainda querem participar ativamente da reunião com o Governo do Estado. “Queremos mais verba para merenda e reformas na fiação” ressaltou, a estudante do 2º ano Camila. Os alunos admitem, devem desocupar na quinta-feira seja qual for o acordo estabelecido.
A faixa RESISTIREMOS fica até quinta | Ramiro Furquim/Jornal Já
No Instituto de Educação, Direção e alunos tentavam um acordo, sem sucesso, no momento em que a reportagem chegou. Os alunos só aceitam dizer quando desocuparão após reunião com a Secretaria de Educação. Professores pediam a liberação da escola para os demais a partir deste quarta-feira.
Professora Alessandra, do Instituto de Educação, conversa com estudantes | Ramiro Furquim/Jornal Já
No IE, um dos pontos exigido pelos alunos será a descriminalização dos movimentos, por parte do governo, e da ocupação realizada na Secretaria da Fazenda na última quarta-feira. Na ocasião a Brigada prendeu 43 pessoas, 33 menores, 10 adultos entre eles o repórter do Jornal Já, que fazia a cobertura para o jornal.
Tobias, do IE | Ramiro Furquim/Jornal Já
Apesar de não ter uma definição, os estudantes sairão nos próximos dias. “Tudo tem seu fim, estamos cansados” admitiu um dos estudantes, o secundarista Tobias Camisolão. Uma das diretoras, a professora Alessandra Bohm, queria o consenso com os alunos. “Queríamos ajudar eles, para que não haja intervenção militar”. Alessandra se refere a decisão judicial que obriga os ocupantes a liberarem as escolas para os alunos que desejam ter aulas, podendo permanecer com a ocupação. Na escola as principais reivindicações são um maior repasse para as merendas, vale-transporte intermunicipal livre e reparo na fiação dos corredores da escola.
Reunião do CEI | Ramiro Furquim/Jornal Já
Quando reportagem foi embora, uma reunião do Comitê com a presença de um advogado e representantes de oito escolas, ocorria no Instituto. Os estudantes acertavam os últimos pontos antes da reunião que deve culminar para o fim das primeiras ocupações de escolas estaduais da história do Rio Grande do Sul.
| Ramiro Furquim/Jornal Já
A escola Protásio Alves não está mais ocupada. Dentro dela, apenas um segurança, professores membros da diretoria e o duas funcionárias da limpeza. Entre elas, Patrícia Belmonte. A funcionária afirma que o colégio entregue estava limpo. “sujeira só no refeitório, coisa de adolescente” ressaltou. Colchões e barracas já estão em sacolas no colégio aguardando a retirada dos alunos.Câmara não aprova faixa exclusiva para coletivos na Ipiranga
Nem os bons resultados reconhecidos pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) com a implantação de faixas exclusivas para o transporte coletivo na Zona Sul foram suficientes para convencer doze vereadores porto alegrenses a aprovar mesma ação na avenida Ipiranga. 16 não votaram.
A proposta, que sugeria implantação de faixas exclusivas para ônibus e lotações em toda a Avenida Ipiranga – da Avenida Borges de Medeiros até a Avenida Antônio de Carvalho – nos dois sentidos Centro-Bairro/Bairro-Centro, é do vereador Marcelo Sgarbossa (PT).
A Ipiranga possui uma das maiores concentrações de veículos da cidade por ser um corredor de serviços e comércio: duas grandes universidades, shoppings e hipermercados, além de conectar dezenas de bairros. O projeto buscava incentivar o uso do transporte público, pois há grandes engarrafamentos em muitos trechos da via, que ocasionam série de atrasos nos horários dos coletivos.
Faixa exclusiva na avenida Bento Gonçalves | Fabiana Siqueira/PMPA
O vereador assinala também que esse tipo de faixa exclusiva é de baixo custo, de fácil implantação e dá baita diferença na fluidez para os coletivos. “Isso vai garantir uma maior regularidade no cumprimento dos horários, com a diminuição do tempo de duração das viagens e de espera para os passageiros que aguardam nas paradas”, diz.
Na Zona Sul, as viagens das 45 linhas que circulam no local tiveram uma redução média no tempo das viagens de 27%, nos horários de pico. As avenidas Bento Gonçalves, na zona norte, e Brasil, na zona leste, também tem faixa exclusiva. Foram vencidos Fernanda Melchionna e Prof. Alex Fraga, do PSOL; Adeli Sell, Marcelo Sgarbossa e Sofia Cavedon, do PT; e os usuários de ônibus que passam pelo eixo da avenida Ipiranga.
Lista de vereadores contra a proposta de Indicação que sugere a implantação de faixas exclusivas para o transporte coletivo na Ipiranga:
Delegado Cleiton, João Bosco Vaz, Márcio Bins Ely e Mauro Zacher, do PDT; Idenir Cecchim, Mendes Ribeiro e Valter Nagelstein, do PMDB; Guilherme Socias Villela, João Carlos Nedel e Kevin Krieger, do PP; Paulinho Motorista, do PSB; e Clàudio Janta, do SD.
Não votaram:
Dinho do Grêmio, Dr. Thiago e Reginaldo Pujol , do DEM; Jussara Cony, do PCdoB; Lourdes Sprenger, do PMDB; Rodrigo Maroni, do PR; José Freitas e Waldir Canal, do PRB; Bernardino Vendruscolo, do PROS; Airto Ferronato, do PSB; Cassio Trogildo, Dr. Goulart, Elizandro Sabino, Luciano Marcantônio e Paulo Brum, do PTB; e Mauro Pinheiro, do REDE.Audiência de conciliação pode dar fim às ocupações de escolas
Estudantes das escolas ocupadas e o secretário estadual da Educação, Luis Antônio Alcoba, terão uma audiência de conciliação na tarde desta terça-feira.
A reunião acontece as 14h, no Foro Central, com mediação da juíza Geneci Campos, do Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania).
O estudantes integram o Comitê das Escolas Independentes (CEI), que não se sentiu contemplado pelo acordo firmado entre Governo do Estado e entidades estudantis como a UBES (União brasileira dos Estudantes Secundaristas) e o grupo Juntos.
O acordo previa a desocupação das escolas, em troca, o executivo se comprometia a não encaminhar o Projeto de Lei 44/2016 este ano e a repassar R$ 40 milhões para melhorias na infraestrutura das escolas.
Nesta segunda-feira, o Infante Dom Henrique e o Santos Dummond, duas escolas ligadas ao CEI, foram desocupadas. A estimativa é de que 15 escolas permaneçam ocupadas em Porto Alegre.
No interior, onde a maioria das ocupações estava ligada às entidades estudantis, o movimento perdeu força.











