Autor: da Redação

  •  “Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados”, de Eurico Salis, em exposição na PUC/RS

     “Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados”, de Eurico Salis, em exposição na PUC/RS

    No dia 4 de novembro, sexta-feira, às 17h, a PUCRS Cultura promove a abertura da exposição Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados, composta por retratos publicados no livro de mesmo nome, de Eurico Salis. A atividade, que conta com a presença do fotógrafo, ocorre no Saguão da Biblioteca Central da PUCRS (Prédio 16), onde a exposição fica disponível até o dia 29 de novembro. Além disso, o artista fará a Oficina de retrato como identidade cultural, com turmas nos dias 7 e 8. Ambas acontecem das 14h30 às 15h30 no espaço físico do Ateliê PUCRS Cultura, localizado no térreo do prédio 30, na Escola Politécnica do Campus da PUCRS.  A atividade gira em torno da produção fotográfica do livro Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados, que deu origem à exposição. Falando sobre a concepção da obra, o autor compartilha com os participantes da oficina as diferentes etapas do seu processo de criação: desde a abordagem das pessoas retratadas até as técnicas de fotografia e tratamento de imagem. As inscrições para participar estão abertas e são gratuitas, com vagas limitadas. A presença na oficina confere um certificado de horas complementares de acordo com a carga horária da atividade.

                O novo projeto do fotógrafo Eurico Salis, que abrange o lançamento de um livro, a exposição de fotos e as oficinas e palestras, mergulha na alma humana e emerge criativo, potente, forte e impactante. O trabalho de campo para captação das imagens percorreu nove regiões do RS e mais de quarenta cidades, em 20 mil quilômetros trilhados pelas estradas rurais e urbanas do Rio Grande. “Foi uma experiência forte, onde a vida foi acontecendo ao vivo, cheia de surpresa e retornos de pessoas reais. Um processo muito rico e humano”, afirma Salis. O livro, com 150 retratos feitos ao longo do ano de 2022, tem texto de apresentação de Sergius Gonzaga e textos de Anilson Costa, nas versões português e inglês, tem o apoio da Lei Rouanet e patrocínio de diversas empresas gaúchas.

    Retratos Gaúchos. Foto: Eurico_Salis/ Divulgação

      A exposição fotográfica é composta por 24 painéis de 1,20 x 90cm, todos retratos publicados no livro. Já a mostra digital, que contém fotos do livro, os autorretratos feitos durante o processo, vídeos de bastidores, curiosidades, tem outro tipo de amostragem e, além de ser apresentada no período das exposições presenciais, também estará disponível nas redes do projeto.

                Eurico Salis é autor de diversos livros de fotografia, como Caminhos Gaúchos – Olhar dos Viajantes (2005), Porto Alegre – Cenas Urbanas, Paisagens Rurais (2008), Cidades Gaúchas – Paisagens Urbanas (2010), Rio Grande do Sul – O Solo e o Homem (2013), A Força da Terra, (2015) e Rio Grande do Sul – Homens e Máquinas (2017). Entre suas premiações estão o Prêmio Joaquim Felizardo de Fotografia e o prêmio de melhor livro concedido pela Abigraf-RS (Associação Brasileira de Indústria Gráfica) em 2012. Realizou a exposição fotográfica The Power of the Land, com fotografias de pequenos agricultores brasileiros, na ExpoMilão 2015, Itália. No ano seguinte levou esta mesma exposição para uma mostra individual em Paris e Bruxelas. “No Rio Grande do Sul, entre os virtuosos mestres desta arte, sobressai-se, o nome de Eurico Salis. Acompanho sua carreira há muitos anos com indisfarçável admiração. Recordo duas de suas obras que me parecem esplêndidas: Piás, Prendas e Peões e RS: Cultura e identidade. Em ambas, o retrato das pessoas configura-se em sintonia com a moldura da paisagem sociocultural. O humano e seu contexto harmonizam-se de modo dialético, compondo uma suma na qual a expressão vigorosa dos indivíduos traduz concomitantemente a energia do cenário”, afirma Sergius Gonzaga, amigo e admirador de sua obra, no texto de apresentação de Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados.

    SERVIÇO:

    Retratos Gaúchos – Olhares Inesperados – Exposição de fotografias

    4 de novembro (sexta-feira) até 29 de novembro (terça-feira)

    Saguão da Biblioteca Central – Térreo do Prédio 16

    Entrada gratuita, aberta ao público

    Oficina de Retrato 

    Turmas 7 ou 8 de novembro (segunda e terça-feira)

    Das 14h30 às 15h30

    Ateliê PUCRS Cultura – Térreo do Prédio 30

    Inscrições gratuitas: https://webapp.pucrs.br/inscricao-siproex/?projeto=4fe6efd955847c24

    Este projeto está sendo viabilizado com a Lei Rouanet e Pro-Cultura RS .Tem patrocínio das seguintes empresas: Stihl, BanriCard, Buffon, Corsan, Rio Grande Seguros e Previdência, Ventos do Sul Energia

    Apoio: PUCRS e Instituto Caldeira

    Redes do projeto:

    Facebook – https://www.facebook.com/Retratos-Ga%C3%BAchos-102688545744741/

    Instagram – https://www.instagram.com/retratos_gauchos/

  • Banda Osvalda dá sua versão para o rock produzido no sul do Brasil

    Banda Osvalda dá sua versão para o rock produzido no sul do Brasil

     

    Os clássicos do rock gaúcho ganham versão personalista e original na interpretação da banda Osvalda, atração que abre a programação de novembro do projeto Mistura Fina no próximo dia 03, quinta-feira, às 18h30min, no Foyer Nobre do Theatro São Pedro. A produção e a realização são da Primeira Fila Produções em correalização com o Theatro São Pedro. Como medida de acessibilidade é oferecida o serviço de audiodescrição pela OVNI Acessibilidade Universal, que está presente em toda a programação, desde a sua primeira edição. A entrada é franca (confira mais informações no “Serviço”).

    A banda OSVALDA, criada por mulheres que estão na linha de frente da música do sul do Brasil, traz no repertório o rock produzido no RS, há décadas. Biba Meira na bateria, Julia Pianta na percussão, Raquel Pianta na guitarra e no vocal, Julia Barth nos vocais e Letícia Rodrigues no baixo tocam suas versões de Saracura, Bixo da Seda, Taranatiriça, Defalla, Replicantes, Graforréia Xilarmônica e Garotos da Rua, entre outras bandas importantes. Não sem dar sua cara, seu humor, suas versões. Afinal, trata-se de uma banda de mulheres, algumas delas super atuantes no dito rock gaúcho.

    A cada nova edição, e pelo quarto ano consecutivo, o projeto Mistura Fina apresenta a diversidade da produção musical brasileira. Tem financiamento da Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás).

    Sobre as convidadas:

    Biba Meira – Baterista, percussionista e educadora musical, iniciou sua carreira musical em 1984 na banda Urubu Rei. Em 1987, foi escolhida a segunda melhor instrumentista do ano pela revista musical BIZZ. Referência para dezenas de bateristas no Brasil por seu trabalho com o DeFalla, banda que ganhou vários prêmios nacionais com os dois primeiros discos, entre eles, melhor baterista, melhor vocalista, melhor letrista e melhor disco. Em 2015, fundou As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, que é o primeiro grupo de percussão e bateria formado exclusivamente por mulheres em Porto Alegre. Recentemente, lançou seu primeiro disco solo, “Suave Coisa Nenhuma”, premiado com o Troféu Açorianos 2018.

    Julia Pianta (baterista e percussionista). Natural de Porto Alegre, iniciou seus estudos musicais, ainda criança, na Escola de Música Beethoven, com aulas de bateria e coral infantil. Em 2017, adquiriu experiência com educação infantil dando aulas de música na escola canadense Maple Bear e como mestra de bateria, dentro do grupo de percussão da Faculdade de Medicina da PUC. Bacharela em Música Popular pela UFRGS, dentro da universidade fez parte do Coletivo das Gurias do Instituto de Artes e foi bolsista de Iniciação Científica por dois anos, com ênfase em Etnomusicologia. Desde 2016 atua como professora e regente do grupo As Batucas – Orquestra Feminina de Bateria e Percussão, nas turmas de percussão e pandeiro.

    Raquel Pianta (guitarra) – Formada em Música Popular pela UFRGS. Atualmente atua como vocalista e guitarrista da banda Hibizco. Professora de música no Grupo Vocal das Batucas, no Clube Social Pertence e também particular.

    Julia Barth (vocais) – Julia Barth é musicista, cineasta, dj e produtora cultural. Foi uma das fundadoras do projeto Girls Rock Camp Porto Alegre e coordena o Mulheres Amplificadas. Toca baixo nas bandas 3D e Cine Baltimore e é vocalista d’Os Replicantes desde 2006 e dos Alcalóides desde 1998.

    Letícia Rodrigues (baixo) – Começou na música como baixista em Santa Maria nos anos 90 na Jenny Dorme Suja. Veio para Porto Alegre nos 2000 para fazer mestrado e seguir o caminho das Neurociências, no qual se encontrou na bateria com os Planondas, Transmission e Autobahn e foi baixista na MESS. Durante um pós-doc em São Paulo, foi baterista das Radioativas, que lançaram disco pela Baratos Afins. Hoje, é guitarrista e vocalista da Cine Baltimore, guitarrista da 3D e baixista turbulenta.

    Sobre o projeto Mistura Fina

    Depois de passar um período sendo realizado em formato virtual – de abril de 2020 a agosto de 2021 – o projeto Mistura Fina está de volta, agora, de forma presencial, no Foyer do Theatro São Pedro, apresentando a diversidade da produção musical brasileira.  “Resistimos e, graças a Secretaria de Estado da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura e à Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), chegamos em 2022 com a quarta edição do projeto, garantindo o encontro entre a arte e o público, motor principal do Mistura Fina”, afirma Letícia Vieira, produtora do projeto.

    O projeto, este ano, conta com 30 apresentações, com uma linha curatorial ainda mais diversa, trazendo Arthur de Faria e Nanni Rios à frente da curadoria. Somando, uma forte parceira do projeto, a OVNI Acessibilidade Universal, que presta serviço desde a primeira edição e estará junto, com audiodescrição em todos os dias do evento.

    Com produção e realização da Primeira Fila Produções e correalização do Theatro São Pedro, apoio da OVNI Acessibilidade Universal, assessoria de imprensa da Silvia Abreu e patrocínio da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás), o Mistura Fina exibe a pluralidade da produção musical que se destaca no cenário local e estadual do País. Iniciado em 2018, o projeto abrigou grandes expressões da música, em shows temperados com arte e alta performance artística que se exibiram no Foyer Nobre do Theatro São Pedro.

    Na presente edição do Mistura Fina, já se apresentaram Alma Lusitana e Jairo Klein (30/06), Andrea Cavalheiro e Michel Dorfman (07/07), Bebeto Alves (14/07), Dessa Ferreira (21/07), Gelson Oliveira (28/07), Dudu Sperb (04/08), Duo Vozes de Dandara (11/08), Nelson Coelho de Castro (18), Bel Medula (25/08), Glau Barros (01/09), Pedro Longes (08/09), Loma Pereira (15/09), Zé Adão Barbosa (22/09), Zé Caradípia (29/09), Fernando do Ó e Giovanni Berti (06/10), Nina Fola (13/10), Gustavo Kraemer ( 20/10) e Cleômenes Júnior (27). No dia 10 de novembro a atração é Pâmela Amaro (10/11).

    Siga o projeto nas redes:

    @misturafinamusica

    @primeirafilaproducoes

    @ovniacessibilidadeuniversal

    @teatrosaopedro

  • OSPA realiza concerto gratuito em Encantado, na programação de Natal da cidade

    OSPA realiza concerto gratuito em Encantado, na programação de Natal da cidade

    A cidade de Encantado é a próxima parada da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). Parte da Série Interior – que neste ano já levou a sinfônica a Taquara, Pelotas e Lajeado – a apresentação ocorre no domingo, 6 de novembro, às 19h30, na Igreja Matriz São Pedro. O violoncelista e maestro interino do Coro Sinfônico da OSPA Diego Schuck Biasibetti conduz o concerto, que conta com a participação da soprano Paolla Soneghetti. O acesso é gratuito.

    Igreja Matriz São Pedro . Foto: Divulgação Prefeitura de Encantado

    O concerto, que tem o apoio da Prefeitura Municipal de Encantado, além da Associação Comercial e Industrial (ACI-E) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da cidade, marca o lançamento da programação de Natal 2022 e também celebra a recente canonização de São João Batista Scalabrini – bispo italiano que esteve no município durante uma viagem em 1904. “Convidamos a comunidade a prestigiar esse evento com uma das mais renomadas orquestras do país. Vamos aproveitar para anunciar a nossa programação de Natal, que terá atrações culturais voltadas para a família e com destaque para os talentos locais”, comenta o prefeito Jonas Calvi.

    Maestro Diego Schuck Biasibetti – Foto: Cláudio Elias/ Divulgação

    Para a apresentação, o maestro montou um repertório bastante conhecido baseado no universo da música de concerto. “Minha intenção foi trazer o lado mais popular da orquestra, com músicas que estão no inconsciente coletivo, mas o público nem sempre sabe o nome”, detalha Diego Schuck Biasibetti. O concerto começa em atmosfera solene, com trechos das óperas “João e Maria” (Engelbert Humperdinck) e “Rusalka” (Antonín Dvořák), e termina em tom festivo, com a famosa “Valsa do Imperador”, de Johann Strauss. O público também deve reconhecer a animada abertura da ópera “Cavalaria Ligeira”, de Franz von Suppé, a abertura da ópera “La Gazza Ladra”, de Gioachino Rossini e “Pizzicato Polka”, dos irmãos Johann e Joseph Strauss.

    A soprano Paolla Soneghetti. Foto: OSPA Divulgação

    A premiada soprano carioca Paolla Soneghetti, que atuou nos musicais “A Noviça Rebelde” de M&B, e “Alô, Dolly!”, de Miguel Falabella, foi convidada a cantar duas peças que integram as óperas “Rusalka”, de Dvořák e “Tosca”, de Giacomo Puccini. Segundo a cantora lírica, são duas árias de apelo popular: “Essas obras têm a tendência a emocionar o público devido à beleza de suas melodias, mesmo que o ouvinte desconheça o idioma. É um repertório muito especial pra mim, espero que o público se emocione da mesma forma que eu, quando interpreto as peças.”

    Igreja Matriz São Pedro, interior Foto: Divulgação Prefeitura de Encantado

    Aviso:

    No final de semana de 5 e 6 de novembro, a Casa da OSPA, em Porto Alegre, não tem atividades previstas, portanto estará fechada ao público. A programação de novembro está repleta de concertos e recitais. Mais informações no site ospa.org.br/agenda.

    Sobre Diego Schuck Biasibetti (regente)

    Formado pela Hochschule für Künste (Escola Superior de Artes, Bremen – Alemanha) em violoncelo barroco com a profª Viola de Hoog e em viola da gamba com a Profª Hille Perl. Graduado em Regência Coral pela UFRGS com o Profº Dr. Joceley Bohrer, teve sua formação violoncelística iniciada com André Wentz em Caxias do Sul e posteriormente com Alexandre Diel. Atualmente, é violoncelo solista na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre,  integrante do Bach Brasil Ensemble, maestro interino do Coro Sinfônico da OSPA e maestro do Porto Alegre Consort / Coral Porto Alegre, onde desenvolve intensa atividade na montagem de obras vocais do período barroco.

     

    Sobre Paolla Soneghetti (soprano)

     

    Bacharel em Canto pela UFRJ, formou-se pela Academia de Ópera Bidu Sayão do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e conta com as seguintes premiações: 1º Lugar Concurso Linus Lerner 2020, 2º Lugar Boris Martinovich International Voice Competition, 1º lugar Concurso Jovens Solistas (Gramado in Concert) 2020, Prêmio de Incentivo Artístico Concurso de Canto Linus Lerner 2020 e 1º lugar Concurso Carlos Gomes 2018. Seus mais recentes papéis são Pamina e Primeira Dama em “A Flauta Mágica”, a Mãe em “Amahl e os Viajantes da Noite”, Violetta em “La Traviata” e Nella em “Gianni Schicchi”. Atuou nos musicais “A Noviça Rebelde”, de M&B, e “Alô, Dolly!”, de Miguel Falabella.

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

    Temporada 2022

    Série Interior – Encantado

    Quando: 6 de novembro de 2022, às 19h30.

    Onde: Igreja Matriz São Pedro (Encantado/RS)

    Entrada livre

     

    PROGRAMA

    Humperdinck, Engelbert | Abertura da ópera Hänsel und Gretel (João e Maria)

    Dvořák, Antonin | Mesicku na nebi hlubokém (Canção da Lua), da ópera Rusalka

    Solista: Paolla Soneghetti

    Suppé, Franz von | Abertura da ópera Cavalaria Ligeira

    Rheinberger, Josef G. | Abendlied (bleib bei uns denn es will abend werden)

    Strauss, Johann e Joseph | Pizzicato Polka

    Elgar, Edward | Nimrod, de Variações Enigma

    Rossini, Gioachino | Abertura da ópera La Gazza Ladra

    Puccini, Giacomo | Vissi d’arte, da ópera Turandot

    Solista: Paolla Soneghetti

    Strauss, Johann | Valsa do Imperador

    Regente:

    Diego Schuck Biasibetti (regente)

    Solista:

    Paolla Soneghetti (soprano)

     Direção Artística:

    Evandro Matté

    Apresentação:

    Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA)

    Lei de Incentivo à Cultura

    Patrocínio da Temporada Artística: Gerdau, Alibem e Banrisul.

    Patrocinadores da Casa da Ospa: Banrisul, Vero, Panvel, Grupo Zaffari e Gerdau.

    Apoio da Temporada Artística: Sulgás.

    Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Encantado, Associação Comercial e Industrial de Encantado (ACI-E) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

    Realização: Fundação OSPA, Fundação Cultural Pablo Komlós, Secretaria da Cultura do RS, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil. PRONAC: 192458.

    Acompanhe a OSPA pelo Instagram:

    instagram.com/ospabr

  • O blues de Ale Ravanello Combo e tributo ao Clube da Esquina, no Espaço 373

    O blues de Ale Ravanello Combo e tributo ao Clube da Esquina, no Espaço 373

     

    Ale Ravanello Blues Combo retorna Espaço 373 nesta sexta-feira (4). Acompanhado de Sergio Selbach (contrabaixo), Nicola Spolidoro (guitarra) e Clark Carballo (bateria), Ale (harmônica e vocais) interpreta um repertório de temas recheados de swing dos anos 1950 e 1960, marcados pela interação com o público.

    Ale Ravanelo Blues Combo – Foto: Zé Carlos de Andrade/ Divulgação

    No sábado (5), é a vez do Clube da Esquina Tributo relembrar a obra de Beto Guedes, Lô Borges e Milton Nascimento. O grupo formado por Alemão Jef (voz e violão 12 cordas), Zeca Garcia (guitarras), Daniel Vlacic (contrabaixo), Rainer Campos (bateria) e Sérgio Gomes (piano e voz) faz um apanhado de diversas fases da carreira dos artistas, destacando o álbum “Clube da Esquina” (1972), que lançou uma estética inédita e forjou um movimento que conquistou o respeito mundial de músicos, crítica e público. No repertório, “Trem Azul”, “Paisagem da Janela”, “Feira Moderna”, “O Sal da Terra”, “Caxangá”, “Trem de Doido”, entre outras.

    PROGRAMAÇÃO
    Ale Ravanello Blues Combo
    Quando: 4 de novembro | Sexta-feira | 21h
    Ingressos: R$ 35 e R$ 100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/ale-ravanello-blues-combo/1775096

    Clube da Esquina Tributo
    Quando: 5 de novembro | Sábado | 21h
    Ingressos: R$ 35 e R$ 100
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/clube-da-esquina-tributo-rs/1775103

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)
    Informações: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • A fotografia fora dos parâmetros tradicionais, de Negra Angela, na Galeria Escadaria

    A fotografia fora dos parâmetros tradicionais, de Negra Angela, na Galeria Escadaria

    Um conjunto expositivo formado por 13 fotos em grandes dimensões (2mx1m), dispostos ao longo da escadaria do Viaduto Borges de Medeiros, em pleno Centro Histórico de Porto Alegre, compõe “O mundo da Nega Angela”, título da exposição da fotógrafa Angela Cristina Ribeiro dos Santos, que inaugura no próximo dia 05 de novembro, na Galeria Escadaria (confira detalhes no “Serviço”).

    Angela Cristina Ribeiro dos Santos. Foto: Auto retrato/ Divulgação

    O professor e fotógrafo Fernando B Schmitt assina a curadoria da exposição. – Tem uma imagem do polvo segurando um monte de conchinhas e objetos do fundo do mar. Cada tentáculo repleto de coisas, em uma figura retorcida, uma escultura orgânica. É uma postura de defesa e, ao mesmo tempo, é um modo criativo e belo de lidar com os desafios da vida. Vejo a Angela, assim, meio polvo, captando e segurando mil imagens que desafiaram o olhar dela nas andanças pela vida. A analogia que  Schmitt faz entre o trabalho de Angela e o documentário “Professor Polvo” (Netflix) revela muito do que o público irá ver e perceber ao se deparar com a exposição.

    As imagens que compõem “O Mundo da Nega Angela” buscam impactar e despertar o interesse do transeunte, seja pelo colorido, seja pelo conteúdo imagético. Segundo Schmitt, as fotos são desafiadoras. – Para além de algumas obras mais figurativas, há outras que provocam o olhar. São vestígios, ambiguidades, pedaços, que desafiam e convidam o público a dialogar com a obra, ressalta.

    “O mundo da Nega Angela é um mundo muito rico, diverso, que contempla essa curiosidade que a Angela tem pela fotografia, pela vida, pelas pessoas, pelo mundo. Assim, queremos devolver para a rua, em um formato ampliado, essas pequenas coisas que, muitas vezes passam despercebidas e que, sem a atenção de um olhar curioso, não viram fotografia”, observa.

    Fernando B Schmitt conheceu Angela em um curso que ele ministrava, e, depois, ela passou a fazer parte de um grupo de estudos orientado por ele. Com a chegada da pandemia, os encontros se tornaram online até a dissolução do grupo, quando ela passou a receber uma orientação particular. Desde então, eles vêm trabalhando, juntos. – Neste ano, constatamos que o trabalho deveria ir para fora, saindo deste espaço de aprendizado, visto que ela já estava participando do Fotoclube Porto-Alegrense e de concursos de fotografia, conta. – Diante deste desejo interno de mostrar seu trabalho, procuramos um modo de expor que fosse condizente e representativo do seu trabalho, detalha.

    Angela está em busca de histórias. Quer andar pelas ruas, fotografar o que vê e lhe interessa. – Ela diz que está sempre na contramão, seu interesse está naquilo que não é perceptível, que não é revelado a um primeiro olhar. Sua percepção de mundo se desdobra nas camadas que ela desvela, transparecendo seu universo particular, analisa Schmitt. – É um universo multifacetado, repleto de interesses e de possibilidades, acrescenta. Neste sentido, a escolha do lugar foi fundamental para que a mensagem da artista chegasse a um público que normalmente não é frequentador de galerias, museus ou outro espaço expositivo. A céu aberto, a Galeria Escadaria cumpre esta função, abrigando imagens que atuam como elementos provocativos ao passante da rua.

    Fernando B Schmitt confessa que levou muito tempo, como fotógrafo e professor de fotografia, para entender que o modo de fotografar de Angela estava fora do parâmetro comum a todos os fotógrafos, ou seja, determinar uma foto, uma linha de pesquisa, um tema ou técnica que lhe seja pertinente. – Em lugar disso, Ângela se permitiu todo o tipo de experiência: fez cursos os mais variados, ingressou em uma graduação em Fotografia. Percebi que não era o domínio técnico da máquina a coisa mais importante no trabalho da Angela, mas captar aquilo que lhe é importante. Assim, ela tem interesse e curiosidade por tudo que diz respeito à fotografia e por tudo que é meio fotografável, complementa.

    Sobre a fotógrafa

    Angela Cristina Ribeiro dos Santos (Nega Angela) tem 67 anos e começou a fotografar em 2017. Seu interesse se concentra em quase tudo: detalhes, pessoas, arquitetura… Já participou de várias exposições coletivas. A mais recente é uma mostra na cidade do Porto, em Portugal, onde sua foto ficou entre as 150 escolhidas na categoria mobgrafia preto-e-branco. Também participou do livro “Porto Alegre em Imagens”, em comemoração aos 250 anos de Porto Alegre, pelo Fotoclube Porto-Alegrense, ao qual é associada. Junto ao Fotoclube Porto-Alegrense, realiza, quinzenalmente, as Segundas Culturais, em que convida palestrantes para falar sobre fotografia. Com esta exposição, ela deseja que o seu trabalho seja visto e possa abrir caminhos para todos.

  • 68ª Feira do Livro, de hoje a 15 de novembro, espera reunir cerca de 1,5 milhão de visitantes

    68ª Feira do Livro, de hoje a 15 de novembro, espera reunir cerca de 1,5 milhão de visitantes

     

    A 68ª edição de um dos maiores eventos literários a céu aberto da América Latina começa nesta sexta-feira (28) com a expectativa de reunir mais de 1,5 milhão de visitantes – 200 mil a mais do que a edição de 2019 –  e mais de mil atividades em quase vinte dias de feira. A solenidade de abertura acontece a partir das 18h, no Teatro Carlos Urbim, com as presenças do patrono Carlos Nejar e do presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur. Serão mais de 150 escritores e uma intensa programação literária que irão movimentar a Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, entre os dias 28 de outubro e 15 de novembro.

    Com uma tradição de quase sete décadas, a Feira do Livro chega com a expectativa de atender aos mais diversos tipos e gostos literários. Ao todo, serão realizadas 552 sessões de autógrafos, sendo 497 individuais ou com até quatro escritores. Além disso, estão previstas 55 sessões coletivas – com mais de cinco autores por livro, além dos autógrafos de escolas, que contabilizam 24 sessões. Os números superam e muito os registrados na edição de 2021, que chegou a 320 sessões, sendo 296 individuais e 24 coletivas.

     

    “Depois de dois anos com programações remotas ou híbridas, a Feira do Livro volta a ocupar a Praça da Alfândega proporcionando ao leitor a experiência única de poder ter contato com os livros, folheá-los, além de ter a oportunidade de encontrar seus autores favoritos e compartilhar experiências”, destaca o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur.

    Programação

     Na programação para adultos serão 76 atividades com foco em grandes lançamentos do ano, com autores que escrevem sobre temas de interesse da sociedade, como diversidade, inclusão, sustentabilidade, filosofia, tendo a literatura grande destaque, entre outros. Ao todo, serão 60 escritores gaúchos, como Clara Corleone, Letícia Wierzchowski, Júlia Dantas, Taiane Santi Martins, Daniel Galera e Samir Machado de Machado. O evento também contará com 20 escritores de outros estados, com destaque para Noemi Jaffe, indicada para o Prêmio São Paulo de Literatura, o escritor Renato Noguera e Cida Bento, eleita pela revista britânica The Economist como uma das 50 pessoas mais influentes na área da diversidade. Entre os autores estrangeiros, o destaque é o norueguês Geir Gulliksen (autor de História de um casamento, Editora Rua do Sabão, 2022) e a best-seller argentina Florencia Bonelli (O feitiço da água, Editora Planeta, 2022), que já vendeu mais de 3,5 milhões de livros em seu país.

    A área Infantil e Juvenil, que inclui os mediadores de leitura, terá 379 atividades na programação. Serão 67 escritores, sendo 40 de outros estados. Entre os autores em destaque na área infantil estão Alê Garcia, um dos 20 creators negros mais inovadores do país, segundo a Forbes. Também estarão no evento o ator Pedroca Monteiro e Daniel Kondo, autores do livro Ser o que se é (Companhia das Letrinhas), que trata sobre a importância das diferenças.

    E a literatura indígena mais uma vez estará presente no evento. O escritor e indigenista brasileiro Daniel Munduruku, a cordelista indígena Auritha Tabajara e o escritor e palestrante Olívio Jekupé farão encontros com alunos do ensino fundamental, no ciclo O Autor no Palco.

    A 68ª Feira do Livro de Porto Alegre é realizada pela Câmara Rio-Grandense do Livro e conta, atualmente, com o Patrocínio Master de Gerdau, Zaffari, CEEE Grupo Equatorial, Sulgás, Vero, a maquininha que resolve de verdade, Petrobras — patrocinadora do Espaço Jovem Petrobras, Apoio Especial da Prefeitura de Porto Alegre e Sebrae. Apoio Cultural da Kodex, Voco, SZ Working, Tramontina, Assembléia Legislativa do RS, Câmara de Vereadores de Porto Alegre, Aços Favorit e Senado Federal. Espaço cedido: Espaço Cultural Correios e Memorial do RS. Acesse a programação completa no site feiradolivro-poa.com.br e acompanhe os destaques nas redes sociais do evento no Instagram e Facebook.

    • Com Imprensa da Feira do Livro.
  • Integrando  a Feira do Livro, Clarice Lispector na pintura de Graça Craidy

    Integrando a Feira do Livro, Clarice Lispector na pintura de Graça Craidy

     

    Este ano Clarice Lispector não estará apenas nas bancas da Feira do Livro de Porto Alegre com seus muitos títulos de sucesso. A 68ª edição do evento livreiro também homenageia a escritora com uma exposição no Espaço Cultural Correios, contíguo à Praça da Alfândega. Clarices apresenta 33 retratos da escritora pintados pela artista visual Graça Craidy. A mostra será aberta no sábado (29/10), às 10h, e permanecerá em cartaz até 17 de dezembro.

    Clarice com filho. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    No dia 6 de novembro, às 18h30, o ator e diretor teatral Zé Adão Barbosa dramatizará trechos de livros de Clarice Lispector em um “Sarau Andante” dentro da exposição. No dia 17, também às 18h30 e no mesmo espaço, as especialistas na obra da autora Cíntia Moscovich, Jane Tutikian e Catia Simon comentarão sobre os “mistérios” de Clarice.

     

    Clarice na Suiça-. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    Os retratos em acrílica, aquarela e pastel oleoso, na maioria de 100 x 70 cm,  mostram a jornalista, a escritora, a mulher de diplomata, a mãe de dois meninos, a tutora do cão Ulisses, a refugiada judia ucraniana, a conselheira sentimental, a tutora do cão Ulisses, entre outras Clarices.

    Ela nasceu na Ucrânia em 10 de dezembro de 1920, veio bebê para o Brasil com os pais que fugiam da perseguição aos judeus, morou com a família no Nordeste, em Maceió e Recife, e a maior parte da vida no Rio de Janeiro. Viveu também na Europa e nos Estados Unidos. Morreu em 9 de dezembro de 1977, aos 57 anos.

    Clarice e a maquina de escrever. Obra de Graça Craidy/ Divulgação

    A artista visual, que produziu a série de retratos a partir de 2021, declara-se apaixonada por literatura em geral e por Clarice Lispector em particular. “Criei essa coleção clariceana para compartilhar com os leitores da escritora suas muitas facetas, além de estimular novos leitores a se aproximarem de sua escrita, considerada por alguns hermética, por outros reveladora de epifanias” diz Graça Craidy.

    SERVIÇO:

    O quê: Exposição Clarices, de Graça Craidy

    Quando: Abertura: 29 de outubro de 2022, às 10h.

    Onde: Espaço Cultural Correios, Rua 7 de Setembro, 1020 (entrada pela Av. Sepúlveda), Centro Histórico Porto Alegre

    Visitação: Até 17 de dezembro, de terça a domingo, das 9 às 18h

    Entrada franca

    Currículo da artista

    Graça Craidy (1951, Ijuí/RS) é artista visual e artivista pelo fim da violência contra a mulher; graduada e mestre em Comunicação (PUCRS), foi publicitária em Porto Alegre e São Paulo, professora de Processo Criativo na ESPM-Sul. Começou nas artes visuais em 1987, no curso de desenho de Dalton de Luca, em São Paulo, e em 2011 ingressou no Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, onde desenvolveu sua carreira. Possui obras no acervo do MACRS. Já realizou mais de 20 individuais, inclusive na Itália, e participou de mais de 40 coletivas, inclusive no México. Atualmente integra a exposição coletiva feminista Fora das Sombras, no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, considerado o maior museu da America Latina.

  • A Bela e a Fera – Show Musical em única apresentação, no Centro Cultural 25 de Julho

    A Bela e a Fera – Show Musical em única apresentação, no Centro Cultural 25 de Julho

     

    Neste sábado (22), às 16h, o Centro Cultural 25 de Julho apresenta A Bela e a Fera – Show Musical. O clássico inspirado na obra de Madame Jeanne-Marie LePrincede Beaumont, conta a história de Bela, que tem o pai capturado pela Fera, e decide se oferecer ao estranho ser em troca de sua liberdade. No castelo, ela descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe, que precisa de amor para voltar à forma humana.

    A ideia é que as crianças percebam que, de forma simples, todos podem contribuir para a segurança do coletivo, até as criaturas dos contos de fadas, como o amor transforma as pessoas e que o mais importante é a beleza interior e não a aparência.

    Foto: Pixie Dust Fotografia/ Divulgação

    FICHA TÉCNICA
    Direção: Adriana Goulart
    Elenco: Bruno Bottega, Camila Pires, Luciano Fernandes, Júlio César Oliveira
    Figurino: Lacinho de Princesa | Karin Bernich
    Operador de luz e som: Prego Produções
    Produção: Raiar Produções
    Realização: Adriana Goulart Produções

    SERVIÇO
    A Bela e a Fera – Show Musical
    Quando: 22 de outubro | Sábado | 16h
    Onde: Centro Cultural 25 de Julho (Rua Germano Petersen Jr., 250 – bairro Auxiliadora)

    Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada) para Clube do Assinante ZH, crianças e adolescentes até 15 anos, estudantes, idosos e deficientes com acompanhante
    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/a-bela-e-a-fera-show-musical/1733448

    Pontos de Vendas: Lojas Catarinense Criança (Shopping Total – Floresta | Avenida 24 de Outubro, 562 – Moinhos | Avenida Azenha, 1093 – Azenha)

    O Centro Cultural 25 de Julho dispõe de plataforma de acessibilidade, ar-condicionado e estacionamento próprio.

  • Escola de Música da OSPA oferece 101 vagas gratuitas para aulas e prática de canto e orquestra

    Escola de Música da OSPA oferece 101 vagas gratuitas para aulas e prática de canto e orquestra

     

    Primeira etapa do processo seletivo é feita de forma on-line até 28 de outubro
    A Escola de Música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, acaba de disponibilizar 101 oportunidades a jovens que buscam se aperfeiçoar num instrumento musical, como aluno regular, ou até mesmo integrar uma orquestra, uma banda ou um coro. As inscrições para ingresso a partir do primeiro semestre de 2023 são feitas por meio de um formulário on-line, que segue disponível no site da OSPA até 28 de outubro, às 18h.
    Tanto as vagas quanto O ingresso na Escola é feito mediante a abertura de um edital, que desta vez compreende  14 instrumentos: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, trompete, trompa, trombone, tuba, eufônio e percussão. Algumas modalidades incluem turnos distintos e acessibilidade para pessoas com deficiência. Entre as vagas, também há a oportunidade de jovens músicos integrarem três conjuntos da Escola da OSPA: a OSPA Jovem (violino, viola, violoncelo), a Banda Sinfônica (flauta, flautim, clarinete, requinta, clarinete, fagote) e o Coro Jovem.
    Escola da OSPA na Comunidade. Foto: Leonel Jacques/ Divulgação

    Atualmente, o Conservatório Pablo Komlós fica no Palacinho (Av. Cristóvão Colombo, 300) e conta com 270 alunos. O diretor da escola, Diego Grendene de Souza, comenta a importância das novas vagas: ‘‘Este edital é um marco para a Escola de Música da OSPA. 2021 foi o ano da reabertura após a pandemia e, no primeiro semestre de 2022, alcançamos o número de alunos equivalente ao que tínhamos em 2019. Com este novo edital nossa expectativa é superarmos esta marca e alcançarmos o maior número de alunos da última década, pelo menos.’’

    Foto: Vitória Proença/ Divulgação
    Para concorrer a uma vaga é necessário ler o edital completo. O pré-requisito para todas as modalidades é estar comprovadamente matriculado no ensino regular ou ter concluído o ensino médio. Nos cursos de instrumento, a idade mínima é de 8 anos e o postulante deve possuir o instrumento pertinente à vaga. Na prática de coro, o candidato deve ter entre 8 e 20 anos. Já o músico que busca ingressar na OSPA Jovem ou na Banda Sinfônica deve ter mais de 14 anos.
    O processo seletivo também tem uma etapa presencial, que consiste numa audição avaliada por professores do conservatório e músicos da OSPA, entre os dias 7 e 18 de novembro. O horário e o local da seleção serão indicados pela secretaria da Escola da OSPA, juntamente com a confirmação da inscrição. O resultado fica disponível no site da OSPA em 22 de novembro, sendo que os novos alunos iniciam o período letivo em 6 de março de 2023.

     

    Sobre a Escola de Música da OSPA

    Fundada em 1972, a Escola de Música da OSPA – Conservatório Pablo Komlós cumpre função fundamental para o fomento cultural no RS. Promove educação musical gratuita, oferecendo oportunidade de formação profissional de músicos de orquestra. Grande parte dos instrumentistas que hoje integram a OSPA estudaram na instituição, bem como muitos músicos que atuam em outras orquestras ou nas diferentes áreas da música, no Brasil e no exterior. Hoje a escola é dirigida por Diego Grendene de Souza e atende em torno de 270 alunos no Palacinho – Palácio do Vice-Governador (Avenida Cristóvão Colombo, 300). Todos os professores são instrumentistas da OSPA. Além disso, a instituição conta com grupos orquestrais, como a OSPA Jovem, regida por Arthur Barbosa, a Banda Sinfônica da Escola da OSPA, regida por Wilthon Matos, e o Coro Jovem, regido por Cosmas Grieneisen. Mantém projetos de inserção social como o Escola da OSPA na Comunidade, que leva recitais de alunos a lugares como hospitais, escolas, lares de idosos e praças, além de promover apresentações de estudantes avançados na Biblioteca Pública do Estado do RS e no Instituto Goethe. A Escola da OSPA é mantida pela Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (FOSPA), vinculada à Secretaria de Estado da Cultura do RS. A FOSPA é presidida pelo Dr. Luis Roberto Ponte e tem como diretor artístico o maestro Evandro Matté.

    Escola de Música da OSPA – Vagas para o primeiro semestre de 2023

    Inscrições, matrículas e aulas gratuitas

    Período de inscrições: das 12h de 17 de outubro às 18h de 28 de outubro de 2022

    Edital: https://bit.ly/editalescolaospa2023

    Ficha de inscrição: https://bit.ly/escolaospa2023_inscricoes

    Mais informações: site ospa.org.br/escola-de-musica, e-mail escolademusica.ospa@gmail.com e telefone (51) 3228-6737

    Acompanhe a OSPA e a Escola da OSPA no Instagram

    instagram.com/ospabr


  • Christa Berger em publicação não acadêmica com “Jurema Finamour: a jornalista silenciada”

    Christa Berger em publicação não acadêmica com “Jurema Finamour: a jornalista silenciada”

    O que apaga a história de uma escritora, repórter, engajada, inteligente, corajosa, próxima à elite intelectual brasileira nas décadas de 1950 e 1960? Por que teria sido esquecida? Por quem teria sido silenciada?

    Instigada por essas questões, a professora acadêmica Christa Berger dedicou-se, ao longo de quatro anos, na pesquisa e na escrita de  Jurema Finamour, a jornalista silenciada (Libretos Editora, 300 páginas, ISBN 978-65-86264-48-7, R$55. Na Feira: R$44). No livro, ela nos apresenta Jurema, a jornalista, romancista, escritora, viajante, feminista, cozinheira de mão cheia. Uma figura interessantíssima: foi retratada por Di Cavalcanti e por Dimitri Ismailovitch, viajou pelo mundo, tendo realizado os primeiros livro-reportagem no Brasil sobre a União Soviética, a China, a Coreia e Cuba. Entrevistou o filósofo francês Jean-Paul Sartre, a escritora alemã Anna Seghers, o cineasta italiano Roberto Rossellini e foi secretária de Pablo Neruda por três ocasiões.  “Mas para a memorialística brasileira, ela não existe: seus livros não foram reeditados e não é mencionada nas biografias dos que conviveram intensamente, como Jorge Amado, Graciliano Ramos, Candido Portinari, Carolina Maria de Jesus, Carlos Drummond de Andrade, entre outros”, coloca Christa.

    A professora aposentada da UFRGS Christa Berger. Foto: Marco Nedeff/ Divulgação

    Christa revela as possíveis causas do apagamento histórico de uma mulher presente e atuante na vanguarda do mercado editorial. Uma vida que “compõe o arquivo das histórias de mulheres cujas proezas, infortúnios e escritos não encontraram guarida no seu tempo”, observa a autora.

    A escritora Lélia Almeida exalta a iniciativa de resgate, escuta e testemunho da autora: “Christa Berger, jornalista, pesquisadora e biógrafa, com as mãos ungidas no buquê com os óleos do alecrim, do manjericão, da espada-de-são-jorge, da arruda, da guiné, da pimenta e da comigo-ninguém-pode, traz a público uma história emudecida e silente, como são as histórias das grandes mulheres que constroem os momentos mais desafiadores das histórias de seus países e que sempre são ignoradas pelo cânone intelectual e literário masculino, que lhes destina o lugar de uma ausência contundente ou de mera coadjuvante”.

    Óleo sobre tela. Retrato de Jurema Finamore por Di Cavalcanti (1945)/ Reprodução

    E conclui: “(…) convocada pela interlocução teimosa de Christa Berger, que se dedicou exaustivamente à construção deste diálogo além do tempo, podemos conhecer com mais justeza esta (Jurema) – que foi, como outras contemporâneas suas e também deslembradas – Carmen da Silva, Dinah Silveira de Queiroz, entre outras –, uma mulher que anunciava e participava da construção de um novo tempo, em que as mulheres não seriam mais cidadãs de segunda categoria.”

    Jurema com Pablo Neruda./Reprodução

    O livro tem lançamento na 68ª Feira do Livro de Porto Alegre no dia 04 de novembro (sexta-feira). Às 16h30, acontece o Painel Jurema Finamour, a jornalista silenciada, com Christa Berger, Beatriz Marocco e Lélia Almeida, na Sala Noé – Espaço Força e Luz (Rua dos Andradas, 1223). Em seguida, às 18h ocorre a sessão de autógrafos na Praça Central. O livro já está disponível no site da www.libretos.com.br

    Christa Berger. Foto: Marco Nedeff/ Divulgação

    Christa Berger

    Nasceu em Ijuí, no Rio Grande do Sul, em 1950, e vive em Porto Alegre desde 1968, com intervalos em outros lugares. Nos anos 1970, morou na Cidade do México, onde participou do movimento feminista latino-americano. Jornalista, trabalhou no Diário de Notícias e na Folha da Manhã. Mestre em Ciências Políticas (Unam/México), doutora em Ciências da Comunicação (USP/São Paulo), foi professora-pesquisadora nas faculdades de Comunicação da PUCRS, UFRGS e Unisinos. Autora do livro A terra e o texto: campos em confronto; organizadora de O jornalismo no cinema, tem artigos em coletâneas e revistas. Jurema Finamour – a jornalista silenciada é sua primeira publicação não acadêmica.

    Jurema Finamour por Dimitri Ismailovitch (1961)/ reprodução