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  • Datafolha: Bolsonaro sobe 2%, Ciro perde 2%, a novidade da última pesquisa

    Datafolha: Bolsonaro sobe 2%, Ciro perde 2%, a novidade da última pesquisa

    A novidade da última pesquisa do Datafolha divulgada nesta sexta-feira é a queda de 2% na intenção de votos no candidato do PDT, Ciro Gomes, e o equivalente aumento de 2% para o presidente Jair Bolsonaro

    Ciro cai de 9% na pesquisa anterior para 7%. Bolsonaro subiu de 32% da pesquisa anterior para 34%.

    Teria havido uma transferência de votos de Ciro para Jair Bolsonaro? A queda de Ciro não chega a ser surpreendente, antes suas atitudes e declarações agressivas. Surpreende é o ganho de Bolsonaro, depois do desempenho tacanho no 7 de Setembro dos 200 anos da Independência do Brasil.

    Lula ficou nos 45%, 11 pontos à frente de Bolsonaro, a menor distância em seis meses. Em maio era 48% a 27%, uma diferença de 21 pontos).

    A pesquisa ouviu 2.676 pessoas em 191 municípios nos dias 8 e 9 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

    No detalhamento, Lula leva grande vantagem entre as mulheres (47% a 29%) e os eleitores mais pobres e menor grau de instrução:

    -56% a 26% entre os tem ensino fundamental,

    -54% a 26% entre quem recebe até dois salários mínimos.
    No corte regional, o Nordeste dá a maior vantagem a Lula (60% a 23%).

    Entre os negros a diferença também é grande (54% a 25%), assim como entre católicos (54% a 27%). Mesmo entre os beneficiários diretos ou indiretos do Auxílio Brasil, a vantagem de Lula é grande: (56% a 29%)
    Bolsonaro leva grande vantagem entre quem recebe de 5 a 10 salários mínimos (49% a 34%) e também entre quem recebe mais de 10 salários (42% a 29%) por mês.
    No corte regional, Bolsonaro obtém seu melhor resultado no Centro-Oeste (47% a 30%)
    Entre evangélicos, apesar das investidas de Lula nas últimas semanas, Bolsonaro mantém folgada distância  (51% a 28%)
    A pesquisa aponta, neste momento, para a realização de segundo turno.
    Lula: 48% (48% em 1º de setembro)
    Bolsonaro: 34% (36% no levantamento anterior)
    Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes de candidatos, Lula aparece com 39% das intenções de voto; e Bolsonaro, com 31%. Ciro foi citado por 4%; e Simone Tebet, por 2%.
    (Com informações do G1)

  • Pesquisa IPEC: Lula mantém os 44%, Bolsonaro cai para 31%; Ciro e Simone não decolam

    Em relação ao levantamento anterior, Ciro Gomes e Simone Tebet oscilaram um ponto para cima dentro da margem de erro: ele está com 8% e ela, 4%. Felipe d’Avila segue com 1%. Pesquisa, encomendada pela Globo, foi realizada entre 2 e 4 de setembro, com 2.512 entrevistados em 158 municípios. Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
    A pesquisa foi divulgada no Jornal Nacional desta segunda-feira (5).

    Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 29 de agosto, Lula se manteve com o mesmo percentual de 44%. Bolsonaro oscilou um ponto para baixo –na ocasião, tinha 32%.
    Ciro Gomes (PDT), terceiro colocado, tem 8% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 4%.

    Ambos oscilaram um ponto para cima em relação à pesquisa anterior do Ipec e se mantiveram empatados no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
    Felipe d’Avila segue com 1%, como na semana passada. Soraya Thronicke (União Brasil) também aparece com 1%.
    Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Vera (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.
    Roberto Jefferson não é mais o candidato do PTB à Presidência. No sábado (3), o partido indicou Padre Kelman para substitui-lo. A alteração se deu porque o TSE cassou o registro da candidatura de Jefferson.

    A pesquisa Ipec foi registrada no TSE na semana passada, quando ele ainda era oficialmente candidato do PTB.
    Intenção de voto estimulada
    Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 29 de agosto)
    Jair Bolsonaro (PL): 31% (32% na pesquisa anterior)
    Ciro Gomes (PDT): 8% (7% na pesquisa anterior)
    Simone Tebet (MDB): 4% (3% na pesquisa anterior)
    Felipe d’Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
    Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (0% na pesquisa anterior)
    Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Roberto Jefferson (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
    Branco/nulo: 6% (7% na pesquisa anterior)
    Não sabe/não respondeu: 5% (6% na pesquisa anterior)
    A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 2 e 4 de setembro em 158 municípios.

    Destaques
    A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre quem tem renda de até um salário mínimo, entre quem recebe algum tipo de benefício do governo federal e quem tem ensino fundamental. As intenções de voto no petista são mais expressivas entre:
    Eleitores que avaliam como ruim ou péssima a gestão do presidente Jair Bolsonaro (75%, dois pontos a mais que os 73% da última pesquisa, de 29 de agosto);
    Aqueles que têm renda familiar mensal de até 1 salário mínimo (56%); eram 54% no levantamento anterior;
    Os que vivem na região Nordeste (56%, ante 57% da pesquisa anterior);
    Aqueles que têm ensino fundamental (54%, ante 52% da pesquisa anterior);
    Eleitores em domicílios que alguém recebe benefício do governo federal (50%, ante 52% da pesquisa anterior);
    Os católicos (50%, ante 51% da pesquisa anterior);
    Entre os que se declaram pretos e pardos (47%, mesmo índice da pesquisa anterior).

    Já Bolsonaro vai melhor entre homens, evangélicos e entre aqueles que ganham mais de 5 salários mínimos:
    Eleitores que avaliam positivamente a sua gestão atual (79%, ante 81% da última pesquisa, de 29 de agosto);
    Os evangélicos (46%, ante 48% da pesquisa anterior);
    Aqueles cuja renda familiar mensal é superior a 5 salários mínimos (45%, contra 47% da pesquisa anterior)
    Homens (36%, mesmo percentual da pesquisa anterior; entre as mulheres é citado por 26%; na pesquisa anterior, eram 29%);
    Quem tem ensino médio (34%, ante 37% da pesquisa anterior) e quem tem ensino superior (34%, mesmo percentual da pesquisa anterior).

    Neste levantamento, Bolsonaro passa a se destacar também:
    Entre os que têm renda de 2 a 5 salários mínimos (40%, ante 37% do levantamento anterior)
    Entre os que vivem na região Sul (39%, ante 34% na pesquisa anterior)
    Segundo o Ipec, os outros candidatos “apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados”.

    O Ipec também pesquisou a intenção de votos no segundo turno. Lula vence por 52% a 36% no cenário pesquisado.

  • Bolsonaro lança campanha à reeleição  no lugar onde levou a facada em 2018

    Bolsonaro lança campanha à reeleição no lugar onde levou a facada em 2018

     O presidente Jair Bonsonaro lançou nesta terça-feira (16) a campanha à reeleição ao Palácio do Planalto, em Juiz de Fora, a cidade onde sofreu um atentado à faca na campanha de 2018.

    Em seu discurso, o candidato focou na agenda conservadora e de costumes.

    Bolsonaro desembarcou por volta das 10h no Aeroporto da Serrinha, onde o esperava um grupo pastores evangélicos e alguns apoiadores.

    No discurso, transmitido em uma rede social do presidente, ele disse que o governo “não errou” durante a pandemia da Covid-19, que já matou mais de 650 mil pessoas no Brasil.

    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado, que investigou a atuação do governo durante a pandemia atribuiu nove crimes a Bolsonaro e pediu seu indiciamento.

    Congressistas mineiros e o senador Flavio Bolsonaro acompanharm a agenda no sudeste de Minas.

    Ele também participou de uma motociata pelas ruas da cidade. Depois, subiu em um trio elétrico e discursou para eleitores na Rua Halfeld, na região central da cidade – local onde levou uma facada durante a campanha de 2018.

    No pronunciamento, Bolsonaro focou em questões da pauta conservadora e de costumes. Disse ser contrário ao aborto e à legalização das drogas; e defensor da propriedade privada. Ele também afirmou que “o país não quer mais corrupção”.

    No campo econômico, Bolsonaro declarou que o governo faz “um esforço” para a redução do preço dos combustíveis e da inflação.
    O candidato a vice, Braga Netto, e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também discursaram durante o ato de campanha. Em busca de votos no eleitorado feminino, a campanha de Bolsonaro tem dado maior destaque a Michelle nos eventos dos quais o presidente participa.

    Esta foi a segunda vez que Bolsonaro voltou a Juiz de Fora, depois do atentado sofrido durante ato de campanha em 2018, um mês antes do primeiro turno, quando, Bolsonaro tinha apenas 22% das intenções de voto.
    Pesquisa do IPEC, divulgada nesta terça-feira, mostra que em Minas Gerais, o ex-presidente Lula tem 42% das intenções de voto contra 29% de Bolsonaro.

     

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  • Previdência: governo se reúne com bancada evangélica para evitar mudanças no texto

    O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, se reuniu com os evangélicos

    Como parte da estratégia do governo para evitar a desidratação na reforma da Previdência, o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, se reuniu nesta terça-feira com integrantes da bancada evangélica. O objetivo do governo é evitar alterações principalmente nas regras de pensão por morte, que é o ponto mais sensível texto.
    A votação da reforma da Previdência em segundo turno vai começar nesta terça-feira. Durante a análise da proposta em primeiro turno, em julho, a votação sobre a pensão por morte foi a que teve o placar mais apertado para o governo.
    Nesta terça-feira, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, minimizou a chance de os atritos recentes do presidente Jair Bolsonaro com governadores do Nordeste atrapalha a aprovação da reforma da Previdência em segundo turno na Câmara dos Deputados.
    A reforma acaba com a pensão integral e propõe o pagamento de 60% do valor do benefício, mais 10% por dependente. Marinho costurou um acordo com a bancada evangélica para que a pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou ao companheiro e aos seus dependentes não poderá ser menor do que um salário mínimo, quando se tratar da única fonte de renda formal auferida pelo dependente.
    Uma portaria apresentada por Marinho define o que é renda formal para fins de concessão do benefício. Segundo Marinho, a portaria contempla a preocupação da bancada evangélica ao assegurar que nenhum benefício será inferior a um salário mínimo.
    O governo considera renda formal rendimentos mensais constantes no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) do INSS. O aluguel, por exemplo, está fora desse critério.
    — Havendo o quorum hoje a gente começa as discussões e temos um prazo de até três dias para concluir a votação da reforma em segundo turno — disse Marinho.
    Para evitar mudanças na pensão, o governo vai aos deputados apresentar estudo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne 36 países.
    O levantamento mostra que os gastos com pensão por morte no Brasil correspondem a 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB), sem considerar as Forças Armadas. É o maior índice entre os países analisados. A média na OCDE para esse tipo de benefício é de 1%.
    Durante a votação em segundo turno, apenas poderão ser apresentados propostas para retirar pontos do texto. A oposição terá direito a sete destaques, dois a menos do que tiveram na votação anterior. Já os partidos favoráveis à reforma costuram acordo para que não ocorram mais destaques, o que aceleraria a votação. (Com informações do Extra)