O economista Eduardo Fagani, pesquisador da Unicamp, disse uma coisa assombrosa em entrevista no Atualidade, da Rádio Gaúcha: 75% da economia que o governo pretende extrair com a reforma da Previdência, vai sair dos que ganham até 1.400, reais.
Interessante é que os entrevistadores sempre tão loquazes e questionadores ficaram sem palavras. E a âncora chamou os comerciais.
Diga-se: o economista foi chamado ao programa por instância dos leitores que reclamam do pensamento único a favor da reforma, defendida em cada frase como “única saída para equilibrar as contas públicas”.
Se o número que o economista apresenta é verdadeiro, a reforma é uma imoralidade, um crime.
Para equilibrar as contas, e dizendo que combate privilégios, o governo vai cortar R$ 1 trilhão da Previdência, tirando a maior parte dos miseráveis, que mal conseguem sobreviver com o que ganham?
Perguntas que fogem à pauta.
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