O Coro Júlio Kunz de Novo Hamburgo celebra seu 136º aniversário em 2024 com o espetáculo “Serenata – Entre a Lua e as Estrelas”, fazendo parte das atrações do Porto Verão Alegre, nos dias 6 e 7 de fevereiro no Teatro Renascença.
O Coro Júlio Kunz tem um legado significativo: Fundado em 1888 sob o nome Gesangverein Frohsinn e integrado à Sociedade Aliança desde a fundação do Clube, o coro tem sido uma presença constante e ativa na preservação do patrimônio cultural imaterial do Canto Coral.
O material de divulgação explica , “O Coro Júlio Kunz tem o prazer de apresentar o musical “Serenata – Entre a Lua e as Estrelas” neste evento clássico de verão em Porto Alegre e vai apresentar ao público uma seleção especial de músicas brasileiras.
Coro Julio Kunz em apresentação. Foto:Divulgação
O Coro – sob a direção artística de Volmir Adolfo Jung e a preparação vocal de Regina Schaumloffel – que, desde sua estreia nos palcos, já encantou grande público lotando todas as apresentações, traz uma celebração única, potente e vibrante que promete proporcionar uma experiência inesquecível.
Junte-se a nós e descubra o poder do Canto Coral em sua forma mais inspiradora e emocionante.
Vamos derreter corações nesse Porto Verão Alegre.”
Pedro Coppeti e Débora Neto estão no elenco de Into the Woods – Pela Floresta, primeiro espetáculo da Broadway apresentado no sul do País.
Depois de se apresentar em um concerto da Broadway, nos Estados Unidos, o gaúcho Pedro Coppeti vai ser um dos protagonistas do primeiro musical da Broadway encenado no sul do Brasil. Ao lado da também gaúcha Débora Neto, Coppeti integra o elenco de Into the Woods – Pela Floresta, que estará em cartaz nos dias 26, 27, 28, 30 e 31 de janeiro, no Centro Integrado de Cultura, em Florianópolis.
O convite partiu do diretor do espetáculo Rodrigo Marques, que conheceu Coppeti, em 2015, quando o dirigiu no musical Let’s Broadway, em Nova York.“Após a minha primeira apresentação no show, ele me convidou para fazer parte do elenco permanente da Marquee Productions USA – produtora dele. Agora, com sede física também em Florianópolis, a Marquee Productions está produzindo espetáculos em território nacional.
Quando o Rodrigo decidiu trazer o Into The Woods, o primeiro espetáculo licenciado pela Musical Theatre International (a Broadway) no sul do Brasil, com o subtítulo Pela Floresta, ele me perguntou se eu tinha interesse em fazer parte do elenco principal, interpretando o Príncipe da Rapunzel. Eu aceitei na hora! Sempre adorei trabalhar com ele”, destaca o cantor, que também indicou Débora Neto, que já foi sua aluna de canto, para participar das audições.
Para Marques, Pedro é o tipo de artista que todo diretor ama dirigir. “Pedro é um ator extremamente destemido, sempre preparado e disposto a arriscar. Artistas têm medo de arriscar, o que torna o produto final algo extremamente quadrado e sem graça. Pedro é o oposto, sua vontade de sempre evoluir e ir além transforma a sala de ensaio e não só eleva o padrão do espetáculo mas também influencia seus colegas a se permitirem brincar mais e mergulhar de cabeça no processo sem medos”, reconhece o diretor. “Nós precisávamos de alguém que estivesse pronto pra atuar ao lado da lenda do teatro musical brasileiro Saulo Vasconcelos e não houve dúvida que o Pedro era esse artista”, complementou. Uma das estrelas do elenco, Vasconcelos vai interpretar o Lobo e o Príncipe da Cinderela e é reconhecido por atuar em grandes espetáculos musicais como O Fantasma da Ópera.
Pedro Coppeti em apresentação ao lado do pianista Asafe Rodrigues no Natal Luz – Foto: Cleiton Thiele/ Divulgação
O nome de Pedro Coppeti ganhou destaque nacional após sua apresentação no Broadway by The Year, em Nova York, em 2022. Cerca de 1.500 pessoas prestigiaram o evento. No ano passado, o cantor retornou ao Brasil e foi convidado pela terceira vez a estrelar como solista no Natal Luz de Gramado, que encerrou a temporada no início de janeiro.
Natural de Iraí, no interior do Rio Grande do Sul, Coppeti estudou Música com ênfase em Canto na UFRGS e, antes de se formar, recebeu uma bolsa e se graduou na American Musical and Dramatic Academy (AMDA) em Teatro Musical, uma das mais conceituadas escolas de dramaturgia do mundo. Em sua trajetória, o artista foi o solista principal do Natal Luz de Gramado e se apresentou no espetáculo Chimango, com a OSPA, e no Concertos Comunitários Zaffari, entre outros trabalhos no Brasil. Também esteve em alguns dos mais renomados palcos de musicais dos Estados Unidos, como o Town Hall, o Lincoln Center e o The Carnegie Hall.
Débora Neto
A cantora Débora Neto foi convidada a participar das audições para o espetáculo Into the Wood – Pela Floresta, e foi selecionada para interpretar a madrasta. Débora Neto, de 27 anos, estuda música desde os 2 e começou a cantar profissionalmente aos 7 anos. Em 2012, participou do Reality Show Ídolos, da Rede Record, ficando entre os 20 melhores cantores do RS e os 60 melhores do Brasil. Atualmente, além de cantora, é aatriz, professora de canto, dubladora, bailarina no Ballet Vera Bublitz, diretora da Bublitiz Academia de Musicais e integra o grupo acappella Voice In, que foi atração do Rock in Rio 2019.
Sinopse
“Into the Woods – Pela Floresta” conta a história de um casal que tenta de maneira desesperada quebrar uma maldição lançada por uma bruxa que os impede de ter filhos. A dupla sai pela floresta em busca de objetos mágicos que podem ajudar a quebrar o encanto. No caminho, encontram personagens muito conhecidos dos clássicos contos de fadas como Cinderela, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel e João (de João e o Pé de Feijão), que, assim como o casal, também estão no bosque em busca de algo importante para si.
Ficha Técnica Direção Geral: Rodrigo Marques
Assistente de Direção: Jamil Vigano
Direção Vocal: Nick Scalzo
Direção Musical: Jefferson Della Rocca
Pianista Condutora: Ashley Grace Ryan – vinda de Nova York, exclusivamente para trabalhar no espetáculo
Orquestra: Camerata Florianópolis
Doutora em artes visuais pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas/SP), uma das principais do país, a artista gaúcha Márcia Rosa mostrará em Porto Alegre, pela primeira vez, a exposição “Escuta silenciosa: ruídos da natureza”. A abertura será no dia 24/01 (quarta-feira), às 18h, na Galeria 506 (Avenida Nova York, 506, bairro Auxiliadora). A visitação irá até 29 de fevereiro, com entrada gratuita.
A produção artística de Márcia, cujo mestrado foi feito na Faculdade Santa Marcelina, na capital paulista, tem as plantas, as flores, a terra, a natureza, enfim, como principal fonte. Preocupada com a questão ambiental, na mostra ela apresenta plantas do Bioma Pampa ameaçadas de extinção, como forma de chamar a atenção para o problema. Estão entre as plantas sob ameaça, por exemplo, as ervas conhecidas popularmente como gravatazinha (Dyckia remotiflora) e jalap escarlate (Mandevilla coccínea). “Tenho esperança na recuperação dessas e de outras plantas. A preservação é um tema urgente”, defende ela.
TÉCNICA MILENAR
Composta por obras de grande formato, a exposição abriga trabalhos produzidos em diferentes técnicas, como washi-ê, pastel seco, monotipias e um vídeo. Washi é um tipo de papel produzido artesanalmente no Japão em diferentes texturas, cores, tonalidades, a partir do qual a artista engendra suas colagens.
“É um trabalho demorado rasgar, recortar, desfiar, dobrar, sobrepor, justapor e colar o papel para compor um desenho. Mas é um processo muito gostoso”, diz Márcia, lembrando que o milenar papel japonês foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco em 2014.
A especialista em arte botânica é admiradora da cultura japonesa e já fez cursos sobre a técnica washi-ê na Aliança Cultural Brasil-Japão (SP), com a professora Luíza Okubo, sansei que busca conhecimento diretamente com mestres no país do Oriente.
Outro sinal de identificação da artista com a cultura nipônica é o fato de Márcia assinar seus quadros com as iniciais MR em formato alusivo a um ideograma japonês que significa “Guerreira”.
Na opinião das curadoras da exposição, Fabiane Machado e Lurdi Blauth, a artista porto-alegrense “penetra a natureza como uma forma de perceber o mundo em profundidade, simultaneamente em que é tocada por ele, nos sensibiliza poeticamente. Seus trabalhos revelam sutilezas e nuances de cores que prendem e instigam o olhar do espectador”.
SERVIÇO
Exposição “Escuta silenciosa: ruídos da natureza”
Vernissage: 24/01 (quarta-feira)
Horário: 18h
Visitação: de 25 de janeiro a 29 de fevereiro
De segunda a sexta, das 13h às 19h
Visitas podem ser agendadas pelo fone/whats 51 9 8209 3526
Entrada gratuita
Galeria 506 – Rua Nova York, 506, Auxiliadora, Porto Alegre
Mesmo com a tempestade que assolou Porto Alegre nessa terça-feira, nenhum dano ocorreu na área expositiva e a mostra prossegue até final de fevereiro.
A 6ª Street Expo Photo reúne imagens de 90 fotógrafos de diversos estados do Brasil e países da Europa, até o dia 29 de fevereiro, no Pier da Usina do Gasômetro. O designer gráfico, produtor cultural e fotógrafo Marcos Monteiro assina a curadoria e coordenação geral da exposição, que tem a curadoria adjunta do consagrado fotógrafo paulistano Marcos Varanda. Em 2023 o evento homenageia o grande mestre da fotografia gaúcha, Luiz Carlos Felizardo, considerado pela Funarte um dos maiores fotógrafos brasileiros paisagistas de todos os tempos, sendo referência na fotografia gaúcha.
A coletiva é composta por 16 grandes painéis de mestres como Walter Firmo, Adriano ChamaNaLente, Penna Preara, Betina Samaia, Claudio Edinger, Luiz Garrido, Paula Sampaio, Paulo Vital, Raphael Alves, Wania Corredo, Biazzetto Neto e muitos outros, que são ícones da arte da fotografia.
Street Expo Photo 2023 – foto Claudio Edinger/ Divulgação
Há também trabalhos de fotógrafos amadores, profissionais e iniciantes, trazendo mais visibilidade para a interminável paixão do desenhar com luz e sombra. Do Rio Grande do Sul, mostram seus trabalhos Nina Pulita, André Seligman, Nilton Santolin, Guto Gutemberg, Heloiza Averbuck, Jurandréia Silveira, Jorge Neumann, Douglas Fischer, Daisson Flach e Sérgio de Paula Ramos, entre outros.
Street Expo Photo 2023 – foto Paulo Vitale./ Divulgação
De São Paulo, Carlos Sadao, Sônia Amorim e Leon Santos; do Rio de Janeiro, Márcio Pinto; de Recife, Ismael Holanda; de Roraima, Tatiana Capaverdi; de Manaus, Raphael Alves e de Curitiba, Nilo Biazzetto, só para citar alguns nomes. Tem ainda representantes da Bahia e Minas Gerais e do exterior, da França e Portugal.
Street Expo Photo 2023 – Carlos Sadao/ Divulgação
Realizada pela primeira vez no Pier da Usina do Gasômetro, a mostra ocupava a Galeria Escadaria, criada em 2021 no Viaduto da Borges de Medeiros. Mudou de local em virtude das obras de restauração, passando a ocupar um dos pontos mais concorridos da capital gaúcha, de frente ao pôr do sol do Guaíba. Ao alcance de todos, a nova galeria a ceu aberto da cidade foi inaugurada no último dia 30 de setembro, com a mostra “ANI+”, que registrou a vida selvagem na ótica de quatro fotógrafos.
Street Expo Photo 2023 – foto Marco Resende.jpg/ Divulgação
”Misturamos técnica e talento, inspiração e transpiração, gerando um imenso e diverso caleidoscópio de imagens, que está à disposição de todos, para ser percorrido com paixão, dúvidas, perplexidade e surpresa, que certamente serão capazes de despertar lembranças, insights e acima de tudo emoções”, diz Marcos Monteiro.
Street Expo Photo 2023 – Maristela Padilha/ Divulgação
Partindo da essência das formas orgânicas das plantas, a artista plástica Amélia Brandelli conduz o público a uma jornada que transcende os limites da representação botânica na exposição “Desenho”, na qual explora a complexidade formal do reino vegetal. A mostra será inaugurada no dia 12 de dezembro, terça-feira, das 18h às 21h, no espaço localizado na Avenida Nova York, 130, em Porto Alegre. A mostra pode ser visitada até o dia 07 de janeiro 2024 (confira horários no “Serviço”). A entrada é franca.
No cenário de seu ateliê, onde se entrelaçam reproduções de Ophelia, de John Evertt Millais, e elementos cotidianos como listas de supermercado, Amélia Brandelli cria uma “união instável”, entre a realidade e a reflexão artística. Sua abordagem detalhista revela uma natureza reconstituída, desafiando o espectador a explorar a cadência do tempo vivenciado e praticado pelo traço gráfico.
A exposição também destaca a exploração da tela e a divisão em módulos como uma provocação visual. Os materiais, como o lápis grafite e o lápis-de-cor, desempenham papéis distintos, revelando a relação direta com o grafite em pó e a sutil dramaticidade das cores.
A artista visual Amelia Brandelli . Foto: Ocre Galeria/ Divulgação
– Os desenhos de Amélia Brandelli são um convite a adentrar a trama emaranhada da matéria e avançar os obstáculos das margens em uma unidade desigual. O lápis grafite, material amplamente presente na trajetória da artista, revela a crueza de uma relação direta, persistente e insistente, define o artista visual Marcos Fioravante, doutor em Poéticas Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAV-UFRGS), que assina o texto de apresentação da mostra.
Ele observa que, em investigações recentes, o grafite em pó aparece solúvel em aguadas de aquarela explorando manchas, camada a camada. Sombras em meio aquoso e mineral. – Ao contrário dos trabalhos a lápis, a agilidade e fluidez dos líquidos é intercalada por tempos de secagem e decantação imprecisos. Já os desenhos a lápis-de-cor trazem uma pesquisa cromática de nuances e contrastes que recortam e se fundem ao plano do papel. A cor, com destaque para o vermelho sedutor e improvável, satura o apelo das folhas retorcidas com certa dramaticidade e leveza, interpreta o artista.
A dracena, uma presença constante em seu cotidiano, torna-se um motivo recorrente que ecoa décadas de prática artística, reafirmando o desenho como um agente de resgate do fazer. Ao desenhar plantas, Amélia transcende a estética superficial do florescer, mergulhando nos desencontros e detalhes das falhas, testemunhando a vida e o tempo.
Com formação em Artes Visuais e experiência como professora de desenho, em seu ateliê e nas salas de aula do curso de design da ESPM, Amélia Brandelli compartilha sua paixão pela prática artística como uma forma de sensibilizar a percepção e o pensamento. “Desenho” é um convite a explorar a interseção única entre a natureza, a arte e o tempo, capturada nas linhas e sombras de suas criações.
“Desenho” permanecerá aberta até 07 de janeiro de 2024. A visitação pode ser feita de segunda a sábado, das 9h às 18h, e domingos e feriados das 9h às 17h.
Ocre Galeria na Maiojama
A parceria com a Maiojama marca um momento importante na vida da Ocre Galeria de Arte, que se consolida ao ampliar as possibilidades de difusão da obra artística. A Ocre Galeria é localizada no Centro Histórico de Porto Alegre, próxima à Casa de Cultura Mario Quintana, ao Margs e à Usina do Gasômetro. É administrada por Felix Bressan, Nelson Wilbert e Mara Prates. A Ocre foi inaugurada em maio de 2022 e realizou, até o momento, 18 exposições, entre individuais e coletivas de artistas com forte produção contemporânea. A galeria tem buscado preservar a história, difundir a cultura e apoiar a produção de arte, disponibilizando um amplo acervo de artistas representados.
“Lugares” celebra 11 anos do espaço e destaca produções de nomes consagrados da arte como Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Danúbio Gonçalves, Fernando Baril, Anita Malfatti e muitos outros.
As mostras “Duas mulheres de fino traço” e “Fios que pulsam” complementam a exposição, que tem vernissage no sábado, 18 de novembro, a partir das 11h.
Heitor dos Prazeres/ Divulgação
Grandes nomes da arte mundial, do Brasil e do Rio Grande do Sul se reúnem na Galeria Duque em um verdadeiro templo da arte no Centro Histórico de Porto Alegre. A exposição “Lugares”, com curadoria de Daisy Viola, revela paisagens reais e idealizadas por mestres da pintura e celebra o 11º aniversário da galeria. A festa se completa com duas mostras de renomadas artistas gaúchas. Em “Duas mulheres de fino traço”, a afetuosidade de Clara Pechansky e a sensibilidade de Liana Timm se entrelaçam em obras de uma trajetória de mais de 40 anos de arte e de amizade. A arte vestível de Rosane Morais, presente em “Fios que pulsam”, completa o espaço com suas obras viscerais e poéticas. A Galeria Duque fica na Rua Duque de Caxias, 649, em Porto Alegre. Vernissage no sábado, 18 de novembro, a partir das 11h até às 16h30min. A exposição vai até o dia 5 de março de 2024, com entrada franca.
MULHER COM LEMBRANÇAS. IV.2019 – CLARA PECHANSKY/ dIVULGAÇÃO
“A Galeria Duque é um desses lugares mágicos que um dia sonhamos e realizamos. Neste momento, quando este nosso lugar completa 11 anos, vamos comemorar mostrando obras que fazem parte do acervo, que nos mostram diferentes lugares, como paisagens bucólicas com seus céus, lagos, mares e jardins, ou paisagens urbanas, cidades, prédios, casarios e ambientes. Também paisagens de dentro, sentimentos e sonhos que ultrapassam seus limites e explodem em gestos, abstrações e cores”, destaca a curadora Daisy Viola.
Esses lugares exibem visões e interpretações de artistas como Alberto Veiga Guignard, Ado Malagoli, Aldemir Martins, Aldo Bonadei, Alfredo Volpi, Alice Brueggemann, Alice Soares, Anita Malfatti, Burle Marx, Cândido Portinari, Carlos Scliar, Carlos Sorensen, Carybé, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Djanira, Fernando Baril, Glauco Rodrigues, Gonçalo Ivo, Ianelli, Inimá de Paula, José Pancetti, Judith Lauand, Kazuo Wakabayashi, Romanelli, Sued e muitos outros.
Liana Timm e Clara Pechansky – Luis Ventura 2021/ Divulgação
No terceiro andar da galeria, “Duas mulheres de fino traço” apresenta 60 obras das artistas Clara Pechansky e Liana Timm. São desenhos e pinturas em diversas técnicas que evidenciam a produção dessas duas reconhecidas artistas gaúchas, cujos identidades tão características e caminhos se entrelaçam ao longo dos últimos 40 anos, produzindo eventos significativos em sua trajetória em uma permanente paixão pelo desenho e pela cultura.
Rosane Morais – Berenice Fischer/ Divulgação
Em “Fios que pulsam”, o destaque é a arte vestível de Rosane Morais. Suas produções revelam uma arte visceral, uma arte de pele, que transcende o espaço da própria obra e convida o visitante à reflexão e à interação. Como envelopes que emolduram o corpo, as peças de Rosane Morais já estiveram presentes em exposições no Brasil e no exterior e agora voltam à Galeria Duque, local que já recebeu o atelier da artista.
O OLHAR DIVERGENTE – LIANA TIMM/ DIVULGAÇÃO
Agenda:
Exposições:
“Lugares” – Acervo com grandes da arte
“Duas mulheres de fino traço” – Clara Pechansky e Liana Timm
“Fios que pulsan” – Rosane Morais
Local:Galeria e Espaço Cultural Duque
Endereço: Duque de Caxias, 649 – Porto Alegre Vernissage: sábado, 18 de novembro, das 11h às 16h30min Período da exposição: de 18 de novembro de 2023 até 4 de março de 2024. Horário de funcionamento:
Seg/Sex: 10h às 18h | Sáb: 10h às 17h Entrada Franca
A Ardotempo Edições lança nesse sábado, dia 23 de setembro, às 19h, o projeto Primavera dos Poetas, uma série de encontros literários de autoras e autores da editora com suas leitoras e leitores, entre lançamentos de livros impressos em papel. E, em cinco sábados, o La Vita è Bella (Rua Leonor, 45 – bairro Rio Branco – Porto Alegre/RS) vai sediar esses eventos organizados pelo editor, artista plástico e escritor Alfredo Aquino. A entrada é franca.
A 1ª edição acontece neste sábado com PEDRO GONZAGA e FÁBIO AMARO. Entre conversas, poemas, os autores autografam seus mais recentes livros: Porto Alegre Blues (Edições Ardotempo, 64 páginas), de Pedro Gonzaga e TNT e outros poemas (Edições Ardotempo, 192 páginas), de Fábio Amaro. O público poderá apreciar também o sax filosófico de Pedro Gonzaga. Lugares limitados. Reservas pelo (51) 99955-3535.
As edições seguintes contarão com Carmen Busatto e Paulo Rosa (30/09), Cleonice Bourscheid e Luiz Carlos Vaz (07/10), Ana Marianno e Suzana Saldanha (21/10) e Cátia Goulart e Martin César (28/10).
Capa do livro PORTO ALEGRE BLUES/ Divulgação
PORTO ALEGRE BLUES, de Pedro Gonzaga, tem posfácio de Mariana Ianelli e fotografias de Gilberto Perin. Porto Alegre Blues é um poema de livro inteiro, de uma só estrofe, que acompanha o despertar de um homem no centro de Porto Alegre, numa madruga de inverno, e logo sua caminhada até o amanhecer pela Rua da Praia. Imerso em cenas do passado, desafios do presente e acontecimentos fortuitos que o trazem de volta à realidade, esse homem canta com a voz que lhe sobrou.
capa do livro TNT Fábio Amaro/ Divulgação
Já T.N.T do poeta Fábio Amaro é composto por três livros: Explosões, Artifícios e Cosmos. No primeiro, Explosões, os poemas de revolta, com ganas de explodir as estruturas do sistema injusto, da sociedade cega e do fenecer da solidariedade humana. Artifícios, como o nome sugere, são os segredos da alma para sobreviver às intempéries da existência. E o último, Cosmos, elucubra sobre a humanidade e sobre um planeta pequenino flutuando no tempo e no espaço infinitos.
Escritor Pedro Gonzaga. Foto: Tainá Henn/ Divulgação
Pedro Gonzaga é natural de Porto Alegre, onde fez seus estudos, do colégio ao doutorado em Letras pela UFRGS. É músico, escritor, tradutor e professor de escrita criativa. Com uma obra que percorre diverso gêneros, dedica-se com grande afinco à poesia e a verter poetas do inglês e do espanhol ao português. Como cronista, escreveu para vários veículos, entre eles Zero Hora e O Estado de São Paulo. Entre seus livros, na poesia: A última temporada (2011), Falso começo (2013), Em outros tantos quartos da Terra (2017) e O nome da parte que não dorme (2020), todos por Edições Ardotempo. Na crônica, figuram O livro das coisas verdadeiras (2016) e Antes não era tarde (2019), pela Arquipélago Editorial. Desde 2022 vive Buenos Aires, de onde escreve a coluna Buenos Aires: Hora Zero. Porto Alegre Blues (2023) é o seu décimo primeiro livro.
O escritor Fábio Amaro -autorretrato /Divulgação
Fábio Amaro (da Silveira Duval) nasceu na fria noite de 28 de agosto de 1977, na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul. É poeta, PhD em Relações Internacionais e Professor da Universidade Federal de Pelotas. No rastro de suas andanças, publicou anteriormente O Carrossel dos Desvarios Voláteis – ensaios poéticos, Ed. Livraria Café Pelotas, 1999; O Terceiro Lado da Moeda, Ed. Pradense, 2017, e Babel, Ed. Ardotempo, 2019.
Consolidando-se cada vez mais como uma das principais formações de jazz do Rio Grande do Sul, o Quarteto Bibi Jazz arrisca e inova em sua nova apresentação: mostrará um repertório composto por tango, bolero e bossa-nova, justamente gêneros musicais influenciados pelo jazz. O grupo é formado por Antonio Flores (guitarra), Bibiana Dulce (voz), Mateus Mussatto(bateria) e Rodrigo Arnold (contrabaixo)
O show acontece quarta -feira dia 09, às 18:30hs na sala Sala José Lewgoy, no Solar dos Câmara( Rua Duque de Caxias, 968, Centro Histórico).O ingresso é um quilo de alimento não perecível
Lider do grupo a cantora Bibiana Dulce explica que o espetáculo foi concebido especialmente para o projeto do Sarau no Solar dos Câmara.
“O quarteto apresenta neste repertório três estilos musicais que são influenciados diretamente pelo jazz ( tango, bolero e bossa nova). Também se harmoniza com as canções padrões de jazz (standards) em suas versões em espanhol, como: “Cuerpo y Alma” (“Body And Soul”) e “Toda Yo” ( “All Of Me”).
Bibiana Jazz Quarteto. Foto: ALRS/Divulgação
Somando-se a elas, há composições do genial Astor Piazzolla e sua avassaladora parceria com o poeta uruguaio Horácio Ferrer, também o imortal bolero “Dos Gardenias” da compositora cubana Isolina Carrillo e claro nosso grande mestre Antonio Carlos Jobim, com “Chovendo na Roseira” entre outras canções tão importantes na história musical da América-Latina.”, finaliza Bibiana Dulce
Projeto Sarau do Solar
O Projeto Sarau do Solar – que completa 31 anos de existência em 2023 -, visa incentivar a pluralidade da produção gaúcha e propiciar acesso universal às mais variadas expressões da cultura musical local, regional, nacional e internacional. Reconhecido e premiado, o Projeto Sarau do Solar foi criado em 1993, com o objetivo de promover espetáculos musicais com periodicidade quinzenal e com entrada franca, em temporada que se estende de março a dezembro de cada ano. O Sarau obteve reconhecimento por Honra ao Mérito no Prêmio Açorianos de Música 2006, concedido pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, e também o Prêmio Eva Sopher 2020, da Secretaria de Estado da Cultura e da Fundação Theatro São Pedro.
O Projeto Sarau do Solar deste ano tem como uma de suas novidades um espetáculo musical voltado para o público infantil. Previsto para o dia 11 de outubro, o Sarau Especial é comemorativo ao Dia da Criança.
Sarau Solidário
Os espetáculos musicais do Projeto Sarau do Solar possuem entrada solidária, mediante doação de alimentos não perecíveis, que são encaminhados à Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul, e distribuídos conforme as necessidades de atendimento à população.
Durante o mês de agosto prossegue a exposição e o seminário sobre a obra e a influência do arquiteto austríaco Otto Wagner na concepção de prédios no Brasil, através de profissionais da área que foram seus alunos e discípulos.
A curadoria da mostra é de Andreas Nierhaus (diretor do Museu de Viena) e Golmar Kempinger Khatibi. Organização no Brasil de Kathrin Holzermayr Rosenfield (Professora Titular de Filosofia, Literatura e Estética na Universidade Federal do Rio Grande do Sul .)
Ambos eventos são iniciativas oferecidas pela Embaixada da Áustria e pelo Museu da Cidade de Viena, pelo Centro de Estudos Europeus e Alemães (CDEA) e pela Pinacoteca Aldo Locatelli da Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
PROGRAMAÇÃO
Sexta 4/08/1923 – 14 horas – Paço Municipal
– Video Dr. Nierhaus_Otto Wagner: A Tradição da Modernidade. Otto Wagner, sua Escola e a inovação da arquitetura em torno de 1900. (Die Tradition der Moderne. Otto Wagner, seine Schule und die Erneuerung der Architektur um 1900)
– Visita guiada da exposição
Sexta 11/08/1923 – 14 horas – Paço Municipal
– Adolf Loos – Visionário e Provocador (Visionär und Provokateur)
– Visita guiada da exposição
Sexta 18/08/1923 – 14 h – Paço Municipal
– Josef Hoffmann – Em Busca da Beleza (Auf der Suche nach Schönheit)
– Visita guiada da exposição
IAB – Sexta 25/08/192 – 18 h – Instituto dos Arquitetos do Brasil
– Debate sobre Teoria e Prática da arquitetura
Sessão de filme extra (data a definir)
– Otto Wagner – Visionário da modernidade (Visionär der Moderne)
A curadoria da mostra é de Andreas Nierhaus (diretor do Museu de Viena) e Golmar Kempinger Khatibi. Organização no Brasil de Kathrin Holzermayr Rosenfield (Professora Titular de Filosofia, Literatura e Estética na Universidade Federal do Rio Grande do Sul .)
3º FIDPOA, que ocorre de 6 a 11 de junho, no Theatro São Pedro, terá convites gratuitos para entidades, escolas e universidades públicas, além de áudio descrição e libras na apresentação de abertura. Rui Cesar Cruz, que veio de uma comunidade do RJ e hoje brilha nos palcos dos EUA, é um dos destaques da abertura.
Basileu França – Estúdio Daniel Martins/ Divulgação
Uma plataforma de dança para o mundo. O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre será realizado de 6 a 11 de junho, no Theatro São Pedro, como uma grande oportunidade para bailarinos do Brasil e da América Latina se apresentarem para ícones mundiais da dança e conquistarem bolsas internacionais. Um dos exemplos é o bailarino premiado nas duas primeiras edições do festival, Rui Cesar Cruz, que começou na dança em uma comunidade do Rio de Janeiro e agora integra o Miami City Ballet em Miami, na Flórida. A gala de abertura, no dia 6 de junho, às 20 horas, contará ainda com a apresentação do convidado especial Cícero Gomes, primeiro bailarino do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e da premiada companhia Teatro Escola Basileu França, de Goiânia.
Robert Parker – Apollo – Birminghan Royal Ballet – Foto: Eric Richmond/ Divulgação
O festival também é inclusivo para o público, com uma cota de convites para escolas públicas, ONGs, escolas e instituições públicas de ensino de dança (UFRGS, UERGS) para a abertura, Mostra Competitiva e Gala de Encerramento. Na abertura, haverá audiodescrição e LIBRAS, com convites para a comunidade surda, pessoas cegas ou de baixa visão. No encerramento, haverá tradução para LIBRAS e convites disponíveis para surdos. Interessados devem enviar e-mail para: fidpoainclusao@gmail.com ou entrar em contato pelo Whatsapp: (51) 98436-5552.
“O FIDPOA inverte a lógica e, em vez de levar os talentos da dança para o mundo, trazemos para cá grandes nomes da dança como jurados para não só selecionar os melhores do festival, mas também conceder bolsas e oportunidades nas mais importantes companhias de dança do planeta” ressalta a idealizadora e coordenadora geral Carlla Bublitz.
Os números impressionam. Nesta edição, são cerca de mil bailarinos inscritos de várias partes do Brasil e da América Latina e mais de 700 coreografias apresentadas ao longo do festival. Ao todo, são esperadas mais de 5 mil pessoas para assistir os seis dias do FIDPOA. Nas duas primeiras edições, realizadas em 2018 e 2019, foram distribuídas mais de 260 bolsas internacionais e 70 nacionais, com premiações de cerca de US$ 150 mil em bolsas de estudo e prêmios especiais.
Cicero Gomes – Acervo Pessoal/ Divulgação
Para este ano, foram convidados jurados oriundos de 13 nações, entre eles estão nomes como Robert Parker, bailarino formado pelo Royal Ballet School, que avaliará por meio de transmissão simultânea e é sua primeira participação como júri de um evento no Brasil. Também estão confirmados nomes como Deborah Hess (Canadá), Ghislain de Compreignac (França), Claudia Zaccari (Itália) e Stanislav Belyaevsy (Rússia), Robert Garland (EUA), entre outros. O FIDPOA será ainda a primeira seletiva nacional para o YAGP, a maior premiação de dança do mundo, que ocorrerá de 11 a 24 de abril, em Nova York.
Rui Cesar Cruz – Melhor Bailarino FIDPOA 2018 e 2019 – Karine Viana/ Divulgação
O 3º FIDPOA – Festival Internacional de Dança de Porto Alegre é apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Zaffari e tem o financiamento da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Conta com opatrocínio master de Grupo Zaffari, patrocínio de ICATU e Rio Grande Seguros e Previdência, apoio institucional do Conselho Brasileiro de Dança, Theatro São Pedro, IEACen – Instituto Estadual de Artes Cênicas, Governo do Estado do Rio Grande do Sul, parceria com o YAGP Brasil, apoio de Galeria Bublitz, Oti Transportes, Roberto Fisio, AD Figurinos, Labo Terra, Miollo, Loja Reina, Fruki, Casa do Marquês, restaurante Vida e Saúde e Rua da Praia Shopping, hospedagem oficial de Master Hotéis, produção da Cardápio Cultural e Mais Produções e realizaçãodo Ballet Vera Bublitz e Ministério da Cultura – Governo Federal – União e Reconstrução.
SERVIÇO
3º FIDPOA – Festival Internacional da Dança de Porto Alegre
Data: 6 a 11 de junho
Gala de Abertura: terça-feira, 6 de junho, às 20 horas
Mostra Competitiva: 07 a 10 de junho, quarta a sábado, sessões às 13h e às 19h e no dia 11 de junho sessão das 9h às 12h Gala de Encerramento, domingo, 11 de junho, às 20 horas
Local: Theatro São Pedro
Ingressos: www.fidpoa.com e www.theatrosãopedro.com e, no local, uma hora antes de cada gala.
O público também poderá assistir a mostra competitiva com ingressos a preços especiais. Os bate-papos FIDPOA, com os convidados internacionais, têm entrada franca.