Acusado do sequestro diz que não é “animal”

“Nem parecia um policial. Tinha a cara e o focinho de um burocrata medíocre e exótico de algum escritório infecto de contabilidade da periferia”. Foram estas duas linhas, pinçadas num texto de 450 páginas, que levaram o ex-agente do Dops gaúcho João Augusto da Rosa a processar por danos morais o jornalista Luiz Cláudio Cunha. »»»

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