Autor: da Redação

  • Ballet Vera Bublitz e as revelações da dança em noite de gala, no Theatro São Pedro

    Ballet Vera Bublitz e as revelações da dança em noite de gala, no Theatro São Pedro

    O Theatro São Pedro recebe neste sábado, 1º de outubro, às 16 horas, a X Gala Excelência em Dança do Ballet Vera Bublitz. No espetáculo, a mais tradicional escola de dança do Estado reforça sua vocação de revelar talentos para o mundo e de trazer grandes nomes nacionais e internacionais do ballet para os palcos do Rio Grande do Sul. Dessa vez, os convidados são o solista Luiz Paulo Martins, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e a revelação do Teatro Escola Basileu França, de Goiás, o bailarino André Luiz Marra Rozano. No mesmo dia, às 11 horas, haverá também formatura com apresentação dos alunos do Ballet Vera Bublitz. Os ingressos estão à venda na Cel. Lucas de Oliveira, 158, pelo telefone (51) 99933-3310.

    A bailarina Júlia Dias Xavier .Foto: Daniel Martins/ Divulgação

    Além da dança, o canto também vai brilhar no palco do Theatro São Pedro. Nos dois horários, será realizada uma apresentação da Bublitz Academia de Musicais, com um trecho de “A Pequena Sereia”, com a solista Débora Neto e outros cantores da academia. Serão três cenas, o solo da Ariel “Parte do Seu Mundo”, a música do Sebastião com os bichos do fundo do mar “Aqui no Mar” e o solo da Ursula “Escravos da Dor/ Encantamento”.

    “A gala é a celebração da dedicação dos nossos bailarinos de todos os níveis durante um ano de trabalho. Neste período, buscamos a excelência não só no país, como no exterior. Nossos alunos foram convidados para intercâmbios em importantes companhias do mundo, como Ópera de Paris, na França; Royal Ballet School em Birmingham Royal Ballet, na Inglaterra; Conservatório de Dança Annarella Sanchez, em Portugal; e American Ballet Theatre, nos Estados Unidos. Quem for ao Theatro São Pedro vai se encantar com nossos talentos e com bailarinos que são referência na atualidade da dança no Brasil”, orgulha-se Carlla Bublitz, uma das diretoras do Ballet Vera Bublitz.

    A bailarina Julia Quinto. Foto: Nando Espinosa/ Divulgação

    O solista do Theatro Municipal do Rio Janeiro, Luiz Paulo Martins, é uma das atrações. Martins vai apresentar a coreografia Chamas de Paris, ao lado da bailarina Julia Quinto do Ballet Vera Bublitz. Natural do Rio de Janeiro, ele teve em sua formação com grandes nomes da dança como Zélia Íris, Shirley Pereira, Margherita Tostes, Ana Palmieri, Romulo Ramos, Jorge Teixeira, Tadheo de Carvalho, entre outros. Já participou de grandes festivais de dança, obtendo importantes premiações, além de prêmios como melhor bailarino. No ano de 2019 foi contratado pela Cia Virginia National Ballet (Virginia- USA). Em 2021, foi contratado pela Cia BEMO e pelo Ballet Theatre of Maryland (BTM), onde dançou grandes obras como: Paquita, Noites de Walpurgis, Bodas de Aurora no Reino do Amor, Corsário e o ballet O Lago dos Cisnes. Atualmente, é bailarino contratado do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

    A bailarina Gabi Menegat. Foto: César Rodrigues/ Divulgação

    Outra atração nacional é o bailarino André Luiz Marra Rozano, que conquistou vários prêmios da dança e integrou a Companhia Jovem Basileu Franca, de Goiás, dirigida por Simone Malta. Entre as premiações dessa revelação da dança, ele foi finalista do Youth America Grand Prix (YAGP), em Tampa, em 2017 e em 2022, e conquistou o segundo lugar no YAGP Brasil em 2022. Foi finalista ainda da seletiva sul-americana do Prix de Lausanne 2022 e ganhou bolsas de estudo intensivo de verão da Houston Ballet Academy, da Staatliche Ballett Schulle, do Bolshoi NY, e da Escola de Balé do Porto, de Goiás. No sábado, André vai se apresentar com a bailarina Júlia Dias Xavier, do Ballet Vera Bublitz, com a coreografia Grand Pas de Deux Le Corsaire.

    Entre os destaques da X Gala Excelência em Dança do Ballet Vera Bublitz está também a bailarina Gabriela Menegat. Ela viaja em outubro para uma experiência no Opus Ballet, da Itália, a partir de uma bolsa conquistada no Festival Internacional de Dança de Porto Alegre, realizado em 2019.

    SERVIÇO

    X Gala Excelência em Dança do Ballet Vera Bublitz
    1º de outubro (sábado): 16h
    Formatura Alunos Ballet Vera Bublitz
    1º de outubro (sábado): 11h
    Local: Theatro São Pedro (Praça Marechal Deodoro, s/n – Centro Histórico – Porto Alegre)
    Valor único: R$ 100

    Ingressos antecipados:
    R. Cel. Lucas de Oliveira, 158
    Whatsapp: (51) 99933-3310

     Os ingressos também poderão ser adquiridos nos dias do espetáculo na bilheteria do Theatro São Pedro, dependendo da disponibilidade de assentos.

  • Beatles, Led Zeppelin e Elvis Presley estão em “Rock Sinfônico”, novo espetáculo da OSPA

    Beatles, Led Zeppelin e Elvis Presley estão em “Rock Sinfônico”, novo espetáculo da OSPA

     

    Deep Purple, Led Zeppelin, David Bowie, The Beatles, Guns N’ Roses. No próximo sábado, dia 24 de setembro, esses grandes nomes do rock poderão ser ouvidos em um contexto incomum: na Sala de Concertos da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), fundação vinculada à Secretaria de Estado da Cultura (Sedac). O novo espetáculo “Rock Sinfônico” unirá os músicos da orquestra a cantores de renome da cena do rock porto-alegrense, como Frank Jorge e Pedro Verissimo. A apresentação, que tem regência do diretor artístico e maestro Evandro Matté, inicia às 17h, na Casa da OSPA. Os ingressos já estão esgotados, mas é possível conferir o espetáculo ao vivo e de graça pelo canal da OSPA no YouTube.

    Ospa em Pink Floyd Sinfônico. Foto: Leandro Rodrigues/ Divulgação

    O concerto é a oportunidade ideal para ouvir alguns dos maiores sucessos do rock com roupagem sinfônica, além de sonorização, iluminação e banda. O repertório começa com o grupo que revolucionou o gênero musical, nos anos 1960. Os maiores sucessos dos Beatles estão presentes num medley, que tem o reforço de cantores solistas. A abertura conta tanto com as vozes de Camila Orsatto quanto de Pedro Verissimo, neto do famoso escritor que um dia perpetuou a OSPA em sua fala: ‘‘Eu venho de uma cidade que tem uma orquestra sinfônica.’’

    ‘‘Cantar com orquestra sempre é uma sensação incrível, tanto na cabeça quanto no corpo – porque mesmo fisicamente o som te cerca no palco de uma maneira diferente’’, revela Verissimo, que fará sua estreia com a OSPA. ‘‘Consegue ser uma experiência grandiosa e íntima ao mesmo tempo. Fora que, entre outras, vou tocar um David Bowie e um Prince! No meu panteão particular, não tem ninguém acima desses dois’’, complementa.

    Além dos grandes nomes do rock internacional, a programação também dá espaço à música produzida no Brasil, especialmente aos nomes que brilharam sobre os palcos nos anos 1980 e 1990. Canções de Legião Urbana, Raul Seixas e até mesmo Graforréia Xilarmônica, na presença de Frank Jorge, estão confirmadas. ‘‘Nosso objetivo com este espetáculo é diversificar a programação, com o intuito de atender a todos os públicos e entrar em contato, cada vez mais, com toda a nossa comunidade’’, revela o maestro do espetáculo, Evandro Matté.

    Regente Evandro Matté. Foto: Mauricio Paz/ Divulgação

    As vozes de outros grandes nomes da cena musical porto-alegrense, como Andréa Cavalheiro e Panta,  complementam as de cerca de 70 integrantes do Coro Sinfônico da OSPA, que têm participação de destaque no espetáculo. Os coristas interpretam clássicos como “November Rain”, de Guns N’ Roses, além de “Bohemian Rhapsody” e “Barcelona”, ambas imortalizadas pelo timbre de Freddie Mercury, do Queen. Além da orquestra e do coro, o espetáculo conta com a presença de uma banda com guitarra, baixo elétrico, piano e bateria. ‘‘A união do rock com a sonoridade sinfônica foi iniciativa bem sucedida de muitos grupos de rock. Neste concerto teremos a oportunidade de ouvir arranjos com coro, banda e orquestra, algo que, com certeza, será uma experiência única’’, revela o regente titular do coro, Manfredo Schmiedt.

    ORQUESTRA SINFÔNICA DE PORTO ALEGRE (OSPA)

    Concerto da Série POP – Rock Sinfônico
    Quando: Sábado, 24 de setembro, às 17h.
    Onde: Casa da OSPA (CAFF – Av. Borges de Medeiros, 1.501, Porto Alegre, RS).
    INGRESSOS ESGOTADOS

    Bilheteria on-line: via Sympla em bit.ly/ospa2022_ingresso (com taxa de conveniência).
    Bilheteria na Casa da OSPA: sextas e sábados, das 12h às 17h. Formas de pagamento: Dinheiro, Banricompras, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket e American.
    Estacionamento: gratuito, no local.
    Classificação indicativa: não recomendado para menores de 6 anos.
    Acessibilidade: pessoas com mobilidade reduzida e com deficiência visual.
    Transmissão ao vivo: canal da OSPA no YouTube.
    Informações para o público: (51) 3288-1507, de segunda a sexta, das 9h às 18h.

    Programa:

    ROCK SINFÔNICO

    Medley The Beatles*

    Solistas: Pedro Verissimo e Camila Orsatto

    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA

    Always on My Mind e Suspicious Mind* | Elvis Presley

    Solista: Panta

    Life on Mars*** | David Bowie

    Solista: Pedro Verissimo

    Every Breath You Take* | The Police

    Solista: Camila Orsatto
    Easy Lover*** | Phil Collins

    Solista: Andréa Cavalheiro

    November Rain**** | Guns N’ Roses

    Solista: Pedro Verissimo

    Participação especial: Dhouglas Umabel (violino) e Coro Sinfônico da OSPA

    Stairway to Heaven** | Led Zeppelin

    Solista: Camila Orsatto

    Sweet Child O’Mine* | Guns N’Roses

    Solista: Panta

    Pot-pourri Legião Urbana*****

    Solista: Andréa Cavalheiro

    Medley Raul Seixas*

    Solistas: Panta e Andréa Cavalheiro

    Amigo Punk** | Graforréia Xilarmônica
    Solista: Frank Jorge

    Smoke on the Water* | Deep Purple
    Purple Rain* | Prince

    Solista: Pedro Verissimo

    Barcelona****| Queen
    Solistas: Elisa Machado e Michael Polchowicz

    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA

    (I Can’t Get No) Satisfaction* | Rolling Stones

    Solista: Panta

    Bohemian Rhapsody**** | Queen

    Participação especial: Coro Sinfônico da OSPA

     Arranjos: *Alexandre Ostrovski Jr. / **Silvio Sandro / ***Silvane Guerra / ****Dhouglas Umabel / ***** Sandro Souza

    Regência e Direção Artística:  Evandro Matté

  • O canto jazzístico de Jamile no Chapéu Acústico, nessa quarta-feira, na BPE

    O canto jazzístico de Jamile no Chapéu Acústico, nessa quarta-feira, na BPE

    A Biblioteca Pública do Estado (BPE), instituição da Secretaria da Cultura (Sedac), apresenta no projeto Chapéu Acústico, a cantora gaúcha Jamile, radicada nos EUA, acompanhada pelo guitarrista Gilberto
    Oliveira. O evento será realizado excepcionalmente nessa  quarta-feira, dia 21  , às 19h, no Salão Mourisco da BPE (Rua Riachuelo,1190). A entrada é gratuita, com contribuição
    espontânea aos artistas.

    A cantora
    Natural de Cachoeira do Sul, Jamile começou sua trajetória na música aos 4 anos, no ambiente
    escolar e uma igreja em sua cidade natal, ganhando várias competições locais durante a infância. Aos 15 anos mudou-se para Porto Alegre, quando começou a atuar profissionalmente, cantando em pubs e diversos eventos particulares. Estudou com professores consagrados, como Gisa Volkmann (canto), Gilberto Oliveira (harmonia e
    improvisação) e Daniel Sá (percepção e teoria musical).

    Em 2013 ingressou no curso de Música
    da UFRGS e passou a integrar o Coral Porto Alegre, dirigido por Gisa Volkmann, até 2015, quando passou a integrar o elenco do espetáculo “Eu Sou Maria” no 30º Natal Luz de Gramado.
    Na vida acadêmica, tematizou o Div@s, sobre a performance e escrita sobre música experimental, no projeto de extensão. Em 2016, graduou-se com Láurea Acadêmica em Música (Habilitação em Música Popular e instrumento Canto), tendo como enfoque na conclusão de curso, a composição de músicas instrumentais para voz no âmbito do Jazz. Como referência, ela sempre cita Aretha Franklin quando se trata de performance integrada à técnica vocal e busca de sonoridade; além de Etta James, Dinah Washington, Billie Holiday,
    Sarah Vaughan, Gal Costa e Joyce Moreno. E ainda as cantoras em destaque na cena atual do jazz: Cyrille Aimée, Gretchen Parlato e Tierney Sutton.

    Dentre instrumentistas, compositores e
    improvisadores que considera referência estão Bill Evans, Chick Corea, Thelonious Monk, Herbie Hancock, Toninho Horta, Tom Jobim e Chico Pinheiro.
    Com uma voz profunda e versátil, a estrela em ascensão Jamile lançou seu primeiro álbum intitulado If You Could See Me Now, em 2019. Considerado “afiado, confiante e profissional”, por Martin McFie (All About Jazz). O álbum contou com alguns dos melhores músicos de Nova
    York, como Steve Wilson, Ray Gallon, Jay Leonhart, Vito Lesczak e Antonio Ciacca. Ela também recebeu muitos
    elogios por suas apresentações no La Spezia Jazz Festival na Itália em sua turnê de lançamento do álbum no México. Ela também faz parte do projeto Don’t Let Go, liderado pelo pianista e compositor indicado ao Grammy, Mike Holober. Segundo a crítica musical, Jamile cativa o
    público com seu fraseado único e timbre sincero, e impressiona os ouvintes com seu virtuosismo. Influenciada pela tradição vocal do jazz e do blues, e enraizada nos ritmos brasileiros, o talento de Jamile brilha em qualquer estilo ou gênero.

    O guitarrista

    Gilberto Oliveira é guitarrista, violonista, baixista, compositor, arranjador e produtor. É
    conhecido por imprimir um estilo marcante à sua música e na dos artistas com quem produz e atua, sendo bastante requisitado em palcos e estúdios.

    Músico e professor há 38 anos, teve a oportunidade de dividir o palco e gravar com vários artistas brasileiros e estrangeiros. Com um trabalho próprio, também atua
    como instrumentista, arranjador e diretor musical.

    Chapéu Acústico

    Com produção de Marcos Monteiro, o projeto acontece desde 29 de setembro de 2016, na
    BPE, e já contou com mais de 150 apresentações, com artistas locais e estrangeiros, nos
    gêneros jazz, música popular, bossa nova e choro, trazendo novidades e músicos consagrados.
    O evento tem entrada livre, mediante contribuição espontânea. Informações podem ser
    obtidas pelo telefone (51) 3224-5045 ou pelo e-mail bibliotecapublicadors@gmail.com.
    O número de vagas é limitado.

    SERVIÇO
    O Quê: Jamile, no Chapéu Acústico da BPE
    Quando: Dia 21 de setembro (quarta), às 19h
    Onde: Biblioteca Pública do Estado (Rua Riachuelo, 1190, Porto Alegre, RS)
    *Entrada livre, mediante contribuição espontânea.
    O número de vagas é limitado.
    Informações: (51) 3224-5045 / e-mail bibliotecapublicadors@gmail.com.

    Contatos:
    Cláudia Antunes (Assessoria de Imprensa da BPE) – bpe.imprensa@gmail.com
    Marcos Monteiro (Produtor Cultural) – 519935-0608 / marcosmonteiroprojetos@gmail.com

    Produção
    Marcos Monteiro

    Apoio
    Patissier – Rua Marquês do Pombal, 128 – Moinhos de Vento, Porto Alegre/RS

    Realização
    Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul
    Secretaria de Estado da Cultura

  • A arte escultórica de Arminda Lopes em “O Feminino e o Sagrado”, na Galart

    A arte escultórica de Arminda Lopes em “O Feminino e o Sagrado”, na Galart

     

    A premiada artista Arminda Lopes, com uma trajetória de exposições no Brasil e no exterior,  expõe “O Feminino e o Sagrado” na GalArt – Galeria de Arte (Av. Coronel Lucas de Oliveira, 132). O vernissage será no próximo sábado, 24 de setembro, das 10 horas às 16 horas. A mostra ficará no espaço até o dia 29 de outubro, com entrada franca.

    Com destaque para esculturas que representam mulheres, Arminda selecionou para a mostra 35 obras de diferentes fases de sua produção. Algumas integram o acervo da Galart e do galerista Heitor Bergamini e outras são da própria artista, inclusive algumas inéditas.

    Amantes. Escultura de Arminda Lopes .

    “O encontro com nossas experiências, sombras e vazios é refletido através dos nossos atos e no que criamos. A busca da verdadeira essência e do Sagrado é o equilíbrio entre Yin e Yang, e nos proporciona a comunhão com o outro e a abertura a experiências do Divino”, revela Arminda Lopes sobre a temática que norteia suas criações apresentadas na exposição.

    Natural de Santa Maria, nascida em 1947, Arminda reside e trabalha em Porto Alegre, desde 1960. Iniciou sua carreira artística em 1980. Foi aluna de Ana Pettini, Cláudio Martins Costa, Danúbio Gonçalves, Leila Sudbrack, Mário Cladera e Vasco Prado.

    Arminda Lopes com-a obra Virginia, uma das grandes esculturas que estará na exposição

    É autora dos monumentos públicos em Porto Alegre e Canela, além de inúmeros troféus como o “Braskem Em Cena – Porto Alegre em Cena”, editado anualmente desde 2006. Sua obra também faz parte de importantes coleções públicas e privadas no Brasil e Exterior.

    Já realizou mostras individuais nos principais espaços culturais do Brasil, além de importantes galerias e instituições da Europa e América do Norte, como a Casa Pedro Álvares Cabral, em Portugal; o Espaço Cultural Vitória, nos Estados Unidos; e a Galeria Mansart e o Salão do Louvre, em Paris.

    Mulher sentada. Obra de Arminda Lopes.

    Entre os mais importantes prêmios e distinções recebidos pela artista estão a Comenda Pedro Weingärtner, da Câmara Municipal de Vereadores de Porto Alegre, em 2006; e a Medalha Vermeil, da Sociedade Acadêmica de Artes, Ciências e Letras de Paris, em 2007. Em 2013, Arminda foi nomeada membro da Academia Brasileira de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

    Escultura Manu. Obra de Arminda Lopes.

    SERVIÇO

    Exposição “O Feminino e O Sagrado”, por Arminda Lopes
    Local: “Sala da Frente” da GalArt – Galeria de Arte
    Endereço: Av. Lucas de Oliveira, 132
    Vernissage: 24 de setembro, das 10h às 16h
    Visitação: de 24 de setembro até 29 de outubro
    Horário: segunda à sexta, das 9h às 18h, sábados, das 10h às 14h

    Arminda Lopes em seu atelier com a obra Manu.
  • “Entre Utopias e Distopias” contempla diferentes linguagens artísticas, no Espaço Cultural Correios

    “Entre Utopias e Distopias” contempla diferentes linguagens artísticas, no Espaço Cultural Correios

     

    O Centro Histórico de Porto Alegre se transforma em palco da cultura e da arte a partir do dia 17 setembro. A inauguração da exposição “Entre Utopias e Distopias”, no Espaço Cultural Correios (Av. Sete de Setembro, 1020), no sábado, dia 17 de setembro, a partir das 10h, lança um novo olhar para as artes visuais com curadoria de Niura Legramante Ribeiro e produções dos artistas Andréa Brächer, Denise Giacomoni, Denise Wichmann, Laércio de Menezes, Marina Menezes e Sandra Gonçalves. A atração, com visitação de terça a sábado, das 10h às 17h, fica no local até o dia 22 de outubro. Entrada franca.

    Serie Remake. Obra de Denise-GIacomini-Reprodução/ Divulgação

    Doutora em História, Teoria e Crítica da Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS, Niura Legramante Ribeiro, apresenta a exposição: “’Entre Utopias e Distopias’ contempla diferentes linguagens artísticas por meio de obras fotográficas, pictóricas, instalação e colagem. São utopias e distopias que se juntam nos pensamentos poéticos de artistas para discutir sobre a passagem do tempo, a busca pela juventude, a consciência da finitude da vida, as armadilhas dos afetos, as negações das diferenças, a conscientização social sobre a reciclagem do lixo, os sistemas tirânicos de dominação, como os feminicídios, as ambições do capital e sua consequente agressão aos recursos naturais”.

    Com a série (Des)Encantada (2022), Andréa Brächer, por meio de fotografias em preto e branco e coloridas, a artista dá continuidade a temas que podem ser do domínio da imaginação onírica ou da realidade, como florestas e animais.

    Denise Giacomini e obra—Auto retrato/ Divulgação

    As colagens de Denise Giacomoni da série Remake (2022), lançam um olhar sobre os padrões hegemônicos do universo midiático contemporâneo na cobrança por corpos perfeitos com a utopia de beleza da eterna juventude, especialmente para as mulheres.

    Recicla-te (2022) é a série de Denise Wichmann. Suas fotografias servem não somente como um grito de alerta sobre a quantidade imensa de descartáveis que se acumulam na natureza, mas também representam uma convocatória à reciclagem dos resíduos.

    Deus da humanidade (1997-2022) é a série pictórica de Laércio de Menezes. Suas obras lembram cartografias geográficas quase abstratas em uma provocação para conscientizar que o futuro do planeta depende das formas como se gerencia esse espaço.

    Terra e Fogo. Obra de Laercio de Menezes. Reprodução/ Divulgação

    As visões utópicas sobre as relações de afetos são apresentadas na instalação Itapuã (2022), de Marina Menezes, que faz pensar sobre a norma e a transgressão dos comportamentos humanos.

    Obra de Sandra Gonçalves da série Desassossego. Reprodução/ Divulgação

    Por fim, a série Desassossego, de Sandra Gonçalves, traz inquietações da artista sobre distopias, algumas destas afloradas de modo exacerbado no mundo pós-pandêmico. Em suas obras, a artista revela e denuncia as mais diversas violências praticadas na sociedade.

    “Interpelar as formas do viver na contemporaneidade é o propósito das obras dessa exposição. Controlar o fluxo do tempo é uma utopia, mas entregar-se às distopias é desacreditar na força da imaginação que tem o poder de sonhar com outras possibilidades de ser no mundo”, conclui a curadora.

    Serviço

    Exposição “Entre Utopias e Distopias”
    Curadoria Niura Legramante Ribeiro
    Artistas: Andréa Brächer, Denise Giacomoni, Denise Wichmann, Laércio de Menezes, Marina Menezes e Sandra Gonçalves
    Abertura: 17 de setembro (sábado), das 10h às 17h.
    Visitação: 17 de setembro a 22 de outubro de 2022 – terça a sábado das 10h às 17h
    Local: Espaço Cultural Correios
    Endereço: Av. Sete de Setembro, 1020, Centro Histórico, Porto Alegre.

    Com Assessoria de Imprensa.

  • Luiz Reni Marques lança “O Último Concerto de Jazz”, no Bar do Alexandre

    Luiz Reni Marques lança “O Último Concerto de Jazz”, no Bar do Alexandre

     

    O jornalista e escritor Luiz Reni Coutinho Marques lança na terça-feira,  dia 13 de setembro, o romance “O último
    concerto de jazz” (Sinal Cultural, 202 páginas, R$ 35,00),  a partir das 18h, no Bar do Alexandre, Rua Saldanha Marinho, 132, Bairro Menino Deus, em Porto Alegre.

    A obra de ficção relata a tragédia provocada pela Segunda Guerra Mundial e a forma como respinga no subúrbio da capital gaúcha, em 1944, com a partida dos 25 mil pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os nazistas na Itália, ao lado das tropas aliadas.

    Aos 13 anos, o mundo de Francisco é abalado pelo embarque do irmão Frederico, cinco anos mais velho, para lutar do outro lado do Oceano Atlântico, em um conflito até então distante do seu mundo e dos seus interesses.  Finalizado em 2020, o livro teve sessão de lançamento suspensa em março de 2020, em virtude da pandemia da Covid-19.

    Frederico desaparece no campo de batalha, em uma missão secreta e seu corpo não é encontrado. Essa situação altera para sempre a rotina do patriarca Ernesto Morelli, apaixonado por jazz, gosto que passou para seus dois filhos, da sua mulher Julieta e dos seus descendentes. A história dessa família nas cinco décadas seguintes é marcada pelo arrebatamento pela música, amores, paixões, encontros e desencontros em dois continentes.

    Contrabaixista de sucesso, Francisco reverencia a imagem de Frederico, seus primeiro instrutor na carreira de instrumentista. A guerra, encerrada poucos meses depois do desembarque dos soldados brasileiros em
    Nápoles, jamais acabou realmente para os Morelli.

    O autor

    Luiz Reni Marques nasceu em Porto Alegre, em 1954, estudou Direito, História e Jornalismo, o único curso que concluiu. Foi repórter em Zero Hora, Jornal do Brasil, o Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Senhor e Isto É, e correspondente free lancer da Reuters, entre outros veículos de comunicação. Redator e editor na Rádio Gaúcha, diretor de redação da Revista Mundo, professor de Redação Jornalística na PUCRS e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados durante a Assembleia Nacional Constituinte, atualmente edita o Blog Luiz Reni Marques.

    “O último concerto de jazz” é o seu segundo romance. Antes, lançou “Noite longa demais”, que pode ser encontrado apenas em versão digital na Amazon.Com. Publicou também a obra de não ficção “O Mar de Dentro no Continente de São Pedro”, que conta aimportância da hidrovia na formação do Rio Grande do Sul, com imagens do fotógrafo Emílio Pedroso.

  • “Acqua” mostra as múltiplas vertentes da técnica de aquarela de 33 artistas gaúchos

    “Acqua” mostra as múltiplas vertentes da técnica de aquarela de 33 artistas gaúchos

    A exposição “Acqua”, com vernissage no dia 8 de setembro, apresenta o trabalho  de 33 aquarelistas do Rio Grande do Sul. Segundo o material de divulgação, o curador e arquiteto Anaurelino Barros Neto, com Pós-Graduação em Praticas Curatoriais e Bacharelado em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS, pretende apresentar, através da exposição, a produção de grupos de aquarelistas e artistas independentes , mostrando as múltiplas vertentes da técnica  de aquarela no Estado do RS, desde as linguagens mais tradicionais até as abordagens mais contemporâneas e abstratas. 

    Obra de Luciane dos Anjos. Foto; Divulgação
    ARTISTAS :
    Ana Lovatto /  Ana Germani / Achylles Costa Neto / Anderson Neves /  Andrea Amaro / Beatriz Gonçalves / Débora Duarte / Deja Rosa / Denise Giacomoni / Denise Marcolin / Denise Wichmann / E. Arigony /
    Eliane Abreu / Emília Gontow / Erico Santos / Eron Teixeira / Graça Craidy /  Helena Stainer / Isabel Ferreira /
    João Iganci / Kika Herrmann / Liana D`Abreu / Lilian Maus / Luciane dos Anjos / Mara Rejane / Marlia Fayh /
    Nara Fogaça / Roseli Gertum Becker / Sandra Kravetz / Sílvia Peruffo / Sônia Benedetto / Tânia Rossari /
    Zezé Carpena Ferreira.
    Obra de Liana DAbreu/ Divulgação
    Texto do curador sobre a exposição:
    “As aquarelas quase fotográficas e tradicionais sempre serão   a   nossa   referência   e   terão   nossa   admiração.  Temos exemplos impressionantes, como o do artista José Lutzemberger e sua perfeição técnica, entre outros aqui mesmo mesmo no Rio Grande do Sul.
                    Na   aquarela,  a   água   é  o   determinante   fundamental para o êxito. Quem domina a sua dosagem e evaporação, em relação   ao   pigmento,   certamente   domina   a   técnica.  Dessa maneira, é possível determinar as diferentes nuances da tinta, a saturação ou a leveza do pigmento, bem como as sobreposições de   camadas   de   tinta.  Revelam-se,   assim, surpreendentes transparências e delicadezas, em descobertas de fusão de cores em pinceladas aleatórias. Por vezes, chega-se, até mesmo, a desenhar com o pincel.
    Obra de João Iganci/ Divulgação
    Tão importante como as técnicas mais tradicionais e acadêmicas,   são   os   processos   construtivos   da   abstração   na aquarela.   O   acaso   e   suas   eleições   também   exigem   grande domínio   para   se   obterem  estruturas   formais   poderosas   e convincentes.
                    Como nos ensinou a grande artista e teórica Fayga Ostrower, “os acasos existenciais irão transformar-se em acasos   significativos,   e   serão   reconhecidos   imediatamente”.   Essa intuição, em arte, não significa recursos menores e sem valor: ao contrário, pode corresponder a um resultado repleto de memórias afetivas que foram construídas ao longo de sua trajetória.
    Obra de Helena Stainer/ Divulgação

    Os   aquarelistas   devem   estar   atentos   e   receptivos durante   esses   processos,   que   serão   sempre   sua   fonte acumulativa – casual ou não – de experiências, resultando na bagagem cultural única e pessoal de suas criações. É   em   seus ateliês   que   nós,   curadores,   percebemos  estes   resultados   originais   e   autorais.   Nesse   espaço,   seus   processos interiores nos são revelados. As curadorias servem   justamente para eleger e selecionar – dentro destes universos  solitários que, por vezes, não têm um referencial exterior – as obras   mais   significativas,   mais   contundentes   e   ousadas,  orientando caminhos futuros, os quais podem ser imperceptíveis aos próprios artistas.

                    É justamente essa impulsividade e ousadia que   permitem   que   a   Arte   evolua:   são   essas   sucessivas  possibilidades criadoras que sempre nos surpreendem.
    Obra de Graça Craidy/ Divulgação
    SERVIÇO
    EXPOSIÇÃO “ACQUA”
    ONDE : GALERIA STUDIO JARDIM . Av New York , 506 . Bairro Auxiliadora
    QUANDO : Vernissage dia 8 de setembro de 2022 . Visitação de  12 de setembro a 21 de outubro de 2022 . Horario de 14 h ás 18h.
    CURADORIA : Anaurelino Corrêa de Barros Neto.
    CONCEPÇÃO DE PROJETO : Ana Isabel Lovatto
    Obra de Arigony/ Divulgação
  • “Terapia de casal” – Uma comédia em crise, no Teatro Renascença

    “Terapia de casal” – Uma comédia em crise, no Teatro Renascença

    Escrita por Juliana Barros e dirigida por ela e Fernando Ochoa, a montagem traz histórias reais (ou não) para o palco, e pretende divertir e emocionar

                A peça Terapia de Casal estreia em setembro já com um norte bem definido: qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência! O texto escrito por Juliana Barros traz para a cena a história de Alice e Marcos, um jovem casal que se conhece no início da década de noventa e que depois de uma década de relacionamento – com alguns conflitos, crises e muitas risadas – se vê diante de um terapeuta numa sessão de terapia. Durante aproximadamente uma hora, os dois revivem e compartilham com o público a dor e a delícia de um casamento. A estreia da montagem, dirigida pela própria Juliana e Fernando Ochoa, aconteceu dia 2 de setembro no Teatro Renascença, e a peça estará em cartaz nesta próxima semana, dias 9 e 10, às 21h e domingo, dia 11, às 19h. No sábado haverá bate-papo após a sessão, conduzido pela Domus – Terapia de Casal e Família.

                A linha do tempo de Alice e Marcos vai sendo desvendada por meio da terapia dos protagonistas, com situações divertidas, mas repletas do mundo real, onde os medos, inseguranças, crises, choros e gozos fazem parte do cardápio. O público na plateia faz as vezes do terapeuta que, atento a tudo, se esforça para dar um sentido e estabilidade para o casal em questão. “Quando escrevi esse texto, nos anos 2010, imaginava que eu seria a atriz, a personagem Alice”, afirma Juliana. “Porque escrevi a partir das minhas próprias experiências, vivências, relacionamentos. Em cena misturei tudo, embaralhei as cartas! Tem um pouco do que aconteceu comigo, um pouco de imaginação, um pouco de vida dos outros, porque amo contar histórias de vida”, completa.

                Os personagens vividos por Letícia Kleemann e João Petrillo são como todos nós, com seus desejos e inseguranças.  “A gente não é certo ou errado e, portanto, num relacionamento eu acho que não há certo ou errado, vilão ou vítima, sempre existem os dois lados da moeda, afirma a autora. “Aqui, a ideia é que possamos nos ver através do teatro. Na década de 90 integrei um espetáculo que me marcou muito, o Bailei na Curva. Desde lá persegui o sonho de poder fazer um tipo de teatro no qual as pessoas riem e choram na mesma medida, é sensacional!”, complementa Juliana.

    Terapia de casal – Vilmar Carvalho /Divulgação

    Ficha técnica:

    Texto original de Juliana Barros

    Direção Juliana Barros e Fernando Ochoa

    Elenco: Letícia Kleemann e João Petrillo

    Música tema: Só pro meu prazer- Leoni e Fabiana Kherlakian

    Trilha sonora original: Fábio Marrone

    Direção de arte: Diego Steffani

    Iluminação: Fernando Ochôa

    Divulgação: Bebê Baumgarten Comunicação

    Produção: Top Agência Produtora

    Terapia de casal – uma comédia em crise

    Dias 9 e 10 de setembro, 21h

    Domingo, dia 11, às 19h

    Teatro Renascença – Av. Erico Verissimo, 307

    Ingressos antecipados no Sympla

    R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia

    https://www.sympla.com.br/evento/terapia-de-casal-uma-comedia-em-crise/1669474

  • Marcelo Delacroix e quinteto apresentam músicas do novo trabalho, no Espaço 373

    Marcelo Delacroix e quinteto apresentam músicas do novo trabalho, no Espaço 373

     

    No próximo sábado (10), o Espaço 373 recebe o músico e compositor Marcelo Delacroix, em formato quinteto: Beto Chedid (violões, bandolim, cavaquinho, harmônica e voz), Giovanni Berti (percussão e voz), Mateus Mapa (flauta, baixo, percussão e voz) e Zelito (violões, violino, baixo e voz). No repertório estarão canções inéditas, já apontando para o próximo disco, como Precisamos Conversar (parceria com Mário Falcão), Benfazeja (com Arthur de Faria e Nelson Coelho de Castro, que também participam do show), Fonte da Nostalgia (com Carlo Pianta), Luna Diurna (com Raul Ellwanger).

    De seus discos anteriores, não faltarão as já conhecidas Chove sobre a Cidade (com Ronald Augusto), Inverno (com Arthur de Faria), História de Nós Dois (com Leandro Maia) e Cantiga de Eira, do folclorista Barbosa Lessa, canção que esteve esquecida por décadas, e foi revitalizada por Delacroix e seu disco Depois do Raio.

    Marcelo Delacroix – Foto: Vitória Proença/ Divulgação

    Ao longo de sua trajetória, Delacroix lançou cinco discos: Grupo Quebra Cabeça (instrumental, 1994), Marcelo Delacroix (2000) e Depois do Raio (2006), ambos vencedores do Prêmio Açorianos de Melhor Disco MPB; Canciones Cruzadas (2013), em parceria com o uruguaio Dany López, e Tresavento (2020), seu mais recente trabalho. O músico compôs diversas trilhas para produções de teatro, dança, televisão e cinema, que também lhe valeram alguns prêmios.

    Marcelo Delacroix, Giovanni Berti, Mateus Mapa, Zelito e Beto Chedid – crédito Isidoro B. Guggiana/ Divulgação

    SERVIÇO

    Show Quinteto Marcelo Delacroix

    Quando: 10 de setembro | Sábado | 21h

    Onde: Espaço 373 (Rua Comendador Coruja, 373 – Bairro Floresta)

    Ingressos: R$ 35 a R$ 100

    Ingressos antecipados: https://www.sympla.com.br/evento/marcelo-delacroix/1706128

    Ingresso Amigo: R$ 35
    Ingresso Mui Amigo: R$ 45
    Ingresso 373: R$ 55
    Ingresso Apoiador da Arte: R$ 65
    Ingresso Patrocinador da Arte: R$ 100 (tornar um novo espaço colaborativo do Distrito Criativo)

    Informações: (51) 9 81423137 ou (51) 9 98902810

  • Ateliê dos Arteiros ministra oficina “Cria Criatura” para crianças e adolescentes

    Ateliê dos Arteiros ministra oficina “Cria Criatura” para crianças e adolescentes

     

    Nos dias 8 e 15 de setembro, o Ateliê dos Arteiros do Centro Cultural 25 de Julho promove a oficina Oficina Cria Criaturas, a partir do desenho, da pintura e da colagem. Experimentações com aquarela e materiais incomuns para novas texturas e criação de diferentes expressões faciais. Um tempo para criar, ampliar o imaginário e fazer novas descobertas.

    Os encontros, pensados para crianças e adolescentes entre 11 e 14 anos, ocorrem em duas quintas-feiras, das 14h30 às 16h30. O investimento é de R$ 180, com material incluso.

    O Ateliê dos Arteiros integra o projeto Gira-Arte, criado em 2021, que oferece mais de 20 modalidades de formação artística para crianças e jovens.

    PROGRAMAÇÃO

    Oficina 1: Aquarela – técnicas para criar texturas – desafios de desenho – criação de monstros, seres e criaturas.

    Oficina 2: Colagem – técnicas para criar expressões faciais – criação de animais e seres imaginários com diferentes caras e caretas – escrita de diálogos e minicontos.

    Sobre as ministrantes

    Anelore Schumann é idealizadora e coordenadora do projeto Ateliê dos Arteiros, desde 2010, e coordenadora do projeto Ateliê dos Arteiros do Centro Cultural 25 de Julho. Realizou cursos de desenho e pintura no Ateliê Livre da Prefeitura, de 1986 a 1990, e pintura poética em 2007 e 2008, no Grupo Cero em Porto Alegre. Integrante da Escola de Poesia desde 2003, publicou poemas na revista Ovo da Ema (zero, 1, 2 e 4) e escreveu Vestígios de Kairós, seu primeiro livro de poesia, publicado em 2017. A partir de 2010, coordenou oficinas de arte para crianças e adolescentes no Ateliê Oca e em outros espaços culturais. Realizou mais de 15 exposições, entre as quais: Mostras de pinturas e desenhos das Oficinas de Arte do Ateliê dos Arteiros (2011/2018), Mario Quintana 110 anos (2016) e Mostra de Pinturas do Ateliê dos Arteiros – Gatos e Paisagens no Centro Cultural 25 de Julho (2019). Também foi idealizadora do projeto de Arte e Leitura A História Sem Fim, baseado no livro homônimo do escritor Michael Ende, e curadora da Exposição Virtual Ateliê dos Arteiros (2020).

    Ana Tedesco é ministrante das Oficinas de Arte para Crianças e Adolescentes, no Ateliê Oca, desde janeiro de 2014, e do Ateliê dos Arteiros do Centro Cultural 25 de Julho, desde janeiro de 2020. Ministrou oficinas de arte para crianças no Clube de Cultura, no Memorial da Justiça do Trabalho e na Casa de Cultura Mario Quintana. Colaborou na produção e montagem de mais de dez exposições entre os anos de 2011 e 2020, entre elas a Mostra de Pinturas do Ateliê dos Arteiros, no Centro Cultural 25 de Julho (2019) e a Exposição Virtual do Ateliê dos Arteiros (2020).

    SERVIÇO
    Oficina Cria Criaturas | Desenho, pintura e colagem
    Quando: 8 e 15 de setembro | Quintas-feiras | 14h30 às 16h30
    Onde: Centro Cultural 25 de Julho (Rua Germano Petersen Jr., 250 – bairro Auxiliadora)
    Oficineiras: Anelore Shumann e Ana Tedesco
    Público-alvo: crianças e adolescentes com idades entre 11 e 14 anos

    Investimento: R$ 180 (material incluso)