Autor: da Redação

  • Uma proposta feminista na prefeitura, PSOL confirma Melchionna como candidata
    A chapa é encabeçada pela Deputada Federal Fernanda Melchionna, com o vice sendo o ex-árbitro de futebol Márcio Chagas. Reprodução

    Uma proposta feminista na prefeitura, PSOL confirma Melchionna como candidata

    Confirmada oficialmente na noite de quinta-feira, 10/09, em encontro virtual, a candidatura do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) para a prefeitura de Porto Alegre na eleição de 2020. A chapa é encabeçada pela Deputada Federal Fernanda Melchionna, com o vice sendo o ex-árbitro de futebol Márcio Chagas.

    A convenção também oficializou o apoio do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e da Unidade Popular pelo Socialismo (UP) à candidatura do PSOL.
    Segundo o partido, as principais metas para discutir com o eleitor são uma proposta de renda básica permanente, que pode ser de R$ 600, fortalecimento de políticas públicas de saúde e educação e participação popular.

    “Porto Alegre precisa de uma prefeita feminista, que coloque as mulheres no centro da construção das políticas públicas desde a pré-campanha até a hora de governar. Queremos uma Prefeitura que não fique em cima do muro e seja parte da resistência nacional a Bolsonaro e que faça frente a política neoliberal de retirada de direitos da classe trabalhadora”, aponta Fernanda Melchionna.

    Se eleita, Melchionna pretende interromper o processo da atual gestão de concessões e privatizações e cortar até 70% dos cargos em comissão.

    O PSOL ainda apresentou 34 candidatos(as) a vereadores, encabeçados por Roberto Robaina, Pedro Ruas, Prof. Alex Fraga, e Karen Santos.

    A campanha tem início no próximo dia 27 de setembro.

  • Rio Grande faz o maior embarque de gado vivo: 26 mil cabeças para Turquia e Líbano
    Embarque só será concluído na segunda-feira /Foto: Reprodução TV

    Rio Grande faz o maior embarque de gado vivo: 26 mil cabeças para Turquia e Líbano

    Uma mega operação de embarque está em andamento no Porto de Rio Grande, desde quarta-feira: são 26 mil bois em pé (vivos) que se destinam aos mercados da Turquia e do Líbano.

    A operação acontece no cais do Estaleiro Rio Grande, que precisou ser adaptado, e só será concluída na próxima segunda-feira, 14.

    É o maior carregamento de “carga viva” da história do terminal, segundo a superintendência  do Porto de Rio Grande.  Em março deste ano, um navio levou 20 mil cabeças de gado em pé até a Jordânia, país do Oriente Médio, um importante parceiro comercial no Brasil.

    Mais de 100 caminhões transportam os animais de três fazendas da região até o navio.

    Fiscais do Ministério da Agricultura acompanham a operação.

    Com esse carregamento, o Porto de Rio Grande atinge 70 mil animais exportados desde o início do ano.

    O embarque dos animais é feito aos poucos, respeitando os protocolos da Vigilância Sanitária.

    “O Porto de Rio Grande quer se consolidar como um dos principais portos para embarque de gado. É um desejo antigo. O abastecimento é importante tanto para o Brasil quanto para o exterior nesse tipo de proteína”, diz o superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima.

    Segundo informações da Secretaria da Agricultura, o Rio Grande do Sul é o segundo maior exportador de boi vivo do Brasil. São mais de 140 mil animais por ano.

    O embarque de gado vivo, mesmo seguindo os protocolos, é alvo de protestos dos movimentos ambientalistas e de defesa animal.

     

     

  • Liminar aponta que divisão de recursos entre brancos e negros vale para eleições de 2020

    Partidos políticos terão que dividir recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e o tempo de rádio e televisão entre candidatos brancos e negros nas eleições municipais deste ano. A decisão é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski que atendeu a pedido de liminar feito pelo Psol.

    No mês passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou a divisão, mas entendeu que a medida só poderia ser aplicada nas eleições de 2022.

    Ao analisar o caso, Lewandowski entendeu que a nova regra não vai trazer prejuízos para os partidos.

    “Segundo o calendário eleitoral, ainda se está no período das convenções partidárias, qual seja, de 31/8 a 16/9, em que as legendas escolhem os candidatos, cujo registro deve ser feito até o dia 26/9. Tal cronograma evidencia que a implementação dos incentivos propostos pelo TSE não causará nenhum prejuízo às agremiações políticas, sobretudo porque a propaganda eleitoral ainda não começou, iniciando-se apenas em 27/9”, decidiu o ministro.

    Decisão do TSE

    No dia 25 de agosto, o TSE decidiu que os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) devem ser distribuídos pelos partidos de forma proporcional entre as candidaturas de brancos e negros. Pela decisão, o critério de distribuição também deverá ser observado na divisão do tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão. A decisão foi motivada por uma consulta apresentada pela deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ).

    O entendimento da maioria foi formado a partir do voto do relator e presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. Segundo o ministro, embora as cotas para candidatos negros não estejam previstas em lei, a Constituição definiu que a promoção da igualdade é dever de todos.

    “Há momentos na vida em que cada um precisa escolher de que lado da história deseja estar. Hoje, afirmamos que estamos do lado dos que combatem o racismo. Estamos do lado dos que querem escrever a história do Brasil com tintas de todas as cores”, afirmou Barroso.

    Com informações da Agência Brasil

  • Bibo Nunes banca Carlos Bulhões como novo reitor da UFRGS
    Encerra-se no próximo dia 20 o prazo para que o Governo Federal escolha o novo reitor da UFRGS. Foto Arquivo Secom/UFRGS

    Bibo Nunes banca Carlos Bulhões como novo reitor da UFRGS

    A notícia começou a circular no começo da tarde desta quinta-feira, 10/09, e esquentou a discussão entre alunos e professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Carlos André Bulhões deve ser nomeado como o novo reitor da Universidade. A indicação saí na próxima semana. Quem afirma é o deputado federal gaúcho Bibo Nunes (PSL), que esteve nesta sexta em reunião no Ministério da Educação, em Brasília.

    Entre três chapas possíveis, Bulhões foi o terceiro colocado na eleição em julho e, portanto, integra a lista tríplice de candidatos a reitor da Universidade. A escolha, que deve sair até o dia 20 de setembro, pertence ao presidente Jair Bolsonaro, que tem na figura de Bibo Nunes um dos seus maiores defensores.

    “Se os outros candidatos não aceitarem a escolha do presidente, eles são antidemocratas e não sabem o que é respeito às leis e às normas, provam que não poderiam ser reitores, se pensam assim”, disse o deputado Nunes ao Jornal do Comércio, um dos veículos que confirmaram a notícia.

    Na votação interna, em julho, e que já deve sua dose de polêmica, o vencedor foi o atual reitor, Rui Oppermann, e sua vice, Jane Tutikian, tendo obtido o primeiro lugar no Conselho Universitário, com 45 votos, contra 29 de Karla Müller e Claudia Wassermann e três de Bulhões e Patricia Pranke.

    Já na votação da comunidade acadêmica, a chapa que mais votos obteve foi encabeçada pela professora Karla Müller, com 8.947 votos no total, contra 4.683 de Oppermann e 1.860 de Bulhões.

    Desde o último ano, norma do Ministério da Educação determina pesos diferentes aos votantes – os professores têm peso de 0,7, enquanto alunos e funcionários tem, cada um, peso de 0,15 (mais de quatro vezes menos;  com 1.454 votos do corpo docente, a vitória acabou com Rui Oppermann.

    Na votação online, a escolha em julho, que é para o quadriênio 2020/2024, houve uma participação sem precedentes. Foram computados 15.700 votos, mais que o dobro da última em eleição, em 2016, quando apenas 7.700 compareceram para votar.

    A participação de mais de 11 mil alunos fez a diferença e deu a nota polêmica da eleição. Eles votaram em massa na chapa 3, encabeçada pela professora Karla Maria Müller, diretora da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, que seria a vencedora se os votos de professores, alunos e funcionários fossem paritários.

    Mas aí entra o jogo político, e nem Oppermann e nem Müller devem ser nomeados.

    O deputado Bibo Nunes encampou a campanha pela nomeação de Bulhões, muitas vezes enfatizando o caráter “esquerdista” dos outros concorrentes. Ainda que o próprio atual reitor Oppermann se declare um moderado.

    A possível nomeação de Bulhões já gerou protestos de estudantes e há grupos de discussão online que contestam a sua nomeação e defendem o respeito à vontade da comunidade acadêmica. Se confirmada pelo presidente Bolsonaro, a indicação de Carlos Bulhões não será ilegal.

    A repercussão foi grande nas redes sociais, e o termo UFRGS chegou a ficar entre os 20 assuntos mais comentados do twitter no Brasil nesta sexta-feira.

    O DCE, entidade de representação estudantil da UFRGS, promete uma manifestação no dia 17 contra a nomeação de Bulhões.

  • Máscara será obrigatória no dia da eleição
    Plano de Segurança Sanitária elaborado por consultoria foi apresentado pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. Foto Divulgação TSE

    Máscara será obrigatória no dia da eleição

    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (8) para apresentar o Plano de Segurança Sanitária para as Eleições Municipais de 2020, elaborado pela consultoria sanitária gratuita formada por especialistas da Fiocruz e dos hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein.

    A principal mensagem da Justiça Eleitoral é a de que o eleitor permaneça de máscara desde o momento em que sair de casa, evite contato físico com outras pessoas e cumpra o dever cívico da forma mais ágil possível, sem permanecer tempo desnecessário nos locais de votação.

    Conforme o protocolo, todas as seções eleitorais terão álcool em gel para limpeza das mãos dos eleitores antes e depois da votação, e os mesários receberão máscaras, face shield (protetor facial) e álcool em gel para proteção individual. Cartazes serão afixados com os procedimentos a serem adotados por todos.

    A votação ocorrerá no dia 15 de novembro, em primeiro turno, e no dia 29 do mesmo mês, em segundo turno, onde houver.

    Além da máscara, se possível, cada eleitor deve levar sua própria caneta para assinar o caderno de votação e levar anotados os nomes e números dos candidatos (a “cola eleitoral”) para votar o mais rápido possível. A Justiça Eleitoral orienta que, de preferência, o eleitor não leve crianças nem acompanhantes para o local de votação.

    Uma importante novidade é que, neste ano, o tempo de votação foi ampliado em uma hora e começará mais cedo: o horário será das 7h às 17h. Porém, o horário das 7h às 10h é preferencial para maiores de 60 anos. Os demais eleitores não serão proibidos de votar neste horário, mas devem, se possível, comparecer a partir das 10h, respeitando a preferência.
    Quando a urna for liberada, o eleitor seguirá para a cabine de votação para digitar o número dos candidatos a prefeito e a vereador. Após votar, deverá limpar novamente as mãos com álcool em gel e sair da seção.

    “O cuidado com a saúde é muito importante. E o direito de votar e ajudar a escolher o rumo da sua cidade pelos próximos quatro anos vem logo em seguida. Convocamos os eleitores a participar desse momento relevante para a democracia com muita responsabilidade, tomando todos os cuidados sanitários indicados”, afirmou o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso. Ele também destacou que o Brasil tem a quarta maior democracia do mundo, pois conta com mais de 147 milhões de eleitores, o que dá uma média de 435 eleitores por seção eleitoral. Segundo o ministro, hoje, há mais de 95 mil locais de votação em todo o país e mais de 401 mil seções eleitorais.

    Eleitores ou mesários que estiverem com febre ou que tenham testado positivo para a Covid-19 nos últimos 14 dias anteriores à data da eleição deverão ficar em casa. No caso dos eleitores, é possível justificar a falta por esse motivo. Já os mesários precisam comunicar imediatamente à sua zona eleitoral para que seja providenciada sua substituição.

  • Volta às aulas ainda gera polêmica na maioria dos Estados
    Governo do DF suspende aulas para evitar ampliação de casos do novo corona vírus.

    Volta às aulas ainda gera polêmica na maioria dos Estados

    Com a redução da incidência e mortalidade pela covid-19 em parte dos estados brasileiros, a discussão sobre o retorno das aulas presenciais ganha força em todo o país.

    O Amazonas saiu na frente e iniciou as atividades presenciais nas escolas ainda em agosto. Mas em diversos estados a retomada ainda gera polêmica.

    Além do Amazonas, o governo do Pará autorizou o início das aulas em 1º de setembro. Em Minas Gerais, cursos de pós-graduação puderam reiniciar aulas presenciais no sábado (5).

    No Rio Grande do Sul e em Pernambuco, as unidades educacionais podem funcionar a partir do dia hoje (8). No Espírito Santo, a data fixada foi a próxima segunda-feira (14). As aulas na rede privada do Rio de Janeiro também tem início previsto para a semana que vem. Nas rede pública do Rio, no entanto, a previsão é de retomada em 5 de outubro.

    No Distrito Federal, o governo anunciou a volta às aulas para o início de agosto, mas recuou e ainda não definiu uma data.  Em diversos outras unidades da Federação os governos prorrogaram a suspensão das aulas presenciais. É o caso do Amapá e do Tocantins, até 30 de setembro; e de Rondônia, até 3 de novembro;

    As aulas continuam suspensas, sem prazo para retorno em estados como Roraima, Bahia, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Paraná e Santa Catarina. No Maranhão, o governo promoveu uma consulta sobre o tema, mas ainda não divulgou os resultados. No Piauí, o governo iniciou um debate com a comunidade sobre a volta do 3º ano do ensino médio.

    Diversos estados reclassificaram regiões e ou municípios. Em Minas Gerais, pela primeira vez uma região (a Norte) entrou na última fase, com maiores permissões de funcionamento. Em Sergipe o estado avançou da bandeira Amarela para a Verde. Em Pernambuco, os municípios da Região Metropolitana e da Zona da Mata foram atualizadas para a fase oito do plano de reabertura, que tem 11 etapas.

    Algumas Unidades da Federação lançaram programas econômicos de retomada. No Rio de Janeiro, foi criado o site Turismo Consciente para estimular o setor.

  • Em Porto Alegre 23 mil já se recuperaram da Covid

    Em Porto Alegre 23 mil já se recuperaram da Covid

    A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registra o total de 26.631 casos confirmados de pacientes de Porto Alegre com o coronavírus (Covid-19) até esta segunda-feira, 7.

    São 77.191 casos negativos e 8.248 em análise. Entre os casos confirmados, 22.910 pessoas se recuperaram da doença na Capital.

    Os serviços de Unidade de Terapia Intensiva da cidade apresentam 333 casos confirmados de Covid-19, sendo dois na pediatria, além de 29 casos suspeitos de adultos e três na pediatria.

    Situação do coronavírus em Porto Alegre em 7 de setembro:

    26.631 casos confirmados

    8.248 casos suspeitos

    77.191 casos negativos

    22.910 recuperados

    769 óbitos

    333 pacientes confirmados em UTI

    29 pacientes suspeitos em UTI

     

  • Pandemia: RS começa a semana com oito regiões com bandeira vermelha

    Pandemia: RS começa a semana com oito regiões com bandeira vermelha

    O aumento de novas internações e a proporção de casos da doença para cada 100 mil habitantes em algumas regiões, fez com que o mapa do Rio Grande do Sul se avermelhasse.

    O mapa da 18ª semana do Distanciamento Controlado ficou consolidado com oito regiões em bandeira vermelha. As outras 13 estão classificadas como de risco epidemiológico médio, em bandeira laranja.

    As regiões de Palmeira das Missões e Erechim tiveram seus pedidos de reconsideração indeferidos pelo Gabinete de Crise e permanecem na bandeira vermelha.

    Somam-se às regiões de Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo e Cruz Alta, que não enviaram recurso e também continuam na bandeira vermelha.

    Todas as oito regiões em vermelho já aderiram ao sistema de cogestão e adotam protocolos próprios.

    Por outro lado, o Gabinete de Crise acatou os pedidos de Taquara, Guaíba, Santa Cruz do Sul e Lajeado, que haviam sido classificadas preliminarmente como bandeira vermelha, mas conseguiram se manter em bandeira laranja nesta rodada.

    No total, são 17 regiões que integram a cogestão: Capão da Canoa, Taquara, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul, Lajeado e Erechim. As que estão classificadas em laranja podem adotar protocolos flexíveis, desde que não menos restritivos do que os de bandeira amarela.

    A divulgação das bandeiras definitivas, que ficam vigentes da 0h desta terça (8/9) até as 23h59 da próxima segunda-feira (14/9), foi feita nesta segunda (7/9) por meio de material publicado no portal de notícias do governo do Estado.

    O mapa definitivo, os protocolos determinados pelo Estado e os planos regionais aprovados podem ser acessados em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

    Depois da análise de recursos, o Estado ficou com 184 municípios sob bandeira vermelha, o que corresponde a 47,6% da população gaúcha (5.394.294 habitantes). Desse total, 90 municípios não tiveram registro de hospitalização e óbito por Covid-19 de morador nos 14 dias anteriores ao levantamento – equivalente a 3,6% da população gaúcha (410.320 habitantes).

    As prefeituras dessas cidades se adequam à chamada Regra 0-0 e podem, portanto, adotar protocolos previstos na bandeira laranja por meio de regulamento próprio. Basta que mantenham atualizados os registros nos sistemas oficiais e adotem, por meio de decreto, regulamento próprio, com protocolos para as atividades previstas na bandeira laranja.

    • Clique e acesse a lista de municípios que se enquadram na Regra 0-0.

    RECURSOS DEFERIDOS

    • Regiões (4)
    – Taquara (em cogestão)
    – Guaíba
    – Santa Cruz do Sul (em cogestão)
    – Lajeado (em cogestão)

    RECURSOS INDEFERIDOS

    • Regiões (2)
    – Palmeira das Missões (em cogestão)
    – Erechim (em cogestão)

    NÃO ENVIARAM RECURSO (6)

    – Capão da Canoa (em cogestão)
    – Novo Hamburgo (em cogestão)
    – Canoas (em cogestão)
    – Porto Alegre (em cogestão)
    – Santo Ângelo (em cogestão)
    – Cruz Alta (em cogestão)

    REGIÕES EM COGESTÃO (17)

    – Capão da Canoa
    – Taquara
    – Novo Hamburgo
    – Canoas
    – Porto Alegre
    – Santo Ângelo
    – Cruz Alta
    – Ijuí
    – Santa Rosa
    – Palmeira das Missões
    – Passo Fundo
    – Pelotas
    – Caxias do Sul
    – Cachoeira do Sul
    – Santa Cruz do Sul
    – Lajeado
    – Erechim

    RESUMO DO MAPA DEFINITIVO DA 18ª RODADA

    BANDEIRA VERMELHA

    – Palmeira das Missões
    – Erechim
    – Capão da Canoa
    – Novo Hamburgo
    – Canoas
    – Porto Alegre
    – Santo Ângelo
    – Cruz Alta

    BANDEIRA LARANJA

    – Santa Maria
    – Uruguaiana
    – Taquara
    – Guaíba
    – Ijuí
    – Santa Rosa
    – Passo Fundo
    – Pelotas
    – Bagé
    – Caxias do Sul
    – Cachoeira do Sul
    – Santa Cruz do Sul
    – Lajeado

     

  • Cariocas desafiam coronavírus e lotam as praias em domingo de sol
    Praia do Flamengo na zona sul do Rio de Janeiro, domingo 06 de setembro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

    Cariocas desafiam coronavírus e lotam as praias em domingo de sol

    O estado do Rio de Janeiro registrou 59 mortes e 258 casos de covid-19 em 24 horas e chegou, no sábado, aos 16.526 óbitos e 232.747 casos confirmados, segundo os dados da Secretaria de Saúde (SES).

    Observatório Fluminense Covid-19, diz que o Rio de Janeiro é o estado brasileiro com a maior letalidade da doença em relação ao número total de casos registrados, com 7,1%.

    O painel da Secretaria de Saúde do Rio mostra que, desde meados de maio, quando  atingiu um pico de casos e óbitos confirmados por dia, a média semanal é constante, sem quedas significativas.

    Apesar desse quadro preocupante, das advertências e restrições, cariocas e turistas voltaram a desrespeitar as regras da prefeitura e ocuparam, neste domingo (6) de sol, as areias das praias do Rio.

    As fotos das praias superlotadas ganharam a mídia e as redes no domingo.

    Em nota, a Prefeitura do Rio fez um “apelo à população para que siga as regras do plano de flexibilização” e afirmou que o descumprimento traz “graves consequências”.

    “Quem vai às ruas em condições inadequadas e descumprindo as regras sanitárias, pode não só contrair a doença, mas também contaminar outras pessoas, incluindo seus familiares em casa”, diz o texto, que ninguém levou a sério.

  • Por enquanto, Justiça permite que processo de impeachment de Marchezan prossiga
    Marchezan concorre a reeleição e ao mesmo tempo se defende na Câmara de vereadores. Foto Anselmo Cunha/PMPA

    Por enquanto, Justiça permite que processo de impeachment de Marchezan prossiga

    A disputa entre Marchezan e os vereadores de Porto Alegre já parou na Justiça e na noite de sexta-feira, 05/09, ganhou mais um round, vencido pela Câmara municipal. Uma liminar da Justiça gaúcha permite que a casa legislativa de continuidade ao processo de impeachment contra o prefeito. Tudo isso em pleno período eleitoral.

    O desembargador Alexandre Mussoi Moreira, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJ-RS), decidiu suspender a liminar que tinha interrompido o processo. Agora, a comissão de impeachment na Câmara poderá dar continuidade aos trabalhos, o que deve ocorrer na terça-feira, dia 8.

    Para o desembargador Moreira, a defesa de Marchezan não deixou claro que houve prejuízo à defesa do prefeito e que não houve erro processual da Câmara.

    No dia 01/09, outra liminar tinha suspendido o processo de impeachment contra o prefeito Nelson Marchezan Júnior.

    Vale lembrar que o primeiro turno das eleições vai ocorrer no dia 15 de novembro, e a princípio, o processo de impeachment deveria ser votado dia 9 de novembro, dias antes do primeiro turno. Mas, com a guerra judicial em curso, os prazos do processo são imprevisíveis.

    O uso de recursos do Fundo Municipal de Saúde para pagamento de gastos com publicidade é a base para as denúncias encaminhadas a Câmara Municipal. Dados disponíveis no Portal Transparência do Executivo mostram ter o prefeito autorizado a aplicação de R$ 2.414.465,14 deste fundo em despesas de divulgação publicitária. Mas o montante pode chegar a R$ 3.122.799,40, usados para os pagamentos de material, não apenas com órgãos de imprensa da capital, mas também “além dos limites do Município de Porto Alegre”. Quando, em 5 de agosto, a Câmara aprovou a abertura do processo de impeachment, a votação foi de 31 a favor e quatro contra.

    Marchezan deve novamente recorrer e tentar trancar o processo na justiça.