Autor: da Redação

  • Estudo inédito comprova que incentivos fiscais “falharam e devem ser revistos”

    Estudo inédito comprova que incentivos fiscais “falharam e devem ser revistos”

    Uma equipe de especialistas* coordenada pelo economista Sérgio Wulff Gobetti, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, trabalhou um ano num estudo inédito sobre as isenções de impostos como forma de atrair investimentos – política largamente utilizada nas últimas décadas na maioria dos Estados.

    Os resultados estão publicados no relatório “Benefícios Fiscais no RS: Uma Análise Econômica dos Incentivos do ICMS”.

    O Rio Grande do Sul é um caso exemplar do que ocorre em todo o País, por conta da “guerra fiscal”  que se alastrou a partir de 1990, quando os Estados começaram a oferecer incentivos cada vez maiores para atrair empreendimentos.

    Os autores advertem que o trabalho “não é conclusivo” mas  o texto deixa claro que os incentivos fiscais como política de fomento “falharam e devem ser revistos”.

    “Foi um dos estudos mais completos já realizados sobre as desonerações no RS e iniciativa pioneira no país”, destacou na apresentação nesta segunda-feira, o secretário adjunto da Fazenda, Jorge Tonetto.

    O estudo mostra que no Rio Grande do Sul, as “desonerações tributárias” somaram  R$ 10 bilhões em 2019.

    Considerando apenas o que é “gasto tributário”, ou seja o que gera perda de imposto, foram  R$ 8,2 bilhões que o tesouro estadual deixou de arrecadar em 2019.

    Esse valor é praticamente o dobro do déficit registrado pelo tesouro estadual no ano.

    A pesquisa não conseguiu aferir com precisão se incrementos à economia e ao emprego corresponderam ao que o governo perdeu em arrecadação.

    Muitos casos examinados, porém, apresentaram resultado negativo: os incentivos nem incrementaram a economia, nem geraram ampliação do emprego.

    A expressão “incentivos fiscais” engloba uma série de mecanismos em que o imposto é o usado para estimular a economia:  isenções, reduções de base de cálculo,  créditos presumidos, desonerações.

    Além da perda de receita para os cofres públicos, os incentivos fiscais levam a uma outra distorção grave: para compensar a redução da arrecadação, os governos de modo geral recorreram ao aumento seletivo de imposto sobre combustíveis, energia e comunicações, setores que respondem por quase metade do ICMS.

    Segundo Gobetti, há simulações que demonstraram que essa prática  “amplia e não atenua a regressividade do imposto”.  Ou seja, faz com que os contribuintes de menor renda sejam os que mais mais perdem.

    Isso porque, embora produtos da cesta básica tenham baixa carga tributária (como carnes e laticínios),  o aumento de combustíveis, energia e comunicações, acaba impactando mais os contribuintes de baixa renda.

    “Além disso, há produtos não essenciais consumidos quase exclusivamente pelas classes médias e altas, como automóveis, que têm uma carga tributária mais baixa do que a média do ICMS. Dessa forma, segundo as estimativas realizadas, cerca 40% dos benefícios fiscais ao consumidor beneficiam a parcela dos 20% mais ricos”, afirmou.

    Resultado: “O ICMS custa, em média, 14,7% sobre a renda das famílias mais pobres e apenas 3,4% sobre a renda das famílias mais ricas”.

    Outro ponto polêmico é a ampliação do emprego, uma das principais justificativas da isenção do imposto.

    Segundo o economista Rodrigo Leandro de Moura, da Secretaria de Planejamento do Ministério da Economia, no estudo “não há evidências claras e robustas que a desoneração do ICMS, via crédito presumido, gerou impacto positivo no mercado de trabalho do Rio Grande do Sul”.

    O economista também destacou estudo do Ministério da Economia, em âmbito federal, que afirma que a desoneração da cesta básica de alimentos é regressiva. “Os 20% mais pobres se apropriam de 10% do benefício tributário, enquanto os 20% mais ricos se apropriam de quase 30% do benefício. São resultados muito parecidos com os estudos do Rio Grande do Sul”, destacou.

    Veja aqui a íntegra do estudo: https://fazenda.rs.gov.br/upload/1599677676_ESTUDO_Beneficios_Fiscais_RS_08_setembro_2020.pdf

    EQUIPE TÉCNICA
    -Sérgio Wulff Gobetti – Coordenador do Grupo Técnico (economista do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada, cedido à Sefaz-RS
    -Letícia Lagemann – Divisão de Estudos Econômicos da Receita Estadual
    -Fernando Maccari Lara – Divisão de Estudos Econômicos e Fiscais do Tesouro Estadual
    -Carla Monteiro e Katrine Guewehr – Equipe de estatísticos da Statsoft (Núcleo Sefaz-RS)
    -Júlio César Graziotin – Ex-auditor fiscal da Receita Estadual
    -Eugênio Lagemann – Ex-auditor fiscal da Receita Estadual e ex-professor do Departamento de Economia da UFRGS
    -Fernando Ioannides Lopes da Cruz, Rodrigo Daniel Feix e Sérgio Leusin Júnior –
    -Departamento de Economia e Estatística da Seplag-RS
    -Luciana de Andrade Costa e Marcos Tadeu Caputi Lélis – Programa de Pós-Graduação em Economia da Unisinos
    -Maria Carolina Gullo – Departamento de Economia da Universidade de Caxias do Sul
    -Nelson Leitão Paes, Rodrigo Leandro de Moura e Igor Vinicius de Souza Geracy –Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria do Ministério da Economia.

    .

  • Coligação do MDB e mais seis partidos confirma Melo como candidato à prefeitura de Porto Alegre

    Coligação do MDB e mais seis partidos confirma Melo como candidato à prefeitura de Porto Alegre

    Foi oficializada nesta segunda-feira, 14/09, a candidatura do deputado estadual e ex-vice prefeito Sebastião Melo à prefeitura de Porto Alegre.

    A convenção municipal do MDB da capital foi realizada de forma virtual e confirmou a coligação “Estamos Juntos Porto Alegre” com os partidos: MDB, Democratas, Cidadania, Solidariedade, PRTB, PTC e Democracia Cristã. Esta deve ser a maior união de partidos para o pleito de 2020. A chapa majoritária é composta por Melo e Ricardo Gomes (DEM). Gomes fez parte do governo do atual prefeito Marchezan, mas rompeu com o executivo municipal após ser aprovada na Câmara um projeto que revisou os valores do IPTU da Capital.

    O candidato do MDB destacou que essa aliança entre partidos tem um propósito claro: “Queremos devolver a cidade ao cidadão. Precisamos de um prefeito que dialogue, que viva a cidade”, sustentou Sebastião Melo, em uma alfinetada no atual prefeito Nelson Marchezan Júnior.

    “Não vamos aumentar impostos. Nem um centavo. Estamos analisando com muita seriedade se temos como rever o aumento que ocorreu”, disse Melo, que pretende centralizar os licenciamentos e finalizar obras, como a reforma do segundo andar do Mercado Público e rever o Plano Diretor. “O Plano Diretor tem que ser um indutor do desenvolvimento sustentável da cidade”, ressaltou.

    Líderes do MDB, como os ex-senadores Pedro Simon e José Fogaça (que também já ocupou o Paço Municipal) apoiaram a chapa encabeçada por Melo.

    Além da chapa majoritária o MDB confirmou também sua nominata de 50 candidatos a vereador.

  • Empresária Carmen Flores abandona corrida à prefeitura de Porto Alegre

    A empresária Carmen Flores, do PSC, decidiu não concorrer como candidata a prefeita de Porto Alegre na eleição do próximo novembro. Mas ela vai sair como candidata a vereadora. Quem ficou a pé foi o ex-goleiro Mazarópi, que seria vice na chapa com Carmen e não vai participar do pleito.

    “Não foi uma decisão fácil, mas temos muitos candidatos e muita divisão na cidade. O partido é pequeno, a gente está começando um trabalho pensando em 2022”, justificou Carmen, que está no PSC desde março passado. A saída da chapa Flores/Mazarópi foi divulgada durante a convenção do partido, que vai ter, além de Carmen, mais 32 nomes na disputa pela Câmara. O PSC ainda afirma que não participará de nenhuma coligação nesta eleição.

    Carmen tinha disputada uma vaga em 2018 como senadora por outro partido, o PSL, mas saiu do partido. No mês passado ainda teve negado recurso especial no Tribunal Eleitoral que a condenou por irregularidades na sua conta eleitoral. Ela terá que devolver R$ 153,7 mil ao Tesouro Nacional em decorrência de doações eleitorais irregulares e uso ilegal e não comprovação de despesas com verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (Fefc).

    Com a desistência de Carmen Flores, devem ser 12 os candidatos na corrida ao paço municipal de Porto Alegre, sendo que três mulheres restam na disputa: Fernanda Melchionna (PSOL), Juliana Brizola (PDT) e Manuela d’Ávila (PCdoB).

  • Prefeitura de Porto Alegre propõe volta às aulas presenciais em outubro

    Prefeitura de Porto Alegre propõe volta às aulas presenciais em outubro

    A prefeitura municipal de Porto Alegre apresentou, na tarde desta segunda-feira, 14/09, uma proposta de cronograma e de protocolos para a retomada das atividades presenciais de ensino em Porto Alegre.

    Pela ideia, a Educação Infantil poderá ser aberta a partir de 28 de setembro para alimentação, atividades de apoio e adaptação. Em 5 de outubro, estariam autorizadas a atender presencialmente as escolas de Educação Infantil, 3º ano do Ensino Médio, Educação Profissional e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

    O protocolo sugerido indica que a cada duas semanas uma nova etapa seja regularizada. A partir de 13 de outubro, ficam liberadas as refeições e atividades de apoio em todas as outras escolas. A data prevista para retorno do Ensino Fundamental 1 e Educação Especial é 19 de outubro, e do Fundamental 2, Especial e 1º e 2º anos do Ensino Médio, 3 de novembro.

    A gestão de Nelson Marchezan Júnior pretende discutir as sugestões com entidades que representam as instituições de educação básica e ensino superior, públicas, comunitárias e privadas.

    “Os pais não são obrigados a mandar os filhos. Estamos dizendo que há segurança para mandar os filhos. É claro que vamos continuar com atividades remotas, mas é muito importante voltar às atividades educacionais, seis meses parados é muito. Por isso, esperamos que os pais sejam paulatinamente conquistados para essa volta, não podemos fazer essa retomada sem a confiança dos pais”, indicou o secretário municipal de Educação, Adriano Naves de Brito, em live ao lado do prefeito Marchezan Júnior, que enfatizou: “Vamos iniciar uma conversa um pouco mais específica com as entidades sobre a proposta de calendário e protocolos, mas a decisão será das escolas e dos pais”.

    Segundo a prefeitura, a minuta foi construída pelo grupo especial formado para debater o tema e o Comitê Técnico de Enfrentamento ao Coronavírus. Em março, a prefeitura suspendeu todas as atividades educacionais em Porto Alegre como forma de diminuir o contágio pela Covid-19.

    As sugestões de protocolo incluem orientações sobre uso de máscaras, proibição de eventos e suspensão de reuniões presenciais, por exemplo.

    Também há regramento para o transporte escolar, limpeza e cuidados com os ambientes e normas para detecção precoce de casos e mitigação de transmissão, incluindo a comunicação com o sistema de saúde. Sendo que cada aluno só poderá ficar um turno na escola a cada dia.

    Alimentação – A Secretaria Municipal de Educação retomará a partir do dia 28 de setembro a oferta de alimentação nas 43 escolas municipais e 207 comunitárias de Educação Infantil. Desde março, foram distribuídas às famílias de alunos mais de mil toneladas de alimentos adquiridos com recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar. Foram mais de 487 toneladas para alunos de Ensino Fundamental, 189 para a Educação Infantil estatal e 344 para as escolas comunitárias.

    Mobilidade – A educação movimenta cerca de 400 mil pessoas na cidade. Com a retomada total das aulas, 29 linhas de ônibus que circulam de acordo com o calendário escolar serão reativadas. Antes da pandemia, eram cerca de 78 mil passageiros por dia com vale escolar.

  • Covid-19: mortes no Brasil chegam a 131 mil

    O Ministério da Saúde informou, neste domingo (13), que foram registradas 14.768 novas infecções de covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 4.330.455 casos desde o início da pandemia.

    Deste total, 3.573.958 são de recuperados.

    O número atualizado de óbitos por causa da doença agora é de 131.625, sendo que 415 mortes foram notificadas entre ontem (12) e hoje.

    Segundo o ministério, há 624.872 casos em acompanhamento. A taxa de letalidade está em 3% e a mortalidade/100 mil habitantes está em 62,6. A incidência de casos do novo coronavírus por 100 mil habitantes é de 2.060,7.

    São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de mortes (32.606), seguido por Rio de Janeiro (16.990), Ceará (8.686), Pernambuco (7.874) e Pará (6.344).

    Já Roraima é tem o menor número de óbitos em decorrência do novo coronavírus (610). Em seguida estão Acre (640), Amapá (678), Tocantins (806) e Mato Grosso do Sul (1.065).

    São Paulo também lidera o número de casos, com 892.257, seguido por Bahia (282.517), Minas Gerais (252.263), Rio de Janeiro (242.491) e Ceará (227.449). Os estados com menos casos são Acre (26.166), Amapá (45.853), Roraima (46.478) e Mato Grosso do Sul (59.077).

    Rio de Janeiro e São Paulo
    No Rio de Janeiro, foram registrados até este domingo (13), 242.491 casos confirmados e 16.990 óbitos por coronavírus em todo o estado, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Os números representam um aumento de 1.715 casos e cinco mortes em relação ao boletim divulgado ontem (12). Há ainda, até o momento, 378 óbitos em investigação. Entre os casos confirmados, 220.090 pacientes se recuperaram da doença.

    Já em São Paulo, nas últimas 24 horas, foram registradas mais 39 mortes e 1.567 novos casos confirmados de covid-19. Os dados divulgados hoje (13) pelo Governo de São Paulo revelam que, desde o início da pandemia, o estado contabilizou 32.606 óbitos e 892. 257 casos acumulados do novo coronavírus.

  • INSS anuncia retomada do atendimento presencial, mas usuários encontram agências fechadas

    INSS anuncia retomada do atendimento presencial, mas usuários encontram agências fechadas

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciou a reabertura de agências para atendimento presencial a partir desta segunda-feira (14) em todo o país.

    O anúncio provocou grande confusão na maioria das agências, que não ofereciam atendimento. O INSS advertiu que a retomada seria gradual,  mas a informação que circulou, mesmo na agência oficial do governo, gerou a confusão.

    Nesta primeira fase de reabertura, somente os atendimentos agendados  seriam realizados nas agências, incluindo, em alguns casos, a retomada da perícia médica previdenciária, em unidades específicas.

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que as maiores 600 agências reabririam nesta segunda-feira, após mais de cinco meses de atendimento remoto.

    “As pessoas só devem ir às agências estando com agendamento prévio feito pelo telefone 135 ou pelo aplicativo ‘Meu INSS’. “Qualquer dúvida pode ser tirada pelo 135 ou pelo chat Helô, dentro do aplicativo”, afirmou o presidente do INSS, Leonardo Rolim Guimarães, na última sexta-feira (11), ao anunciar a reabertura.

    O horário de funcionamento das agências será de 7h às 13h, de segunda a sexta.

     

  • Em ato conjunto, PT e PCdoB lançam Manuela d’Ávila como candidata a prefeita da Capital gaúcha

    Em ato conjunto, PT e PCdoB lançam Manuela d’Ávila como candidata a prefeita da Capital gaúcha

    Em uma assembleia virtual conjunta, no final da tarde deste sábado, 12/09, foi oficializada a candidatura de Manuela d’Ávila (PCdoB) prefeita e Miguel Rossetto (PT) vice em Porto Alegre.

    O encontro virtual contou, segundo os organizadores, com a participação de cerca de 600 pessoas diretamente via plataforma digital e teve depoimentos ao vivo de moradores da cidade, além de vídeos com apoios de personalidades e políticos, como os músicos Chico Buarque, Caetano Veloso; o cineasta Jorge Furtado; o ex-governador Olívio Dutra, entre outros.

    “Existem muitas coisas que nos unem: os profissionais ameaçados do Imesf e as comunidades que lutam pelo não fechamento dos postos de saúde; as professoras da nossa rede municipal e as mães que lutam por vagas nas creches e nas escolas de educação infantil. Existe algo que une as trabalhadoras que vivem a falta de água na Lomba do Pinheiro e as pessoas que vivem as cheias da região do Sarandi; que une o movimento antirracista e quem não suporta mais andar de ônibus lotado e caro; algo que une a turma da cultura, da arte, do carnaval, as trabalhadoras e trabalhadores municipários, as protetoras dos animais, a juventude LGBT”, disse Manuela ao abrir a convenção, enfatizando que sua futura gestão será de contínuo diálogo com a cidade e as comunidades, promete.

    Manuela ainda fez um apelo as candidaturas de centro-esquerda, como às de Fernanda Melchionna (PSOL) e Juliana Brizola (PDT): “não estamos todas juntas no primeiro turno, mas marchamos do mesmo lado. Construímos a unidade possível”.

    Entre as principais propostas da coligação estão a oferta de microcrédito para micro e pequenos empreendedores, visando retomada de crescimento após a pandemia do coronavírus; a abertura de escritórios de regularização fundiária na cidade; a redução do valor da tarifa de transporte coletivo urbano; e a retomada do Orçamento Participativo (OP). Além do fortalecimento da gestão pública de saúde e educação e valorização de servidores públicos.

    Os dois partidos juntos ainda indicam 87 nomes para concorrer a vagas no legislativo municipal.

  • Com uma chapa feminina, PDT lança Juliana Brizola como concorrente à prefeitura de Porto Alegre

    Com uma chapa feminina, PDT lança Juliana Brizola como concorrente à prefeitura de Porto Alegre

    Neste sábado, 12/09, também foi a vez do Partido Democrático Trabalhista (PDT) aprovar, em convenção virtual e por unanimidade, o nome de Juliana Brizola (PDT) e da professora Maria Luiza Loose (PSB) para disputar o pleito municipal de 2020 em Porto Alegre.

    Também foi aprovada, por unanimidade, a nominata completa de vereadores, 54 nomes que disputarão eleição à Câmara Municipal.

    Juliana Brizola afirmou que o principal foco da campanha será a educação. “Porto Alegre precisa de um abraço, de um carinho, como se fosse de uma mãe. Porto Alegre pede socorro. E nós, que somos mães, entendemos que Porto Alegre não acolhe as crianças como deveria. Tem de ser uma cidade para as crianças, porque, se não é uma cidade para crianças, é para quem? Nosso compromisso número 1 é com uma educação pública de qualidade, em tempo integral, com vagas nas creches que devem ser garantidas para as nossas mães trabalhadoras. Queremos trazer esse olhar feminino, esse olhar acolhedor. Queremos acolher cada porto-alegrense, que precisa voltar a ter orgulho dessa cidade”, elencou Brizola.

    A aliança entre PDT e PSB é estratégica para os partidos e visa fortalecer laços a uma candidatura de Ciro Gomes (PDT) ao cargo de presidente em 2022. Ciro foi uma das lideranças nacionais que discursaram na convenção que confirmou Juliana Brizola candidata em Porto Alegre

  • Ex-prefeito Fortunati está na corrida ao executivo de Porto Alegre, agora no PTB

    Ex-prefeito Fortunati está na corrida ao executivo de Porto Alegre, agora no PTB

    Após comandar a Capital de 2010 até o final de 2016, o ex-prefeito José Fortunati foi oficializado como candidato a prefeito de Porto Alegre em convenção municipal do PTB, que foi realizada durante a manhã deste sábado, 12/09.

    “Agradeço a toda Porto Alegre a honra e a responsabilidade de ser oficializado pelo meu partido, o PTB, como candidato a prefeito. Este é o início de uma importante caminhada. Uma caminhada que faremos juntos, todos aqueles que querem uma cidade melhor”, declarou Fortunati, que pretende apostar no diálogo e conciliação – nem direita, nem esquerda, mas porto-alegrense, definiu sua candidatura.

    Os dois partidos que já integram a coligação majoritária também participaram do anúncio, representados por seus presidentes: Rubens Rebes do Patriota e Marco Vieira do Podemos. Como não foi ainda oficializado o vice da chapa, os partidos ainda estão na briga. Fortunati flertou com o PP para compor o vice, mas os Progressistas bancaram Gustavo Paim, em candidatura confirmada de última hora.

    Também foi oficializada pelo PTB a nominata para concorrer ao Legislativo. O partido lançará 49 nomes na disputa para a vereança.

    Fortunati quer a construção de uma cidade voltada ao cuidado com as pessoas, geração de oportunidades, emprego e renda para o enfrentamento da crise pós pandemia, focando em comércio, turismo e tecnologia de informação. E dando especial atenção à educação e à saúde. Ele também avisou que não pretende disputar a reeleição, caso seja eleito este ano.

  • PSD terá vereador Nagelstein na disputa pela prefeitura de Porto Alegre

    PSD terá vereador Nagelstein na disputa pela prefeitura de Porto Alegre

    Valter Nagelstein será o representante do PSD nas majoritárias de Porto Alegre, tendo como vice o delegado João Carlos da Luz Diogo, também do PSD.

    Vereador, Nagelstein pretende atrair um eleitor conservador e focar na retomada econômica e no apelo a segurança pública, fato que contribuiu para a nomeação de seu vice.

    O partido lançou em sua convenção virtual neste sábado, 12/09, 39 candidatos à Câmara de Vereadores

    As principais metas do partido são a retomada econômica, programas de assistência social e a criação de um escritório de regularização fundiária. Além de focar nas obras inacabadas da cidade.

    Apresetando-se como um crítico das gestões municipais, Nagelstein diz que pretende retomar obras e o crescimento da cidade. “Tenho certeza que todos nós compartilhamos uma insatisfação. E a certeza de que Porto Alegre pode ser muito melhor. Um prefeito serve para a zeladoria da cidade. O prefeito tem de se ocupar pessoalmente dessas coisas: tem de ver que a calçada está mal conservada, que a rua está cheia de buracos e usar a tecnologia por meio de softwares para permitir que cada cidadão seja um fiscal”, falou Nagelstein.